A Softex e o MpsBr, comunicam as condições para inscrição no Curso de Introdução ao MPS-Software (C1-MPS-SW), em Belém-PA. Data: 09 de setembro de 2016 (6ª feira) Horário: 08:00 às 18:00 Duração: 8 horas Local: Equilibrium Instrutor: Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira Pré-requisito: Não há pré-requisito para inscrição neste curso. Mas, este curso é pré-requisito para: • participação como representante da empresa na equipe de avaliação oficial MPS-SW; • inscrições futuras em Cursos de Implementação MPS-Software (C2-MPS-SW), Prova de Implementação MPS-Software (P2-MPS-SW), Cursos de Avaliação MPS (C3-MPS) e Prova de Avaliação MPS-Software (P3-MPS-SW). A Softex não emite notas fiscais: o Curso em questão, com recibo enviado, não deve ter retenção na fonte de tributos, conforme lei federal complementar 116/03, artigo 3º, inciso I a XXII. Para ler a declaração completa favor clique no link a seguir: Declaração. Confira o comunicado completo do curso: C1-SW_Belém/PA_09setembro2016

Curso de Introdução ao MPS-Serviços (C1-MPS-SV) – Barueri/SP – 30 e 31 de agosto de 2016 (3ª e 4ª)

Curso de Introdução ao MPS-Serviços (C1-MPS-SV) – Barueri/SP – 30 e 31 de agosto de 2016 (3ª e 4ª)

Especialistas debateram durante dois dias como a adoção de tecnologias inovadoras, como os métodos ágeis, refletem tanto no segmento como no MPS

A 12ª edição do Workshop Anual do MPS (WAMPS 2016) teve Brasília como sede e reuniu mais de 60 especialistas altamente qualificados ligados à engenharia de software para discutir o tema “Os Processos de Software no contexto de Governança de TI”, analisando o impacto gerado pela adoção de novas tecnologias, como a de métodos ágeis, no Programa MPS.BR. Foram debatidos ainda os processos voltados para os órgãos públicos e os novos desafios.

“Estamos convictos de que o nosso mercado deve ser o mundo e nesse sentido a área de software se serviços de TI tem uma responsabilidade gigante. É essencial nesse cenário ampliar a integração da tripla hélice – academia, empresas e governo – para criar um país mais competitivo, mais forte economicamente e também mais inteligente. Revolucionamos o panorama mundial ao desenvolver e implementar as eleições eletrônicas e o Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB) e não podemos mais perder as janelas de oportunidade que se abrem para as nossas empresas no mercado global”, destacou Hernan Chaimovich, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na solenidade de abertura do WAMPs.

Participaram do evento representantes de oito estados brasileiros, além do Distrito Federal, tendo sido submetidos ao Congresso 19 artigos dos quais sete foram selecionados, compondo as sessões técnicas que integraram a programação.

“Uma das propostas do WAMPs é possibilitar o intercâmbio de experiências e os temas dos trabalhos dão uma noção do caráter técnico desta iniciativa bem-sucedida que chega agora à sua décima segunda edição”, analisa Nelson Franco, gerente da qualidade da Softex.

Os métodos ágeis são uma nova forma de gestão e de desenvolvimento de software que têm por objetivo entregar a solução funcionando totalmente. Isso se dá, entre outros fatores, através de uma maior aproximação e colaboração do time de desenvolvimento com os experts de negócios, reduzindo os riscos associados às incertezas dos projetos.

Luiz F Callado, IBM Hybrid Cloud Sales Leader – DevOps, participou do WAMPS 2016 e comentou que “o encontro foi muito importante por discutir a adoção de novas tecnologias e seus impactos no modelo MPS-BR.  As empresas estão adotando cada vez mais metodologias ágeis e DevOps. O workshop desse ano apresentou vários casos de sucesso incluindo as instituições públicas.  Isso ressalta a importância do Modelo MPS-BR assim como a necessidade constante de buscar a sua melhoria contínua para suportar essas novas tecnologias”. Para o executivo, esse tipo de iniciativa é fundamental para a indústria de TI brasileira uma vez que o uso de uma metodologia ou modelo de base é essencial para garantir a qualidade do desenvolvimento de software no país.

Como umas das novidades do WAMPS de 2016 foram realizados dois minicursos: DevOps na Prática e Design Thinking. A apresentação de cinco casos de sucesso e sessões de coaching complementaram a agenda do encontro, modelo este que deve ser replicado em outros encontros/workshops.

A exemplo do que já havia ocorrido na edição do ano passado, foi entregue o Prêmio Jorge Luis Boria ao melhor artigo técnico apresentado. O escolhido foi “Compreendendo a Influência dos Valores Organizacionais Relacionados ao Líder de Projeto nas Iniciativas de Melhoria de Processo de Software”, que tem como autores Álan Júnior Andrade, Odette Mestrinho Passos e Arilo Dias Neto. Os dois primeiros são do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas e o último do Instituto de Computação, também da Universidade Federal do Amazonas.

“Na visão dos participantes, o WAMPS 2016 apresentou um saldo muito positivo, permitindo ainda o fortalecimento das relações com os palestrantes oriundos de organismos estratégicos do Governo Federal”, concluiu Nelson Franco, lembrando que o encontro permitiu a discussão de visões atualizadas, possibilitando à Softex mapear novas ações ligadas à melhoria da qualidade, dos serviços e da gestão, sempre tendo como foco a melhoria dos negócios das empresas.

Com um total de 729 avaliações MPS publicadas, das quais 241 válidas, integram atualmente a linha de frente do programa 17 Instituições Implementadoras e 10 Instituições Avaliadoras, sendo que mais de 6.400 pessoas já participaram de cursos oficiais MPS.

Especialistas debateram durante dois dias como a adoção de tecnologias inovadoras, como os métodos ágeis, refletem tanto no segmento como no MPS

A 12ª edição do Workshop Anual do MPS (WAMPS 2016) teve Brasília como sede e reuniu mais de 60 especialistas altamente qualificados ligados à engenharia de software para discutir o tema “Os Processos de Software no contexto de Governança de TI”, analisando o impacto gerado pela adoção de novas tecnologias, como a de métodos ágeis, no Programa MPS.BR. Foram debatidos ainda os processos voltados para os órgãos públicos e os novos desafios.

“Estamos convictos de que o nosso mercado deve ser o mundo e nesse sentido a área de software se serviços de TI tem uma responsabilidade gigante. É essencial nesse cenário ampliar a integração da tripla hélice – academia, empresas e governo – para criar um país mais competitivo, mais forte economicamente e também mais inteligente. Revolucionamos o panorama mundial ao desenvolver e implementar as eleições eletrônicas e o Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB) e não podemos mais perder as janelas de oportunidade que se abrem para as nossas empresas no mercado global”, destacou Hernan Chaimovich, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na solenidade de abertura do WAMPs.

Participaram do evento representantes de oito estados brasileiros, além do Distrito Federal, tendo sido submetidos ao Congresso 19 artigos dos quais sete foram selecionados, compondo as sessões técnicas que integraram a programação.

“Uma das propostas do WAMPs é possibilitar o intercâmbio de experiências e os temas dos trabalhos dão uma noção do caráter técnico desta iniciativa bem-sucedida que chega agora à sua décima segunda edição”, analisa Nelson Franco, gerente da qualidade da Softex.

Os métodos ágeis são uma nova forma de gestão e de desenvolvimento de software que têm por objetivo entregar a solução funcionando totalmente. Isso se dá, entre outros fatores, através de uma maior aproximação e colaboração do time de desenvolvimento com os experts de negócios, reduzindo os riscos associados às incertezas dos projetos.

Luiz F Callado, IBM Hybrid Cloud Sales Leader – DevOps, participou do WAMPS 2016 e comentou que “o encontro foi muito importante por discutir a adoção de novas tecnologias e seus impactos no modelo MPS-BR.  As empresas estão adotando cada vez mais metodologias ágeis e DevOps. O workshop desse ano apresentou vários casos de sucesso incluindo as instituições públicas.  Isso ressalta a importância do Modelo MPS-BR assim como a necessidade constante de buscar a sua melhoria contínua para suportar essas novas tecnologias”. Para o executivo, esse tipo de iniciativa é fundamental para a indústria de TI brasileira uma vez que o uso de uma metodologia ou modelo de base é essencial para garantir a qualidade do desenvolvimento de software no país.

Como umas das novidades do WAMPS de 2016 foram realizados dois minicursos: DevOps na Prática e Design Thinking. A apresentação de cinco casos de sucesso e sessões de coaching complementaram a agenda do encontro, modelo este que deve ser replicado em outros encontros/workshops.

A exemplo do que já havia ocorrido na edição do ano passado, foi entregue o Prêmio Jorge Luis Boria ao melhor artigo técnico apresentado. O escolhido foi “Compreendendo a Influência dos Valores Organizacionais Relacionados ao Líder de Projeto nas Iniciativas de Melhoria de Processo de Software”, que tem como autores Álan Júnior Andrade, Odette Mestrinho Passos e Arilo Dias Neto. Os dois primeiros são do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas e o último do Instituto de Computação, também da Universidade Federal do Amazonas.

“Na visão dos participantes, o WAMPS 2016 apresentou um saldo muito positivo, permitindo ainda o fortalecimento das relações com os palestrantes oriundos de organismos estratégicos do Governo Federal”, concluiu Nelson Franco, lembrando que o encontro permitiu a discussão de visões atualizadas, possibilitando à Softex mapear novas ações ligadas à melhoria da qualidade, dos serviços e da gestão, sempre tendo como foco a melhoria dos negócios das empresas.

Com um total de 729 avaliações MPS publicadas, das quais 241 válidas, integram atualmente a linha de frente do programa 17 Instituições Implementadoras e 10 Instituições Avaliadoras, sendo que mais de 6.400 pessoas já participaram de cursos oficiais MPS.

Empresa investe na obtenção de avaliações em software, serviços e recursos humanos e ganha eficiência

Uma das poucas empresas brasileiras a receber as três avaliações do Programa MPS tanto em Software (MPS-SW Nível F) como em Serviços (MPS-SV Nível G) e em Gestão de Pessoas (MPS-RH Nível G), a paranaense Datacoper tem se beneficiado dessa iniciativa em seus resultados comerciais. Ela foi fundada em 1991 em Cascavel, no Paraná, com o objetivo de desenvolver soluções de gestão empresarial para o agronegócio, contando atualmente com uma equipe formada por mais de 130 colaboradores especialistas em diversas áreas.

Hoje, a Datacoper investe em ações empreendedoras, criando soluções modernas e inovadoras para cooperativas, cerealistas, agroindústrias, laticínios e revendas de insumos agrícolas. Segundo Cezar Luiz Bernardon, seu sócio-fundador, “a decisão de investir nessas avaliações surgiu da necessidade de atingirmos os objetivos estratégicos que foram definidos para a empresa com o propósito de melhorar os seus serviços e produtos, buscando satisfazer às expectativas dos acionistas”.

Cezar Bernardon comenta também que esse investimento, alinhado ao planejamento estratégico, “teve reflexos positivos na satisfação dos acionistas, colaboradores e clientes, com uma percepção da entrega de serviços e produtos mais alinhada às expectativas do negócio”.

Em sua análise, o executivo da Datacoper destaca ainda que a implementação do MPS-SW gerou expressivos ganhos de eficiência nos processos. “Após a padronização dos processos, pudemos aplicar melhorias na gestão, sobretudo em projetos e desenvolvimentos, áreas em que eles passaram a estar mais bem alinhados às práticas, hoje já institucionalizadas, da organização”, destaca.

Em um ano de monitoramento, a Datacoper aumentou em 63% a efetividade das entregas de defeitos e em 5% o volume de horas cobradas. Esses ganhos ocorreram sem alterações significativas no quadro de colaboradores que foram envolvidos no modelo MPS, tanto que ao final do processo de implementação, um levantamento realizado pela companhia apurou que 97% dos respondentes aprovaram a iniciativa.

Dos três modelos de qualidade implementados, o MPS-SV foi o que trouxe maior impacto para o cliente em razão do foco da companhia na entrega de serviços e não de projetos em si. Tanto o MPS-SW como o MPS-RH proporcionaram ganhos à organização das demandas da equipe e a adoção de alguns controles que antes não eram observados, somente “sentidos”.

Em relação ao MPS-SV, houve na empresa um significativo aumento da percepção e do reconhecimento de melhora. “Em média, a efetividade de atendimento dos clientes teve um ganho de mais de 50%”, pondera o executivo.

Já na área de gestão de pessoas (MPS-RH), a adoção das práticas do modelo tornou possível definir e declarar processos e padrões que passaram a ser mais bem percebidos e reconhecidos pelos colaboradores como sendo passos necessários para uma melhor compreensão das expectativas da companhia. “O MPS-RH gerou ainda um ganho até então desconhecido de recursos de infraestrutura além de abrir espaço para a criação de uma forma de acompanhamento das demandas internas”, conclui Cezar Bernardon.

Para Nelson Franco, gerente da Qualidade da Softex, “a Datacoper teve a sensibilidade para fazer uma leitura abrangente da importância de se investir na melhoria de processos como uma ferramenta para otimizar os negócios da empresa como um todo”.

Sobre o Programa MPS BR, Nelson Franco lembra que ele já ultrapassou a marca de 720 avaliações. “É um número muito expressivo para um programa criado em dezembro de 2003, e que nos últimos três anos vem registrando uma liderança no mercado brasileiro frente a modelos já consagrados, por ser o mais adequado à realidade e às necessidades das empresas nacionais”.