Vivemos em uma época transitória de eras. Na era digital a prova passa ser eletrônica e as testemunhas passaram a ser as máquinas e seus respectivos endereços IPs. Nem todos estão preparados para abandonar velhos costumes e enfrentar novos paradigmas. Os usuários em geral não estão preparados com boas práticas para não serem vítimas de um crime digital, nem tão pouco as empresas possuem políticas de cyber segurança, backups e guarda de logs e provas.

A boa prática digital ensina que não devemos navegar em sites inseguros, não devemos realizar cadastros com nossos dados pessoais aleatoriamente; muito menos ser um clicador feliz; não devemos deixar os “cookies e popups” ativos pois nossos dados podem ser coletados e utilizados a nossa revelia.

Os golpes e ataques na internet crescem cada vez mais, em 2014 entrou em vigor o Marco Civil que dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários e prestadores de serviços de internet. Agora será o momento da transição digital, Big Data e internet das coisas (IoT), onde tudo e todos os dispositivos e dados estarão conectados permitindo-lhes enviar e receber informações através da rede. Já a guarda de dados pessoais acaba de ter seu projeto de lei (PLS 184/14) aprovado e preconiza a forma pela qual serão tratadas as informações da sociedade civil, visando salvaguardar que os usuários não tenham sua privacidade invadida o que caracterizaria crime digital.

Os crimes virtuais podem ter definições puramente virtuais, mas seus efeitos são facilmente percebidos ao chamado mundo real, atualmente não se pode separar essas duas definições, pois os crimes virtuais têm grande reflexo no cotidiano da sociedade.

As polícias estão se aperfeiçoando para enfrentar os novos tipos de crimes efetuados com simples computadores que podem ser chamados de novas armas. E como fazemos para combater tais crimes?

Cada vez mais as empresas e suas infraestruturas críticas são base e alvos do terrorismo cibernético, portanto há a necessidade imediata de blindagem das engenharias de automação das plantas industriais que assim tornam-se proativas às ameaças digitais. A questão não é mais se eu for atacado. E sim o que fazer quando for atacado.

E o assunto não para por aí! A necessidade de aprimoramento é constante para desenvolvimento do seu negócio diante das ameaças. Os maiores especialistas do assunto no Brasil estarão reunidos em Salvador. Você e sua empresa poderão fazer parte deste grande encontro!

Participar do I Encontro de Direito de Digital e Segurança da Informação é estar integrado e atualizado com todas essas discussões que estão presentes na gestão das organizações contemporâneas. Discutir com especialistas destacados no cenário nacional e baiano os principais assuntos da atualidade sobre o Direito Digital e Segurança da Informação para área industrial, no âmbito jurídico e cibernético.

Na ocasião o Presidente da Softex, Ruben Delgado será palestrante com o tema: “Posicionamento em Inovação e Tecnologia para a Bahia”.

Data do evento: 03 de dezembro de 2015 Horário: Das 8:00hs às 13:00hs Local: Salão de Eventos do Ed. Mundo Plaza

Fonte: Assessoria I Encontro de Direito Digital e Segurança da Informação – Salvador / BA

Vivemos em uma época transitória de eras. Na era digital a prova passa ser eletrônica e as testemunhas passaram a ser as máquinas e seus respectivos endereços IPs. Nem todos estão preparados para abandonar velhos costumes e enfrentar novos paradigmas. Os usuários em geral não estão preparados com boas práticas para não serem vítimas de um crime digital, nem tão pouco as empresas possuem políticas de cyber segurança, backups e guarda de logs e provas.

A boa prática digital ensina que não devemos navegar em sites inseguros, não devemos realizar cadastros com nossos dados pessoais aleatoriamente; muito menos ser um clicador feliz; não devemos deixar os “cookies e popups” ativos pois nossos dados podem ser coletados e utilizados a nossa revelia.

Os golpes e ataques na internet crescem cada vez mais, em 2014 entrou em vigor o Marco Civil que dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários e prestadores de serviços de internet. Agora será o momento da transição digital, Big Data e internet das coisas (IoT), onde tudo e todos os dispositivos e dados estarão conectados permitindo-lhes enviar e receber informações através da rede. Já a guarda de dados pessoais acaba de ter seu projeto de lei (PLS 184/14) aprovado e preconiza a forma pela qual serão tratadas as informações da sociedade civil, visando salvaguardar que os usuários não tenham sua privacidade invadida o que caracterizaria crime digital.

Os crimes virtuais podem ter definições puramente virtuais, mas seus efeitos são facilmente percebidos ao chamado mundo real, atualmente não se pode separar essas duas definições, pois os crimes virtuais têm grande reflexo no cotidiano da sociedade.

As polícias estão se aperfeiçoando para enfrentar os novos tipos de crimes efetuados com simples computadores que podem ser chamados de novas armas. E como fazemos para combater tais crimes?

Cada vez mais as empresas e suas infraestruturas críticas são base e alvos do terrorismo cibernético, portanto há a necessidade imediata de blindagem das engenharias de automação das plantas industriais que assim tornam-se proativas às ameaças digitais. A questão não é mais se eu for atacado. E sim o que fazer quando for atacado.

E o assunto não para por aí! A necessidade de aprimoramento é constante para desenvolvimento do seu negócio diante das ameaças. Os maiores especialistas do assunto no Brasil estarão reunidos em Salvador. Você e sua empresa poderão fazer parte deste grande encontro!

Participar do I Encontro de Direito de Digital e Segurança da Informação é estar integrado e atualizado com todas essas discussões que estão presentes na gestão das organizações contemporâneas. Discutir com especialistas destacados no cenário nacional e baiano os principais assuntos da atualidade sobre o Direito Digital e Segurança da Informação para área industrial, no âmbito jurídico e cibernético.

Na ocasião o Presidente da Softex, Ruben Delgado será palestrante com o tema: “Posicionamento em Inovação e Tecnologia para a Bahia”.

Data do evento: 03 de dezembro de 2015 Horário: Das 8:00hs às 13:00hs Local: Salão de Eventos do Ed. Mundo Plaza

Fonte: Assessoria I Encontro de Direito Digital e Segurança da Informação – Salvador / BA

Primeira iniciativa de regionalização do Programa Start-Up Brasil tem por objetivo estimular a inovação, o empreendedorismo e a competitividade em empresas nascentes de base tecnológica no estado do Amazonas.

MOU

O Programa Start-Up Brasil, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com gestão operacional da Softex, e o Governo do Estado do Amazonas, anunciam a assinatura de um convênio de colaboração.

O acordo foi firmado na última quinta-feira (19/11) durante a 8ª edição da Feira Internacional da Amazônia (Fiam), por Fabian Petrait, vice-presidente Administração e Finanças (CFO) da Softex, e pelo secretário de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Thomaz Nogueira.

A parceria, que inclui também o Sebrae e a Fundação de Amparo à Pesquisa, tem como objetivo central apoiar e promover a inovação, o empreendedorismo e a competitividade no Estado, com destaque para as empresas inovativas de base tecnológica (startups) ligadas aos ecossistemas digitais da região. Esse apoio será efetuado por meio da implantação de metodologias de acompanhamento e desenvolvimento de negócios do Start-Up Brasil, de um programa de mentoria e da criação de uma marca regional para as ações de startups no Estado do Amazonas.

“O Amazonas é o primeiro estado a replicar a bem-sucedida política nacional de aceleração de startups, mas adaptando-a à sua realidade local. Com isso, o governo migra do atual modelo provedor para o modelo que é tendência para o futuro, que é de articulação. O ambiente empreendedor de Manaus é bastante vibrante e possui atualmente seis grandes incubadoras, uma aceleradora, diversos espaços de coworking e um grande número de indústrias, além de universidades fomentando a cultura empreendedora na grade curricular de seus cursos. Algumas startups dessa região são destaques em áreas como ecoturismo e logística fluvial e queremos aproveitar esse cenário promissor”, explica Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

O acordo de cooperação prevê, entre outras iniciativas, a realização de ações estratégicas para a promoção comercial, inteligência de mercado, promoção do Empreendedorismo Inovativo, Economia Criativa e apoio à inovação. A meta é fomentar o desenvolvimento socioeconômico do Estado por meio da inclusão e da participação comunitária, utilizando vocações locais, auxiliando e alavancando as ações já existentes, além de buscar a promoção de soluções governamentais.

Também será contratada uma equipe que se dedicará exclusivamente ao dia a dia do projeto e será responsável por selecionar, acompanhar e identificar necessidades das empresas envolvidas e as potenciais ações a serem desenvolvidas; atrair fundos de investimento e captar recursos financeiros e não financeiros para a realização das ações regionais; e mensurar o seu desempenho e resultados.

Segundo o Índice de Cidades Empreendedoras 2014 (ICE), estudo realizado pela Endeavor no ano passado, Manaus ocupa a décima posição entre as 14 cidades mais empreendedoras do país. O cenário para empreender na capital amazonense é bastante otimista já que há incentivos para mercados B2C e B2Gov, com Governos Municipal e Estadual investindo, proporcionalmente, em compras públicas e terceirização, quase 2,5 vezes mais que a média das outras capitais.

O Start-Up Brasil apoia atualmente 183 startups nacionais e internacionais, possui uma rede de 17 aceleradoras em 7 estados brasileiros e mais de 50 parceiros públicos e privados.

Primeira iniciativa de regionalização do Programa Start-Up Brasil tem por objetivo estimular a inovação, o empreendedorismo e a competitividade em empresas nascentes de base tecnológica no estado do Amazonas.

MOU

O Programa Start-Up Brasil, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com gestão operacional da Softex, e o Governo do Estado do Amazonas, anunciam a assinatura de um convênio de colaboração.

O acordo foi firmado na última quinta-feira (19/11) durante a 8ª edição da Feira Internacional da Amazônia (Fiam), por Fabian Petrait, vice-presidente Administração e Finanças (CFO) da Softex, e pelo secretário de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Thomaz Nogueira.

A parceria, que inclui também o Sebrae e a Fundação de Amparo à Pesquisa, tem como objetivo central apoiar e promover a inovação, o empreendedorismo e a competitividade no Estado, com destaque para as empresas inovativas de base tecnológica (startups) ligadas aos ecossistemas digitais da região. Esse apoio será efetuado por meio da implantação de metodologias de acompanhamento e desenvolvimento de negócios do Start-Up Brasil, de um programa de mentoria e da criação de uma marca regional para as ações de startups no Estado do Amazonas.

“O Amazonas é o primeiro estado a replicar a bem-sucedida política nacional de aceleração de startups, mas adaptando-a à sua realidade local. Com isso, o governo migra do atual modelo provedor para o modelo que é tendência para o futuro, que é de articulação. O ambiente empreendedor de Manaus é bastante vibrante e possui atualmente seis grandes incubadoras, uma aceleradora, diversos espaços de coworking e um grande número de indústrias, além de universidades fomentando a cultura empreendedora na grade curricular de seus cursos. Algumas startups dessa região são destaques em áreas como ecoturismo e logística fluvial e queremos aproveitar esse cenário promissor”, explica Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

O acordo de cooperação prevê, entre outras iniciativas, a realização de ações estratégicas para a promoção comercial, inteligência de mercado, promoção do Empreendedorismo Inovativo, Economia Criativa e apoio à inovação. A meta é fomentar o desenvolvimento socioeconômico do Estado por meio da inclusão e da participação comunitária, utilizando vocações locais, auxiliando e alavancando as ações já existentes, além de buscar a promoção de soluções governamentais.

Também será contratada uma equipe que se dedicará exclusivamente ao dia a dia do projeto e será responsável por selecionar, acompanhar e identificar necessidades das empresas envolvidas e as potenciais ações a serem desenvolvidas; atrair fundos de investimento e captar recursos financeiros e não financeiros para a realização das ações regionais; e mensurar o seu desempenho e resultados.

Segundo o Índice de Cidades Empreendedoras 2014 (ICE), estudo realizado pela Endeavor no ano passado, Manaus ocupa a décima posição entre as 14 cidades mais empreendedoras do país. O cenário para empreender na capital amazonense é bastante otimista já que há incentivos para mercados B2C e B2Gov, com Governos Municipal e Estadual investindo, proporcionalmente, em compras públicas e terceirização, quase 2,5 vezes mais que a média das outras capitais.

O Start-Up Brasil apoia atualmente 183 startups nacionais e internacionais, possui uma rede de 17 aceleradoras em 7 estados brasileiros e mais de 50 parceiros públicos e privados.

Primeira iniciativa de regionalização do Programa Start-Up Brasil tem por objetivo estimular a inovação, o empreendedorismo e a competitividade em empresas nascentes de base tecnológica no estado do Amazonas.

MOU

O Programa Start-Up Brasil, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com gestão operacional da Softex, e o Governo do Estado do Amazonas, anunciam a assinatura de um convênio de colaboração.

O acordo foi firmado na última quinta-feira (19/11) durante a 8ª edição da Feira Internacional da Amazônia (Fiam), por Fabian Petrait, vice-presidente Administração e Finanças (CFO) da Softex, e pelo secretário de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Thomaz Nogueira.

A parceria, que inclui também o Sebrae e a Fundação de Amparo à Pesquisa, tem como objetivo central apoiar e promover a inovação, o empreendedorismo e a competitividade no Estado, com destaque para as empresas inovativas de base tecnológica (startups) ligadas aos ecossistemas digitais da região. Esse apoio será efetuado por meio da implantação de metodologias de acompanhamento e desenvolvimento de negócios do Start-Up Brasil, de um programa de mentoria e da criação de uma marca regional para as ações de startups no Estado do Amazonas.

“O Amazonas é o primeiro estado a replicar a bem-sucedida política nacional de aceleração de startups, mas adaptando-a à sua realidade local. Com isso, o governo migra do atual modelo provedor para o modelo que é tendência para o futuro, que é de articulação. O ambiente empreendedor de Manaus é bastante vibrante e possui atualmente seis grandes incubadoras, uma aceleradora, diversos espaços de coworking e um grande número de indústrias, além de universidades fomentando a cultura empreendedora na grade curricular de seus cursos. Algumas startups dessa região são destaques em áreas como ecoturismo e logística fluvial e queremos aproveitar esse cenário promissor”, explica Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

O acordo de cooperação prevê, entre outras iniciativas, a realização de ações estratégicas para a promoção comercial, inteligência de mercado, promoção do Empreendedorismo Inovativo, Economia Criativa e apoio à inovação. A meta é fomentar o desenvolvimento socioeconômico do Estado por meio da inclusão e da participação comunitária, utilizando vocações locais, auxiliando e alavancando as ações já existentes, além de buscar a promoção de soluções governamentais.

Também será contratada uma equipe que se dedicará exclusivamente ao dia a dia do projeto e será responsável por selecionar, acompanhar e identificar necessidades das empresas envolvidas e as potenciais ações a serem desenvolvidas; atrair fundos de investimento e captar recursos financeiros e não financeiros para a realização das ações regionais; e mensurar o seu desempenho e resultados.

Segundo o Índice de Cidades Empreendedoras 2014 (ICE), estudo realizado pela Endeavor no ano passado, Manaus ocupa a décima posição entre as 14 cidades mais empreendedoras do país. O cenário para empreender na capital amazonense é bastante otimista já que há incentivos para mercados B2C e B2Gov, com Governos Municipal e Estadual investindo, proporcionalmente, em compras públicas e terceirização, quase 2,5 vezes mais que a média das outras capitais.

O Start-Up Brasil apoia atualmente 183 startups nacionais e internacionais, possui uma rede de 17 aceleradoras em 7 estados brasileiros e mais de 50 parceiros públicos e privados.

Belém receberá mais um grande evento de Tecnologia e Inovação, no dia 21 de novembro no Hangar, O Tá Safo Conf. O evento terá 4 trilhas com palestras concomitantes. As trilhas são Mobile; Desenvolvimento, Operações e Teste; Gestão, Negócios e Agilidade; Inovação, Empreendedorismo e Comunidades.

Em sua segunda edição, a conferência é organizada pelo grupo Tá Safo, uma comunidade de profissionais de tecnologia da região, com apoio da SUCESU-PA. Quem se inscrever no evento terá direito de participar do V Fórum de Tecnologia da Informação e Comunicação que ocorrerá dia 20 de novembro, sexta-feira e participar da conferência que ocorrerá no dia 21, sábado.

Profissionais e estudantes de tecnologia de Belémimage1 e outras cidades do Pará, terão oportunidade de conhecer novas tecnologias e metodologias de gestão de projetos e desenvolvimento de produtos, além de discutir sobre novas tendências do mercado e aproveitar para fazer networking com profissionais renomados no ramo de desenvolvimento de software, gestão e empreendedorismo.

“Conferências desse nível são meio raras em nossa região, muitas vezes temos que viajar para outros Estados para participar de eventos de Tecnologia de alto nível. O Tá Safo Conf e o Fórum de TIC  são uma grande oportunidade para que empresas, profissionais e estudantes possam conversar sobre inovações tecnológicas na área de software e desenvolvimento de novos produtos e negócios”, afirma Paulo Moura, um dos organizadores da Conferência.

“Eventos como o Tá Safo Conf são disruptivos, pois desafia o status quo e promove quebra de paradigmas com novas formas de desenvolver software, criar produtos e lidar com pessoas em nossas organizações. Os organizadores e os palestrantes possuem larga experiência em métodos inovadores de gestão e desenvolvimento de produtos, utilizados pelas principais empresas de tecnologia do mundo e que desafiam o que chamamos de métodos tradicionais”, explica Paulo.

O Evento contará com a presença de Carlos Alberto Leitão, Diretor de Relações Institucionais da Softex. Na ocasião o executivo discorrerá sobre o tema: Governança em TI e Programas de Startups.

Acesse a programação completa do evento em:
http://www.sucesu.pa.gov.br/forumtic/index.html#schedule