As inscrições estão abertas até o dia 21 de fevereiro.  Até 50 startups serão aceleradas pelo hub de inovação aberta

Por Assessoria de Imprensa Softex

 

Brasília, 14 de fevereiro de 2022.  O Programa de Aceleração FIEMG Lab 4.0 tem o propósito de contribuir para gerar resultados junto às startups ao longo da história. E os números dessa trajetória são impressionantes: 100  startups IndTechs Aceleradas, 3074 encontro de negócios e mais de 300 negócios gerados entre startups e indústrias. Somente em 2021, as startups aceleradas geraram R$ 46 milhões em novos negócios com as indústrias.

 

Diante desses desse leque de oportunidades, a 4ª Jornada, cujas inscrições se encerram no dia 21 de fevereiro, pretende acelerar pelo hub de inovação aberta até 50 startups B2B com soluções para a indústria. O programa é 100% estruturado para Startups IndTechs em formato online, ou seja, podem participar startups de todo o país.

Outro destaque é que foram disponibilizados mais de R$ 1 milhão de reais para Provas de Conceito com as 5 indústrias do Futuro: Anglo American, Gerdau, Novo Nordisk, RHI Magnesita e Stellantis. Essas indústrias participam ativamente da construção e do desenvolvimento da jornada de aceleração, com disponibilização de know-how, intensas conexões e com recursos financeiros.

O FIEMG Lab 4.0 é uma excelente oportunidade de negócios com acesso à rede FIEMG Lab de 15 mil indústrias de diversos setores. Há, também, uma comunidade exclusiva de empreendedores com foco em soluções industriais. O programa é free-equity (participação societária). Mais informações e inscrições: https://fiemglab.com.br/quarta-jornada/

 

Sobre a FIEMG Lab 4.0

O FIEMG Lab 4.0 é um programa de aceleração com foco integral em startups B2B, chamadas IndTechs, que oferecem soluções para a indústria. Inspirado nos grandes polos industriais internacionais, o Programa de Aceleração de Startups FIEMG Lab 4.0 foi pioneiro no Brasil e implementou um modelo de aceleração tecnológica combinada à aceleração de negócios. Esse modelo permite o impulsionamento das soluções tecnológicas das startups do programa e garante uma maior aderência delas à realidade da indústria.

O perfil do profissional digital no Brasil é homem, branco, residente no Sudeste e tem entre 26 e 30 anos. Esta é uma das constatações do relatório Digital Skills, recém-lançado pela edtech Tera em parceria com a Mindminers e que ouviu mais de 2.000 pessoas das áreas de Product Management, UX Design, Marketing Digital, Dados e Desenvolvimento de Software, além de profissionais desempregados ou que estão em transição de carreira para o mercado digital.

Apesar dos esforços realizados para tornar o mercado digital cada vez mais diverso e inclusivo, ele ainda está muito aquém do ideal. Apenas dois a cada dez profissionais são negros e que mulheres ainda são minoria nas áreas de Dados (33,1%) e Desenvolvimento de Software (30,8%).

Os dados apontam que pessoas negras (pretas e pardas) são apenas uma em cada quatro profissionais de Marketing Digital, carreira com maior diversidade racial. Já Product Management registra o menor índice: 16% contra 79% de pessoas brancas. Daqueles que informaram ganhar mais de R$ 10 mil por mês, apenas 13% são negros, enquanto na faixa salarial de até R$ 3,3 mil, eles representam 39%.

Sobre diversidade de gênero, as mulheres representam 50,4% dos participantes da pesquisa, estando presentes principalmente nas carreiras de Marketing Digital, Produto e UX Design. Já em Dados e Desenvolvimento de Software, áreas conhecidas pela predominância masculina, o equilíbrio ainda é um desafio — elas correspondem a 33,1% e 30,8%, respectivamente.

Para Leandro Herrera, CEO e fundador da Tera, em um país onde mais de 56% da população é negra, continua surpreendendo que o mercado de tecnologia ainda tenha 73,2% de pessoas brancas. “Quando olhamos os dados de profissionais em cargos e salários mais altos, a quantidade de pessoas pretas e pardas diminui para 13% e os cruzamentos entre raça e gênero continuam preocupantes”, afirma. “Para se tornar parte da solução, acreditamos que empresas precisam tornar a busca intencional por diversidade em um objetivo de negócio. Só assim conseguiremos garantir um mercado mais justo e tão diverso quanto o Brasil”, completa.

Em relação ao perfil dos participantes por estado, a região Sudeste concentra a maioria dos profissionais, com São Paulo (50%), Minas Gerais (8,7%) e Rio de Janeiro (8%) na liderança. Em seguida, aparece a região Sul, com Paraná (4,7%), Rio Grande do Sul (4,1%) e Santa Catarina (3,9%). Por último, o Nordeste, com Bahia (2,4%), Pernambuco (2,5%) e Ceará (1,8%). Já a região Norte não conta com nenhum estado entre as 10 UFs com mais respondentes.

Clique aqui para acessar o conteúdo completo do estudo.

 

 

 

De acordo com dados apurados pelo estudo “Como as PMEs brasileiras enfrentaram a pandemia da Covid-19”, encomendado pela Microsoft à Edelman, 93% aceleraram o seu processo de transformação digital desde o início da pandemia.

Segundo o levantamento, 97% das PMEs consideram importante incluir tecnologia no modelo de trabalho de forma permanente, porém 40% disseram que sua empresa terá que investir em tecnologia.

O uso de dados que, quando processados, se tornam informações relevantes para auxiliar na tomada de decisão das PMEs, também foi acelerado. A maioria, 94%, afirmou tomar decisões com base nesses dados e 76% diz treinar os funcionários para serem orientados por eles.

“As PMEs têm um papel fundamental na nossa economia, representando cerca de um terço do PIB nacional, além de serem responsáveis por mais da metade dos empregos formais e informais do Brasil. Para nós, é muito importante entender como o setor tem se transformado digitalmente e como as nossas tecnologias se conectam para impulsionar esses negócios”, afirma Priscyla Laham, vice-presidente de vendas para o mercado corporativo e SMB da Microsoft Brasil.

Para conferir o conteúdo completo desse estudo, que ouviu proprietários, parceiros e diretores de mais de 300 pequenas, médias e microempresas de todo o país, clique aqui

Segundo levantamento do Gartner, até 2026 cerca de 25% das pessoas gastarão pelo menos uma hora por dia no Metaverso trabalhando, fazendo compras, estudando ou realizando atividades sociais e/ou entretenimento. E, até lá, 30% das organizações do mundo terão produtos e serviços prontos para essa plataforma. O Metaverso impactará todos os negócios com os quais os consumidores interagem todos os dias.

A consultoria entende o Metaverso como um espaço compartilhado virtual coletivo, criado pela convergência da realidade física e digital virtualmente aprimorada, capaz e oferecer experiências imersivas aprimoradas, bem como independente de dispositivo e acessível por meio de qualquer tipo de dispositivo – de tablets a óculos 3D.

Como nenhum fornecedor será o proprietário do Metaverso, o Gartner espera que ele tenha uma economia virtual habilitada por moedas digitais e tokens não fungíveis (NFTs).

Marty Resnick, vice-presidente de pesquisa do Gartner, pondera que os fornecedores já estão criando maneiras de os usuários replicarem suas vidas nos mundos digitais. “Desde a participação em salas de aula virtuais até a compra de terrenos digitais e a construção de casas virtuais, essas atividades estão sendo realizadas atualmente em ambientes separados. Eventualmente, eles ocorrerão em um único ambiente – o Metaverso – com vários destinos em tecnologias e experiências”, conclui.

Por Ruben Delgado, presidente da Softex

Mais um ano que começa e com ele a esperança, os anseios, os sonhos e agora, mais do que nunca, resiliência. Aliás, essa última palavra não sairá tão cedo do nosso rico vocabulário: ela ditou uma mudança significativa no comportamento da humanidade nos últimos dois anos. Nos adaptamos a situações difíceis e aprendemos, diariamente, com a experiência que a vida está nos mostrando. É um processo de autoconhecimento.

Aliado à Resiliência, buscamos uma nova forma de inovar, em todos os sentidos. E essa inovação perpassa pelos caminhos de nossas vidas. Não bastasse o tamanho desafio, fomos catapultados pelo desconhecido para um futuro que chegou sem pedir licença.

Essa avalanche de sentimentos diversos, carregada de um futuro que estava à espreita, trouxe mudanças perceptíveis em várias áreas do conhecimento, mas uma delas carece destaque: foi pela tecnologia que encontramos um caminho menos tortuoso e é com ela que vamos reconstruir nossa história.

Aliás, nesse capítulo da nossa longa jornada, não há como deixar de lado o papel fundamental de empresas, startups e entidades que acreditam em um futuro mais tecnológico. Não obstante, esse mudo digital, que passa a fazer parte definitivamente do nosso cotidiano, traz alguns aspectos positivos como o estímulo à criatividade, agilidade nos negócios, além de proporcionar a realização de trabalhos muito mais eficientes e dinâmicos.

Nesse contexto, existe a Softex. Entidade que, há 25 anos, acredita no desenvolvimento social por meio da transformação digital. É inegável que, a cada ano, a tecnologia nos surpreende de forma inovadora e disruptiva. E é nesse cenário, desse novo ciclo que se inicia, que estamos preparados para abraçar a tecnologia 5G, o metaverso, as startups com suas ideias revolucionárias, os programas e projetos que incentivam o bem social por meio da tecnologia, as políticas públicas e tantas outras ações que colocarão, se depender da Softex, o Brasil no centro da tecnologia mundial.

Que venham os novos desafios. Bem-vindo, 2022!

Ruben Delgado, presidente da Softex

Iniciativa contará com a coordenação do Senai Cimatec para a sua operação

Na noite desta terça-feira (1), foi apresentada na live “Transformação Digital no Governo Federal” realizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) em seu canal no YouTube, a Rede de Computação Quântica, iniciativa do ministério em parceria com a Softex e que conta com a coordenação do Senai Cimatec. O diretor-executivo de negócios do Senai, Adhvan Furtado, explicou a sua proposta.

Segundo ele, a “Computação Quântica vai mudar a arquitetura tradicional dos computadores para um novo desenho que vai aprimorar, ainda mais, o desempenho dos computadores”. Em linhas gerais, a computação quântica pode ser considerada como uma tecnologia emergente, que busca resolver problemas complexos ou impossíveis para os supercomputadores tradicionais.

“Será uma mudança de bits para qubits”, pontua Furtado. Na prática, o comportamento dos chamados qubits permitirá que os computadores quânticos rodem diversos cálculos ao mesmo tempo, por meio de várias fontes de dados, em maior escala. “Essa mudança favorecerá uma transformação completa na forma de como trabalhamos com software”, explica o diretor da Cimatec.

O grande desafio do Brasil será o de entrar nesse universo de computação quântica e unir esforços para que essa tecnologia seja acessível a todos. Para Adhvan, o caminho é longo, mas não impossível. “A   iniciativa do MCTI e da Softex na criação da Rede, permitirá a integração de empresas e universidades que já trabalham com computação quântica com foco na capacitação de pessoas, adequação de algoritmos para a realidade do Brasil. A nossa perspectiva é que startups brasileiras utilizem tecnologia nacional para o desenvolvimento de computação quântica”, conclui Adhvan.

“Essa tecnologia promete entregar vários avanços em diversas áreas do conhecimento e é fundamental para darmos continuidade ao processo de transformação digital do Brasil”, destaca o ministro Marcos Pontes.

Na avaliação de Ruben Delgado, presidente da Softex “a tecnologia quântica é capaz de abrir um novo mundo de possibilidades, principalmente na área de pesquisa e desenvolvimento.”

Participaram da live o ministro Marcos Pontes; o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTI, Paulo Alvim; o diretor de Ciência e Tecnologia e Inovação Digital do MCTI, José Gontijo; e o presidente da Softex, Ruben Delgado.

Clique aqui para acessar o conteúdo completo sobre a Rede de Computação Quântica.

Bate-Papo Ciência & Tecnologia no Dia a Dia com o ministro Marcos Pontes