Por Redação Softex

Com o objetivo de qualificar mais de 30 mil profissionais nas áreas de segurança da informação e privacidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou o lançamento do programa Hackers do Bem nesta segunda-feira, dia 22 de maio, em Brasília.

A solenidade de apresentação, realizada durante o 24º Workshop RNP (WRNP), contou com as participações de Henrique de Oliveira Miguel, representando o MCTI; Ana Oliveira, coordenadora de qualidade da Softex; Nelson Simões, diretor-geral da RNR; e Ricardo Figueiredo, diretor regional do SENAI SP.

Sob a coordenação da Softex, ele será executado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) em parceria com o SENAI-SP. Contará, para a sua realização, com R$ 30 milhões em recursos oriundos da Lei de TIC por meio do Programa Prioritário Nacional de Inovação (PPI).

“O Programa Hackers do Bem possui um valor estratégico para o Brasil ao contribuir diretamente com a qualificação profissional – que eleva o índice escolar – e ao estruturar elementos que fortalecem o ecossistema de cibersegurança. Os resultados vão desde avanços do País em uma área crítica que afeta de uma forma holística diferentes setores econômicos e que se refletem também na sociedade e na vida dos cidadãos”, avalia a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.

Gratuito, o programa oferecerá inicialmente cinco cursos nos níveis de nivelamento, básico, fundamental, especializado e residência tecnológica para estudantes do ensino técnico, médio e superior, profissionais da área de tecnologia que buscam especialização e para quem procura migrar de área. Apenas na primeira fase, pretende recrutar pelo menos 30 mil alunos.

Durante a formação, eles terão acesso a aulas ao vivo, exercícios teóricos e práticos com a utilização de simuladores, vídeos e outros recursos. Os cursos têm coordenação acadêmica do Senai-SP e da Escola Superior de Redes (ESR), braço de capacitação da RNP, que possui mais de 17 anos de expertise em formação profissional em TIC.

“Somente no Brasil, há mais de 300 mil vagas que não são preenchidas por falta de profissionais de cibersegurança. O Hackers do Bem, além de desenvolver competências em segurança cibernética, impactando o mercado e todos os setores, estabelece mecanismos de integração e sinergia com diferentes atores dos ecossistemas de ensino, pesquisa, inovação e segurança da informação”, explica o diretor-adjunto de Cibersegurança da RNP, Emilio Nakamura.

O programa Hackers do Bem prevê ainda o fomento do ecossistema de inovação em cibersegurança para formação de empreendedores para área, desenvolvimento de projetos de P&D e a implantação de um hub nacional para este segmento, envolvendo instituições, associações, governo, reguladores, aceleradores, empresas, startups, empreendedores e alunos.

Para Ruben Delgado, presidente da Softex, “além de contribuir para que o déficit de profissionais na área seja rapidamente reduzido, o programa colaborará para a construção de uma indústria nacional de segurança cibernética inovadora, apoiada por pesquisas e por produções científicas de alto nível, capaz de reter talentos que possam realimentar o ciclo de produção do conhecimento, fortalecendo, assim, todo o ecossistema”.

“A digitalização é uma importante ferramenta na agenda de competitividade da indústria, sendo o profissional de cibersegurança fundamental para proteger as empresas das vulnerabilidades do ambiente digital.  Com esse programa, juntos, vamos impactar um grande número de pessoas, gerando empregos e fornecendo as pessoas capacitadas que a indústria precisa”, garante o diretor-regional do Senai-SP, Ricardo Figueiredo Terra.

Os interessados em participar do programa podem se cadastrar e receber informações em primeira mão em https://hackersdobem.rnp.br/home.

 

Por Redação Softex

Uma pesquisa do Instituto Affare para a Startse apurou que metade (50,5%) dos brasileiros têm medo de perder o emprego para uma IA. Em contrapartida, quase metade (49,4%) também já usou a tecnologia em algum momento. A pesquisa, realizada entre os dias 14 e 16 de abril, ouviu 577 pessoas e faz parte de uma iniciativa para mapear e educar sobre o uso de IA no mercado brasileiro.

Ainda que tenham medo de perder o emprego, os brasileiros parecem otimistas em relação às mudanças que a IA pode proporcionar. Para 45,4% dos entrevistados, a Inteligência Artificial pode trazer mais benefícios do que problemas. Já 25,6% acham que pode trazer mais problemas. Foram 50,7% os que afirmaram confiar na tecnologia, ante 39,3% que não confiam.

A saúde se destaca como a área que brasileiros acreditam será mais impactada pela IA, com 27,3% das respostas. Inclusive, 40,6% dos entrevistados disseram que talvez confiassem em um diagnóstico médico feito por IA, contra 24,3% que não confiariam e prefeririam um médico humano. Outros 21,4% afirmaram que confiariam totalmente.

A segunda é educação (21,1%). Nesse campo, 36,5% responderam que talvez confiassem na Inteligência Artificial como ferramenta nas escolas e estudos. Outros 28,4% afirmaram que não confiariam e prefeririam um professor humano. Já 18,3% confiariam totalmente.

Na sequência, respondentes disseram que será modificada pela tecnologia ciência (19,7%), negócios (13,4%), meio ambiente, (4,2%) e transportes (1,5%). Já para 4,6% dos respondentes, a IA “não ajuda” nenhuma área.

Por Redação Softex

O Instituto Federal do Paraná (IFPR) está com inscrições abertas para a segunda turma do “Curso de 5G”, uma parceria com a Softex através de uma ação do MCTI Futuro.

Com duração de 40 horas, o curso será realizado on-line e os alunos que apresentarem o melhor desempenho receberão vouchers para participar da prova de certificação em 5G da multinacional Huawei.

Os interessados têm até o dia 24 de maio para garantir sua vaga acessando https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_fN1NIlCrV1I-1-rzgbKNk5cTHZsi_5vhtAMR_DZo2NgHRw/viewform

 

Por Redação Softex

Estão abertas as inscrições para a seleção das 50 empresas interessadas em cadastrar desafios tecnológicos próprios e praticar a inovação aberta por meio do programa Conecta Startup Brasil.

Trata-se de uma ação gratuita de pré-aceleração de startups em estágio inicial e realizada em conjunto pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Softex e o parceiro executor, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Em sua segunda edição, o programa contará com quase R$ 4 milhões em recursos para fomento sem comprometimento de participação societária (equity free).

“O mercado pode esperar uma nova geração de empreendedores que estejam cada vez mais focados nas suas demandas e que criem produtos e soluções tecnológicas que atendam às necessidades das empresas e, com isso, a gente cria uma simbiose entre as empresas que estão no mercado e os futuros empreendedores que nascerão mais bem colocados nesse cenário” afirma Bruno Jorge, Gerente de Difusão de Tecnologias da ABDI.

A inscrição e a participação no programa são gratuitas para empresas de todos os segmentos e tamanhos. Serão selecionadas as 50 que melhor comprovem sua aptidão para realizar inovação aberta com equipes empreendedoras e startups em estágio inicial por um período de até 12 meses.

Nesse processo, elas deverão cadastrar desafios tecnológicos, validá-los em reuniões on-line ou presenciais, realizar provas de conceito, acompanhamento técnico, mentorias e enviar um relatório de boas práticas e lições aprendidas ao final de cada fase.

Segundo dados do estudo “O Panorama da Inovação Aberta nas Empresas do Brasil” realizado pela Softex, 88% das empresas brasileiras já desenvolveram ações de inovação aberta, 67% tiveram as startups como principal perfil de parceiros e 76% vêm realizando investimentos em inovação com recursos próprios.

“Para as empresas, o programa é uma oportunidade para o fortalecimento da cultura de inovação aberta, inclusão no ecossistema, acesso a novas tecnologias e desenvolvimento de soluções inovadoras totalmente aderentes às suas necessidades”, ressalta Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

O Conecta Startup Brasil se destaca frente a outras iniciativas por focar em startups em estágio inicial de todas as regiões do país. Seu propósito é fortalecer o ecossistema de inovação brasileiro em uma ação integrada por meio da realização de conexões para solucionar demandas reais do mercado.

Em sua primeira edição, o programa capacitou mais de 600 empreendedores, conectando-os a 237 desafios tecnológicos de 50 empresas selecionadas em 23 áreas temáticas, entre as quais Vale, 3M, Bosch, Natura e Johnson&Johnson.

Para mais informações sobre a chamada para as empresas, visite https://conectastartupbrasil.org.br/. As inscrições estarão abertas até o dia 18 de junho.

Por Redação Softex

Pesquisa da consultoria Gartner com mais de 2.500 líderes executivos revelou que 45% dos respondentes aumentaram os investimentos em inteligência artificial (IA) em razão da crescente visibilidade do ChatGPT; 70% está em modo de investigação e exploração com IA generativa e 19% em modo piloto ou de produção. A experiência do cliente é o foco principal dos investimentos em IA generativa segundo 38% dos entrevistados.

A pesquisa descobriu que 68% dos executivos acreditam que os benefícios da IA ​​generativa superam os riscos, em comparação com apenas 5% que acham que os riscos superam os benefícios. No entanto, os executivos podem começar a mudar sua perspectiva à medida que os investimentos se aprofundam.

À medida que as organizações começam a experimentar a IA generativa, muitas estão iniciando com casos de uso, como melhoria de conteúdo de mídia ou geração de código. Embora esses esforços possam ser um forte valor agregado inicial, a IA generativa tem um vasto potencial para oferecer suporte a soluções que aprimoram humanos ou máquinas e executam processos de negócios e TI de forma autônoma.

“O entusiasmo inicial por uma nova tecnologia pode dar lugar a uma análise mais rigorosa dos riscos e desafios de implementação”, disse Frances Karamouzis, VP Analyst do Gartner “As organizações provavelmente encontrarão uma série de questões de confiança, risco, segurança, privacidade e ética quando começarem a desenvolver e implantar IA generativa.”

Fonte: Gartner (maio de 2023)

Por Redação Softex

No próximo dia 11 de maio, a Unicamp promoverá no auditório do Instituto de Computação o evento gratuito “É hora de <Re>conectar com tecnologia” tendo como tema central as aplicações da Inteligência Artificial nos negócios em áreas diversas como saúde, desenvolvimento de produtos, gestão de riscos e vendas.

Desenvolvida especialmente para líderes empresariais, de tecnologia, de inovação digital e da academia, a programação inclui a apresentação das experiências, da aprendizagem e muitas dicas valiosas de alguns dos maiores experts em inteligência artificial no país, como o Prof. Dr. Leandro Villas, diretor do IC Unicamp; Profª. Dra. Esther Colombini, coordenadora de Linha no Hub de Inteligência Artificial e Arquiteturas Cognitivas; Prof. Dr. Anderson Rocha, diretor do Recod.ai e Coordenador do Hub Viva Bem de Inteligência Artificial para Saúde e Bem-estar; Profª. Dra. Sandra Avila, professora assistente do IC Unicamp; Bernardo Oliveira, machine learning advisory engineer na Motorola Mobility; Eduardo Conejo, gerente sênior de Inovação na Samsung Brasil; e Rose Ramos, founder e CEO na Match IT.

Para mais informações sobre o conteúdo e para solicitar seu convite acesse https://reconectarcomtecnologia.com.br/ia-unicamp