As perspectivas para o mercado brasileiro de TIC em 2022 são bastante positivas, com previsões de crescimento importantes tanto em TI quanto em Telecom segundo dados da edição 2022 do estudo IDC Predictions Brazil, que anualmente antecipa as tendências e movimentos desses segmentos.

A expectativa é que o setor de TIC, que reúne tanto os mercados de TI quanto de Telecom, cresça 8,2%, enquanto, individualmente, TI avance 10,6% e Telecom 4%. Já o mercado de TI Enterprise, composto exclusivamente por empresas, deve crescer 8,9%.

De acordo com a IDC, as principais iniciativas estratégicas que direcionarão os gastos de TI em 2022 são: produtividade e controle de custos, customer experience, novos produtos e serviços, e atração e retenção de talentos.

A IDC Brasil também relacionou dez tendências do mercado brasileiro de TI e Telecom para 2022. A saber:

1 – Demanda maior que a oferta de componentes

2 – Os ambientes híbridos, que incluem Cloud e recursos de TI tradicional, estarão em mais de 70% das empresas de médio e grande porte

3- As complexidades de cybersecurity e as dificuldades para atração e retenção de profissionais farão com que 76% das empresas de médio e grande porte busquem serviços especializados

4- Uso de dados para impulsionar negócios colocará Analytics, AI/ML e Data Management na pauta prioritária de mais de 47% das empresas. Edge e 5G contribuem para este movimento

5- Implantação do 5G standalone e a jornada de ofertas e serviços aos clientes

6- NaaS (Network as a Service) se materializa como opção para infraestrutura de rede

7- Device as a Service (DaaS) evoluem para maior maturidade e ofertas mais abrangentes

8- IoT (Internet of Things) e os desafios para conciliar necessidades de transformação digital, inovação e o pragmatismo da redução de custos

9- Maior participação das áreas de negócio leva provedores de serviços de TI a repensarem seu posicionamento. Mais de 61% das empresas querem uma abordagem consultiva especializada

10- Interesse por dispositivos vestíveis segue em alta e produtos podem ganhar espaço no B2B

Tendo por objetivo principal atualizar diretrizes e adequar os planos de trabalhos vigentes, bem como promover um alinhamento e uma maior integração em prol do fortalecimento do ecossistema de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) na Amazônia Ocidental e Amapá, equipes da Softex e da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), além de técnicos da Autarquia e representantes das instituições coordenadoras dos programas prioritários habilitados junto ao Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento da Amazônia (Capda), reuniram-se na última quarta-feira (9), em Manaus, para mais uma reunião de trabalho.

De acordo com o superintendente adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Regional da Suframa, Manoel Fernandes Amaral Filho, “foram discutidos diversos aspectos técnicos a fim de verificar de que forma podemos trazer melhorias em todo o processo e dar maior efetividade e profundidade nos resultados do trabalho conjunto que será realizado nos próximos anos. Para a Suframa, é de suma importância que todos os atores estejam próximos e cientes dos nossos desafios de trazer cada vez mais desenvolvimento e impactos positivos para toda nossa área de abrangência”.

“Foi um encontro muito importante para efetuarmos uma revisão estratégica do PPEI para, sem alterar o ofício, aumentar o seu alcance na região da Amazônia Ocidental e também social”, destaca Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

A região de atuação da SUFRAMA, que inclui os estados do Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia, possui um ambiente de forte potencialidade industrial, viabilizando investimentos em programas de inovação capazes de aproveitar recursos humanos qualificados e de incrementar a competitividade da produção local, contribuindo assim para o seu desenvolvimento econômico e social.

Por meio do PPEI, as empresas beneficiadas pela Lei de Informática na Zona Franca de Manaus e na Amazônia Ocidental poderão quitar de forma segura e sem complicações a obrigação legal de investir, no mínimo, 5% de seu faturamento bruto em P&D e ainda participar ativamente do desenvolvimento de projetos personalizados beneficiando o ecossistema local.

Os objetivos do PPEI incluem o estímulo à cultura e à capacitação empreendedora na Amazônia Ocidental e Amapá, o desenvolvimento de competências e habilidades em gestão de negócios inovadores, a preparação de aceleradoras e incubadoras, formação de talentos e o incentivo a investimentos em negócios digitais e startups.

Uma nova reunião entre as equipes da Softex e da SUFRAMA já está agendada para o próximo mês de abril no CAS Amapá.

* O PPEI é uma iniciativa do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia, inserido na área de P&D da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), ligada ao ministério da Economia. Responsável pelas políticas de fortalecimento do Polo Industrial de Manaus (PIM) e de estímulo ao desenvolvimento de sua área de atuação, a SUFRAMA identifica potencialidades regionais e cria condições para transformá-las em oportunidades de negócios.

 

7º ciclo de aceleração da international venture builder está de volta com o programa in-person e selecionará até 10 startups Brasileiras 

A Dream2B, international venture builder que conecta os ecossistemas do Canadá e do Brasil, está com inscrições abertas para seu 7º ciclo de aceleração internacional. Serão selecionadas até 10 startups brasileiras para participarem do programa. O programa tem foco em startups com aplicações de tecnologias como inteligência artificial, blockchain, nanotecnologia, indústria 4.0 e IoT. 

Para aplicar, as startups precisam estar em estágio de crescimento, ter produtos disruptivos e vocação global, para se tornarem rapidamente escaláveis e com grande mercado mundial. Além do domínio da língua inglesa, também é importante que a startup tenha uma estratégia de expansão internacional. 

Após dois ciclos realizados de forma remota, as empresas selecionadas para o novo batch participarão de um programa de um mês no Canadá – de 15 de junho a 13 de julho -, com passagens e hospedagem inclusas, voltado para a imersão no ecossistema canadense, que inclui mentorias individuais com especialistas de mercado, validação do modelo de negócio e conexões com empresas, instituições e investidores norte-americanos. 

As startups com melhor desempenho durante o programa ainda terão a chance de aplicar para o Startup Visa, através da parceria entre Dream2B e o Spark Centre. O Startup Visa – um dos mais cobiçados por eemprededores do mundo todo; é um visto de residência permanente que o Canadá oferece para empreendedores qualificados que também dá acesso ao fomento do negócio no País. 

Até hoje, a Dream2B já recebeu em seu programa mais de 50 startups brasileiras, dentre as quais estão Data H, SafeTest, Sólides, e Coinwise (atual ZeroBank). “O Canadá é hoje um dos polos tecnológicos que mais cresce no mundo e é uma das principais portas de entrada para o mercado dos Estados Unidos, Ásia e Europa”, diz Regina Noppe, cofundadora e CEO da Dream2B. 

Entre os apoiadores do programa estão Softex, Abragems, CCBC e Consulado do Brasil em Toronto e Vancouver. 

As inscrições vão até dia 20 de março, e podem ser feitas pelo site da international venture builder. As startups selecionadas para as entrevistas de seleção serão anunciadas até 4 de abril. 

Programa de Aceleração Internacional Dream2B para o Canadá 

Inscrições: https://www.dream2b.com.br/

Prazo: até 20 de março 

Anúncio das selecionadas: até 4 de abril 

Custo das inscrições: gratuito 

Local: Toronto – GTA, Oshawa, com passagens e hospedagens custeadas pelo programa 

Sobre a Dream2B 

Fundada em 2015, com sede em Vancouver, Canadá e presenças em São Paulo e Florianópolis, Brasil, a Dream2B é uma venture builder internacional especializada em desenvolver oportunidades comerciais para empresas de tecnologia e startups entre os mercados Canadense e Brasileiro. Os programas da Dream2B já ajudaram mais de 50 startups brasileiras a internacionalizarem para a América do Norte, por meio de programas de aceleração internacional, levantamento de capital, missões internacionais de investimentos e desenvolvimento de oportunidades de negócios entre empresas dos dois países.

 

A convergência dos mundos físico e digital trará muitas oportunidades para as marcas quando o assunto é marketing. Isso porque 78% dos usuários de ambientes virtuais preferem ver anúncios relacionados ao conteúdo dos sites que visitam.

Algumas empresas já notaram esse comportamento e fizeram experiências virtuais para lançarem seus produtos. Um exemplo é a Brahma, que criou um bar dentro do servidor Cidade Alta, do jogo GTA, para estrear a bebida Brahma Duplo Malte Long Neck.

Essa é uma das conclusões da pesquisa sobre o impacto do metaverso, produzida pela Kantar IBOPE Media para analisar o comportamento do público que já é usuário desse tipo de experiência inicial. Hoje, 6% dos internautas no Brasil passam tempo em ambientes virtualizados, a exemplo de Second Life e World of Warcraft (WoW).

A empresa também aponta esses perfis como “early adopters”, pessoas que estão na vanguarda, consumindo produtos e serviços de tecnologia assim que são oferecidos ao mercado. Prova disso é que 90% dos usuários de ambientes virtuais gostam de descobrir novos aplicativos.

Vale destacar ainda que 91% afirmam tentar acompanhar as informações e tecnologias atuais do mercado. Tanto é que possuem smartwatches (42%), dispositivos de realidade virtual (29%) e aparelhos inteligentes ativados por voz (24%).

Outra diferença entre o público de ambientes de engajamento virtual e a sociedade como um todo é a maneira como usam as redes sociais. Enquanto 74% das pessoas costumam checar as mídias diariamente, o número é maior entre os usuários de protótipos de metaverso: 86%.

A preferência entre as mídias também é diferente. Entre os usuários de universos virtualizados, a rede mais usada é o Instagram (77%), com Facebook (74%) em segundo lugar. Na população geral ocorre o inverso: Facebook (77%) e depois Instagram (72%). É válido destacar que os altamente conectados também dão destaque para conteúdos publicados no TikTok (61%) e no Kwai (40%).

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O terceiro dia da delegação brasileira no o Mobile World Congress 2022 (MWC), o evento mais influente do mundo para a indústria de conectividade, foi de muitas reuniões, como a que envolveu representantes da  Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Centro para el Desarrollo Tecnológico Industrial (CDTI), da Espanha, para tratar de ações de desenvolvimento da inovação e tecnologia.

O vice-presidente da Softex, Diônes Lima, se encontrou com executivos do GSMA, organização responsável pelo MWC, para assinar o documento que confirma a participação do Brasil para a edição 2023 do evento.

“No ano que vem, nossa perspectiva é trazer 20 empresas brasileiras e 30 startups para o MWC 2023. Seria a maior delegação que o país já teve nesses 11 anos de presença consecutiva no encontro. O processo de seleção e de capacitação deverá começar já a partir de julho”, disse Diônes Lima.

Em mais uma ação do Brasil IT+, iniciativa de cooperação desenvolvida pela Softex e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), sete empresas de renome no mercado nacional de tecnologia apresentam suas soluções no estande exclusivo do Brasil no MWC em busca de oportunidades de negócios, conexões e parcerias. São elas: Argotechno, AnnA Comunicações, Sikur, Pulsus, MC1, Stefanini e Rocket.chat.

 

Três gigantes do setor de Telecom – Qualcomm, Nokia e Huawei – receberam nesta terça-feira (28), segundo dia da Mobile World Congress 2022 (MWC), a delegação brasileira liderada pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes.

Tendo entre seus seis temas principais CloudNet, Conexão 5G, Internet of Everything (IoE), Fintech, Tech Horizon e Advancing AI, o MWC Barcelona reúne nesta edição cerca de 1.500 expositores de 150 países. O evento voltou a ser presencial depois de dois anos de restrições em razão da pandemia de Covid-19.

Segundo projeção do relatório Economia Móvel 2022″ da GSMA, entidade que congrega as empresas de telecomunicação durante o MWC, o número total de conexões 5G realizadas em todo o mundo deverá atingir a marca de 1 bilhão até o final deste ano e alcançar 1,8 bi em 2025, o que representa um quinto das conexões globais.

O 5G entra em operação no Brasil este ano prometendo um grande salto tecnológico por sua velocidade e com reflexos profundos nas mais diversas áreas, tais como condução autônoma, robótica, nuvem pública, internet das coisas (IoT), Big Data e Analytics, realidade aumentada e virtual (AR/VR) e inteligência artificial.

Nesta terça-feira, em um encontro com a imprensa realizado no estande do Brasil no evento, a Softex e a Huawei comentaram as conclusões de um white paper conduzido em conjunto e que aborda os desafios que o país enfrentará a partir da entrada em operação dos serviços 5G em diversos setores, as competências nacionais, as necessárias atualizações da estrutura organizacional das empresas e as habilidades fundamentais para que o país possa surfar essa nova corrida tecnológica.

Também foram relacionados os achados do white paper sobre I.A., que trata do atual cenário e das tendências de uso de inteligência artificial no futuro tanto no Brasil como no mundo, arquiteturas e tecnologias-chave para suportar a IA no país e um panorama sobre a estratégia brasileira de desenvolvimento de inteligência artificial.

“Nosso objetivo foi contribuir com o país na leitura do futuro dessas tecnologias inovadoras que entendemos como fundamentais para o desenvolvimento e para transformação do Brasil em uma sociedade realmente digital e inteligente”, disse Ruben Delgado, presidente da Softex.

Além do ministro Marcos Pontes, a divulgação das conclusões dos dois documentos foi acompanhada por Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações); Mr. Sunbaocheng, CEO da Huawei Brasil; Carlos Nazareth Motta Martins, reitor do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel); Wally Menezes, reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) e André Pepitone, presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), entre outras autoridades.

O MWC Barcelona prossegue até a próxima quinta-feira, dia 3 de março.

Ministro Marcos Pontes e Ruben Delgado, presidente da Softex, atendem a imprensa no estande Brasil IT+ no MWC 2022