Acontece hoje, às 19h, a live que divulgará as 15 empresas que irão executar projetos na Fase de Acesso a Mercado do Programa IA² MCTI, iniciativa do MCTI e executado pela Softex. O evento, que será transmitido ao vivo,  contará com as presenças do ministro Marcos Pontes, do presidente da Softex, Ruben Delgado; e do Secretário Paulo Alvim. Para assistir clique aqui

 

 

Por Fabrício Lourenço
Comunicação Softex

Brasília, 25 de agosto de 2021. A Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES) realiza, de 14 a 16 de setembro, de forma online, o seu evento anual que traz o lema “Ondas Exponenciais: Resiliência Digital”. O evento, que é 100% gratuito, conta com o apoio da Softex.

No cenário pandêmico, a humanidade perpassa por um grande processo de transformação pessoal, incluindo a digital. De acordo com os organizadores do evento, ‘2020 foi um tsunami, que desfez as cadeias globais de valor, mudou para sempre hábitos e práticas de empresas e pessoas e, reforçou a necessidade premente de trabalhar sob a lente do digital first”.

O evento, que pretende reunir um público antenado e inquieto e que busca entender e superar os desafios por meio da economia digital criativa, contará  com grandes nomes do mercado nacional e internacional, especialistas, escritores e  professores .

Outro ponto de merecido destaque é que o encontro possibilitará aos seus participantes a melhor experiência: acelerar iniciativas das empresas por meio da inovação, além de garantir o sucesso a longo prazo e apoiar e beneficiar a sociedade e a economia em geral.

O evento é divido em três grandes blocos. No dia 14, o foco será sob a ótica da Resiliência Digital; no segundo (15), Ambientes de Negócios: e , no terceiro(16), Fator Humano. Mais informações sobre as inscrições a programação podem ser obtidas aqui.

 

Além, é claro, do alto preço pago em perdas de vidas humanas, a pandemia causou uma série de mudanças econômicas profundas, acelerando exponencialmente o crescimento de alguns segmentos, ao mesmo tempo em que paralisou outros. Um ano e meio depois, já é possível olhar com alguma perspectiva o cenário e identificar muitos problemas que já existiam, mas que foram potencializados com a disseminação da COVID-19.

Em um primeiro momento, a demanda elevada por equipamentos médicos, seja de proteção para os profissionais da área como para atendimento aos pacientes nas UTIs de todo o mundo, que expôs a dependência de um imenso contingente de países em relação a fornecedores externos, com especial destaque para a China.

Após dezesseis meses de disrupção contínua, o conceito de globalização foi duramente colocado à prova e os grandes produtores mundiais estão registrando agora uma escassez de semicondutores. Eles estão presentes hoje de uma forma tão entranhada em nosso dia a dia que uma análise do banco de investimento Goldman Sachs apontou que esta carência já impactou pelo menos 169 indústrias diferentes, da automotiva à de eletroeletrônicos, passando pela de telefonia e de bens de capital.

Trata-se, portanto, de um segmento extremamente estratégico. Prova disso é que o Governo norte-americano criou recentemente uma força-tarefa para buscar soluções para a falta de semicondutores, um cenário que está comprometendo, inclusive, a recuperação econômica do país.

 

Estratégico ao ponto de levar a GM, líder de vendas de carros no Brasil desde 2015 com o Onix, a perder o posto para o HB 20 da Hyundai já que o veículo não entra em produção desde o último mês de março, ou seja, há cinco meses. Apenas no setor automotivo, o impacto da falta de semicondutores na produção mundial de veículo será de 3% a 5% do total estimado para o ano.

 

Aproveitando os benefícios dos  Programas e Projetos Prioritários de Interesse Nacional ― PPIs ― instituídos na década de 90 no contexto da legislação de apoio ao setor industrial de TIC (Lei 8.248/91 – Lei de Informática), o Brasil passou investir em uma política pública de capacitação de projetistas e fábricas de semicondutores. Os PPIs instituíram um modelo de incentivo ao setor industrial condicionado à exigência de contrapartida de investimento em PD&I, incluindo a obrigação de realizá-los em convênios com Universidades e Institutos de Pesquisa.

Entre eles vale destacar o PNM Design, programa prioritário sob a gestão da Softex e formulado com o foco na formação, capacitação e especialização de recursos humanos em projetos de circuitos integrados (CI), contribuindo para viabilizar a criação e atração de design houses e startups de projetos de circuitos integrados.

Os investimentos para produzir semicondutores são elevados e o início da produção demanda tempo. Portanto, falamos de um gargalo que não será solucionado no curto prazo. Nesse contexto, é fundamental que o governo incentive uma política de capacitação de projetistas e produção local estratégica que pode ser até transformada em uma plataforma de exportação. É uma indústria que agrega muito em pesquisa e desenvolvimento ao país.

Utilizar toda a experiência adquirida pelas políticas públicas fazendo as necessárias correções de rota, pode ser o ponto de partida para consolidar um projeto de necessária soberania nacional nesta área em que a visão de longo prazo é particularmente crucial.

 Diônes Lima é vice-presidente da Softex

O desenvolvimento de políticas públicas para o fomento e o desenvolvimento das TICs é uma função muito relevante do Estado e tem entre seus principais objetivos garantir o bem-estar da população e estimular o crescimento econômico sustentado.

No momento em que o setor de inovação vive um processo de transformação e de expansão sem precedentes, com uma aceleração adicional resultante da pandemia do coronavírus, ganha ainda mais importância o papel do Estado como gerador de iniciativas articuladas a partir de uma leitura precisa das tendências do mercado não só brasileiro como mundial.

É neste contexto que gostaria de  relembrar duas importantes políticas públicas desenvolvidas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) em parceria com a Softex que mudaram o cenário nacional de capital de risco e de inteligência artificial (IA).

O primeiro foi o Programa Startup Brasil, lançado em novembro de 2012 com o objetivo apoiar as empresas nascentes de base tecnológica. Ao longo de quase uma década, ele se consolidou como um dos grandes fomentadores e formadores da cultura de investimento de risco no país. Quando de sua criação, muito pouco se falava sobre a viabilidade de se investir em startups com a perspectiva de um excepcional retorno não só financeiro, mas para a sociedade, em termos de inovação.

Após 5 turmas e 229 startups investidas, o portfólio captou um total R$ 855 milhões em recursos junto ao mercado, sendo R$ 42 milhões em investimento público. Números mais do que expressivos, com uma relação em que o investimento público superou o privado em algo próximo a 20 vezes.

Outra importante política pública a ser destacada é o Programa IA² MCTI, focado em startups voltadas ao desenvolvimento de projetos inovadores com a adoção de inteligência artificial, atual paradigma tecnológico. Com apenas seis meses de aceleração e 100 startups no portfólio, o Programa IA² MCTI já possui relação de investimento público e privado da ordem de 3,6 x.

O MCTI aportou R$ 2,5 milhões e as startups já captaram junto ao mercado – incluindo aceleradoras e fundos de investimento – um total de R$ 9 milhões, resultado que o Startup Brasil levou dois anos para alcançar. Dados do MCTI apontam que as startups ligadas a esse programa já aumentaram em 70% o seu faturamento desde o início do ano, despertando interesse entre os investidores. Prova disso foi a recente aquisição da Refinaria de Dados pelo banco digital Modal.

Ambos os programas são exemplos robustos de como políticas públicas bem estruturadas e administradas, compartilhando os riscos com a iniciativa privada, podem trazer expressivos resultados com benefícios que não se limitam somente ao setor onde elas se desenvolvem e que se disseminam pela sociedade como um todo.

Ruben Delgado, presidente da Softex

Por Karen Kornilovicz
MLP Assessoria de Imprensa

Em mais uma iniciativa do Programa Prioritário em Informática (PPI) do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovações (MCTI) sob a coordenação da Softex, o Núcleo Softex Campinas (NSC) anunciou nesta terça-feira (24) o lançamento do Up Skill Centro-Oeste Paulista.

Realizado em parceria com a Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação (Asserti), seu objetivo é promover treinamento para até 5.000 alunos da região, preparando assim mão de obra especializada em tecnologia da informação para suprir a forte demanda de profissionais especializados neste setor.

Segundo dados de um levantamento realizado pela unidade de inteligência, estudos e pesquisas da Softex, o déficit de profissionais de TI no país deverá superar 408 mil em 2022.

“A região Centro Oeste-Paulista é uma das mais importantes para o Estado e possui uma demanda significativa de profissionais. O projeto permite que se tenha contato com as tendências mais recentes em desenvolvimento de software, design e empreendedorismo, o que contribui para dar acesso às empresas de base tecnológica a interessados que até então não possuíam pré-requisitos para participar dos processos de seleção”, explica Edvar Pera Jr., diretor-executivo do NSC.

O Up Skill Centro-Oeste Paulista emprega a plataforma Workover como a base tecnológica para a realização dos cursos e oferecerá aos interessados em ingressar nesse setor – ou para quem busca recolocação, uma série de trilhas de formação e cursos gratuitos.

O conteúdo programático prevê uma capacitação tanto em soft skills como em hard skills para que os alunos possam atuar não somente em empresas que desenvolvem software, mas também em qualquer organização que demande profissionais da área de sistemas e computação. Os cursos oferecidos contemplam atividades de concepção, desenvolvimento, publicação, manutenção e evolução de produtos e sistemas de base tecnológica.

O projeto buscará, também, o engajamento de empresas parceiras desta região, que disponibilizarão vagas aos alunos na plataforma e contribuirão para a formação dos conteúdos de acordo com as especialidades demandadas. Os currículos daqueles que concluem os cursos são disponibilizados às empresas e entidades participantes e/ou apoiadoras do projeto para que possam avaliar e, eventualmente, contratar estes profissionais.

 

 

 

Edital selecionará 30 participantes, entre eles empresas privadas, autarquias, órgãos públicos, instituições do terceiro setor do DF e Ride, para uma jornada de inovação com duração de três meses

Por Karen Kornilovicz
MLP Assessoria de Imprensa

Brasília, 24 de agosto de 2021 – O Programa DF Inovador, realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e executado pela Softex, lança o edital de chamada para inscrição de empresas, autarquias, órgãos públicos e instituições do Distrito Federal (DF) e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE) interessadas em desenvolver uma cultura e estratégias de inovação e Intraempreendedorismo em suas organizações.

Serão selecionadas 30 participantes para uma jornada de capacitação das lideranças e talentos internos nos temas ligados à Inovação, Transformação Digital e Empreendedorismo. Durante o processo, com duração total de três meses, eles receberão treinamento, acompanhamento e mentoria individualizados para o desenvolvimento de estratégias e projetos de inovação, utilizando processos e metodologias de mercado como importantes pontos de apoio na implementação.

“Empreender dentro da organização, ou seja, intraempreender, é uma forma segura de inovar e de mantê-la competitiva, otimizando processos, gerando eficiência e maior valor de mercado não apenas agora, mas também no futuro. Todas as empresas, independentemente de seu porte ou ramo de atuação, poderiam considerar essa estratégia”, explica Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

Para o coordenador de Tecnologia e Inovação da FAPDF, Gilmar dos Santos Marques, a lacuna existente entre o setor produtivo, instituições públicas, academia e mercado é latente no Distrito Federal. “Os atores não possuem ações que promovam sua interação e que fomentem a inovação. Justamente por entender que essa atuação integrada é a melhor maneira de promover inovação, desenvolvimento, geração de conhecimento e novas tecnologias e soluções para as diversas áreas e demandas da sociedade é que estamos apoiando propostas como a do Distrito Inovador”, ressalta.

Com recursos da ordem de R$ 3,5 milhões e execução de 18 meses, a proposta do Programa DF Inovador é promover a inovação e a transformação digital de empresas e organizações da região, bem como desenvolver talentos conectados à nova economia digital. Ele também tem papel estratégico no esforço de transformar Brasília em uma Cidade Inteligente, iniciativa conduzida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), com o apoio da FAP-DF e do SEBRAE DF.

“A jornada de inovação é essencial para qualquer empresa, mas é ainda frequentemente encarada como algo intuitivo e advinda do gênio de algumas pessoas excepcionais. Porém, com método e organização, é possível facilitar em muito o processo e com enormes ganhos para a organização. Por isso estimulamos  instituições, empresas e startups do DF e Ride a participar do edital e aproveitá-lo como uma oportunidade para interiorizar competências que são essenciais para a sua competitividade”, destaca Luciano Cunha de Sousa, Subsecretário de Tecnologias de Cidades Inteligentes.

Amós Batista , Secretário de Estado de Empreendedorismo do DF, lembra que a modernização dos modelos organizacionais implica mudanças diretas no cotidiano de trabalho. “A inovação corporativa coloca o setor produtivo local em outro patamar de competitividade com os outros Estados, criando novas e melhores condições de empregabilidade, indo ao encontro das  ações de governo para a retomada da economia local nesse momento pós pandemia”, reforça.

Tendo entre seus apoiadores o Sistema FIBRA, o Programa DF Inovador tem quatro eixos principais: intraempreendedorismo e inovação corporativa; inovação aberta com empresas conectadas ao ecossistema de Inovação; identificação de talentos para a economia digital e internacionalização.

“O Distrito Federal tem um parque industrial diverso, com empresas de vários setores e perfis e, somado à região da Ride, capacidade de se tornarem juntos um polo de desenvolvimento tecnológico no Brasil, desde que ocorra o investimento e incentivo do Estado, com a participação das instituições do setor produtivo e da academia. Acreditamos que a tecnologia e a inovação serão a base da indústria do futuro, modernizando as empresas atuais e abrindo portas para que novas áreas sejam exploradas. A transformação digital no DF e na Ride é sinônimo de emprego e de renda”, analisa Jamal Jorge Bittar, presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).

As inscrições prosseguem até o dia 29 de agosto. Para realizar a inscrição ou ter acesso à informações detalhadas sobre o edital, acesse https://dfinovador.org.br/.

Sobre a Softex

Com sede em Brasília, a Softex atua há mais de 20 anos na concepção e na gestão de programas de impacto internacional e coordena o Sistema Softex, composto por 21 agentes regionais distribuídos por 13 estados brasileiros e no Distrito Federal. A entidade possui 22 ICTs credenciadas e 19 aceleradoras parceiras e beneficia cerca de 4 mil startups e mais de 6 mil empresas. A Softex trabalha em articulação com a iniciativa privada e com os governos nas esferas federal, estadual e municipal, centros acadêmicos e instituições de fomento. Nessas mais de duas décadas de atividades, se consolidou como a principal instituição brasileira capaz de conectar atores das três esferas – Governo, Academia e Setor Privado – para impulsionar o desenvolvimento do Brasil por meio da inovação e da Transformação Digital.  Para evoluir ao longo de todos estes anos, a Softex se reinventa constantemente, um esforço que se traduz em uma série de conquistas envolvendo iniciativas de apoio, desenvolvimento, promoção e fomento. Em seu portfólio de execução estão, entre outros, os programas StartUp Brasil, Inova Maranhão, TechD, Brasil Mais TI, Conexão Startup Brasil, Brasil IT+ e MPS.BR.

Para mais informações acesse www.softex.br

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Sobre a FAPDF

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) é uma entidade com personalidade jurídica de direito privado, sob a forma de fundação pública. Sua missão é promover a interlocução entre os diferentes setores da sociedade para desenvolver o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação regional e encontrar soluções efetivas para as principais demandas do DF. Para o cumprimento dessa missão, a Fundação fomenta projetos de pesquisa, empreendedorismo inovador, soluções tecnológicas por meio de editais públicos, em parceria com instituições acadêmicas, científicas e tecnológicas nacionais e internacionais, além de apoiar projetos inovadores que visam o desenvolvimento do Distrito Federal. Confira mais em: http://www.fap.df.gov.br/.

Sobre a Secretaria de Empreendedorismo do DF

A Secretaria de Empreendedorismo do DF (SEMP) foi criada em 2020 no intuito de fomentar e criar negócios para o setor produtivo local. A SEMP passou a ser a secretaria encarregada das ações voltadas para o fomento ao empreendedorismo, coordenando, executando, monitorando e articulando as atividades que visam gerar aumento de emprego e renda no âmbito do Distrito Federal, bem como estimular a cultura empreendedora no DF por meio de aperfeiçoamento e desenvolvimento ao empreendedor local. Grandes programas que ajudam o pequeno empresário estão dentro da SEMP, com o Desenvolve DF, Cartão Creche, Cartão Material Escolar, Programa Pequenos Reparos dentre outras diversas ações de capacitações dos empreendedores locais. www.empreender.df.gov.br