Por Redação Softex

O Programa VIAS é parte da estratégia ABDI Open, jornada de difusão e adoção de tecnologias da ABDI, utilizando a conexão com startups como vetor de transformação e é executado pela Softex.

Ele está é dividido em três etapas: VIAS scan, que tem como objetivo identificar o nível de maturidade do relacionamento entre empresas e startups por meio de um diagnóstico personalizado e indicação de boas práticas para potencializar as conexões; o VIAS teia, focado no direcionamento para conexões com o ecossistema de inovação capaz de impulsionar empresas e startups para um melhor relacionamento em inovação aberta; e o VIAS verso, com trilhas de conteúdo em uma plataforma EAD para que empresas e startups avancem na maturidade de seus relacionamentos.

E como o propósito do VIAS teia é contribuir para prosperidade do ecossistema de inovação aberta no país com pontes de conexões, compartilhamos alguns dos parceiros que podem contribuir, também, com o sucesso do seu negócio:

Responsável por inúmeros projetos em Inteligência Artificial, oferece treinamentos, capacitações, mentorias coletivas ou individuais, imersões presenciais, cursos síncronos por plataformas de vídeo ou ainda conferências, para que você e sua equipe possam descobrir como a Inteligência Artificial e o ChatGPT podem revolucionar seus processos.

O BUILD é o Framework de Inovação Aberta do IEBT que visa ajudar as organizações a superarem seus desafios de forma eficaz. Nós nos comprometemos em acompanhar todo o processo, desde a identificação do problema até a escolha do melhor solucionador, contratação e implementação do projeto piloto. O objetivo é gerar resultados promissores que possam ser escalados posteriormente.

Programas de capacitação de até três meses nas melhores práticas de gestão de portfólio de transformação digital, incluindo treinamentos em estratégias de liderança e agilidade em projetos para promoção da cultura de inovação. Aprimore o seu conhecimento em ferramentas, técnicas e métodos para potencializar a integração das equipes e o alinhamento de processos com especialistas altamente qualificadas. Ser parceiro do Hub Elas Projetam significa impacto direto nos ODS 4, 5, 8 e 17.

Com mais de 80 startups investidas, a VENTIUR se especializou em Corporate Venture Capital, com DNA e experiência adquirida ao longo de muitos anos de mercado. Desenvolve soluções completas para as empresas de maturidades diversas que desejam expandir suas fronteiras e buscar maior impacto inovador através de tecnologia.

Plataforma de Innovation Intelligence que traz para o seu time de inovação o poder das decisões baseadas em dados. Descubra oportunidades de inovação antes que se tornem padrão de mercado utilizando Inteligência Artificial para a detecção de tendências e outros padrões de inovação no Big Data de patentes, artigos acadêmicos e sites de startups.

A plataforma combina tecnologias avançadas de mineração de dados com aprendizado de máquina e é capaz de mapear, identificar e classificar automaticamente organizações inovadoras de todo do país, tais como universidades, parques tecnológicos, institutos de ciência e tecnologia, incubadoras, aceleradoras, startups, redes de inovação, e até ações governamentais de apoio à inovação.

Venture studio especialista em Inovação e Design de Serviço. Sua solução Mosaiki, é uma plataforma de gestão de programas de inovação aberta ou corporativa, que conta com uma estrutura modular com um conjunto de recursos e ferramentas que facilitam o desenvolvimento de ideias e a integração entre gestores, empreendedores, consultores, startups, associados e investidores.

Por Karen Kornilovicz

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) promoveu na última sexta-feira, (24), em Manaus, a 308ª edição da Reunião Ordinária do Conselho de Administração da Suframa – CAS, que foi presidida pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin. O CAS tem como finalidade definir diretrizes, planos, programas, projetos e ações a serem desenvolvidos na área de atuação da Superintendência da Zona Franca de Manaus.

A Softex Amazônia marcou presença no encontro com um estande no espaço de exposições que reuniu 22 empresas e instituições de Ciência e Tecnologia regionais que apresentaram aos conselheiros do CAS, autoridades e demais convidados, o mix diversificado e qualitativo da produção do Polo Industrial de Manaus, bem como as experiências positivas e as potencialidades ligadas a projetos do ecossistema de inovação da ZFM.

“Destacamos o sucesso de nossa chamada de Capacitação que viabilizou o treinamento de 1.700 pessoas em cada um dos estados da Amazônia Ocidental, integrada por Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia e Amapá. É fundamental trabalharmos no desenvolvimento de recursos humanos qualificados para apoiar e fazer crescer o ecossistema local, contribuindo assim para o seu desenvolvimento econômico e social”, explica Vernaschi, coordenador da Softex Amazônia.

A Softex executa o Programa Prioritário de Empreendedorismo Inovador (PPEI) na Amazônia, desenvolvido em parceria com a SUFRAMA. Por meio do PPEI, as empresas beneficiadas pela Lei de Informática na Zona Franca de Manaus e na Amazônia Ocidental poderão quitar de forma segura e sem complicações a obrigação legal de investir, no mínimo, 5% de seu faturamento bruto em P&D e ainda participar ativamente do desenvolvimento de projetos personalizados beneficiando o ecossistema local.

“Esse encontro ocorreu em um momento muito importante – de fechamento de ano fiscal das empresas – que podem realizar aportes no PPEI, um instrumento que tem colaborado em muito para estimular a transformação econômica e digital da Amazônia Ocidental”, complementa Vernaschi.

O superintendente interino da Suframa, Marcelo Pereira, explica que a mostra também teve caráter celebrativo em alusão aos 56 anos do modelo Zona Franca de Manaus e da Autarquia. “Foi uma forma de evidenciar a consolidação de um parque fabril adensado, verde e ecologicamente correto e também destacar que todo um ecossistema de inovação é gerado para contribuir com um futuro melhor para Amazônia e o Brasil como um todo”, ressaltou Pereira.

* Com informações ASCOM SUFRAMA

Por Redação Softex

De acordo com o primeiro relatório “Cisco Cybersecurity Readiness Index: Resilience in a Hybrid World” apresentado na semana passada, apenas 15% das organizações em todo o mundo têm o nível ‘Maduro’ de prontidão necessário para serem resilientes contra os riscos modernos de segurança cibernética. A pesquisa duplo-cega ouviu 6,7mil líderes de segurança cibernética do setor privado em 27 mercados.

O levantaento, desenvolvido no contexto de um mundo híbrido pós-Covid, no qual usuários e dados devem ser protegidos onde quer que o trabalho seja feito, aponta onde as empresas estão indo bem e onde as lacunas de preparação para segurança cibernética aumentarão se os líderes globais de negócios e segurança não agirem.

Juntamente com a constatação de que apenas 15% das empresas estão no estágio Maduro, mais da metade (55%) das empresas em todo o mundo se enquadram nos estágios Iniciante (8%) ou Formativo (47%) – o que significa que estão tendo um desempenho abaixo da média em segurança cibernética prontidão.

Essa lacuna de prontidão é reveladora, principalmente porque 82% dos entrevistados disseram esperar que um incidente de segurança cibernética interrompa seus negócios nos próximos 12 a 24 meses. O custo de estar despreparado pode ser substancial, já que 60% dos entrevistados disseram ter sofrido um incidente de segurança cibernética nos últimos 12 meses e 41% dos afetados disseram que custou pelo menos US$ 500 mil.

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Por Karen Kornilovicz

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) promove nesta sexta-feira (24), no Centro de Convenções do Amazonas, a 308ª edição da Reunião Ordinária do Conselho de Administração da Suframa – CAS, sob a presidência do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin. Esta é a primeira reunião deste ano e tem um caráter especial já que celebrará o aniversário de 56 anos da SUFRAMA e do modelo Zona Franca de Manaus. O CAS tem como finalidade definir diretrizes, planos, programas, projetos e ações a serem desenvolvidos na área de atuação da Superintendência da Zona Franca de Manaus.

A Softex Amazônia marca presença no encontro com um estande no espaço de exposições que reunirá 22 empresas e instituições de Ciência e Tecnologia regionais que apresentarão aos conselheiros do CAS, autoridades e demais convidados, o mix diversificado e qualitativo da produção do Polo Industrial de Manaus, bem como as experiências positivas e as potencialidades ligadas a projetos do ecossistema de inovação da ZFM.

“Destacaremos o sucesso de nossa chamada de Capacitação que viabilizou o treinamento de 1.700 pessoas em cada um dos estados da Amazônia Ocidental, integrada por Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia e Amapá. É fundamental trabalharmos no desenvolvimento de recursos humanos qualificados para apoiar e fazer crescer o ecossistema local, contribuindo assim para o seu desenvolvimento econômico e social”, explica Vernaschi, coordenador da Softex Amazônia.

A Softex executa o Programa Prioritário de Empreendedorismo Inovador (PPEI) na Amazônia, desenvolvido em parceria com a SUFRAMA. Por meio do PPEI, as empresas beneficiadas pela Lei de Informática na Zona Franca de Manaus e na Amazônia Ocidental poderão quitar de forma segura e sem complicações a obrigação legal de investir, no mínimo, 5% de seu faturamento bruto em P&D e ainda participar ativamente do desenvolvimento de projetos personalizados beneficiando o ecossistema local.

“Esse encontro acontece em um momento muito importante – de fechamento de ano fiscal das empresas – que podem realizar aportes no PPEI, um instrumento que tem colaborado em muito para estimular a transformação econômica e digital da Amazônia Ocidental”, complementa Vernaschi.

A expectativa dos organizadores é de que a 308ª Reunião do CAS receba uma pauta de 44 projetos industriais e de serviços – totalizando aproximadamente R$ 1,5 bilhão em novos investimentos e a geração de aproximadamente dois mil empregos – bem como fomente discussões e anúncios representativos para o modelo Zona Franca de Manaus.

 

Por Karen Kornilovicz, repórter Softex

Empresas de software e serviços de tecnologia e scale-ups com potencial para internacionalização ou já internacionalizadas e que tenham foco no mercado chileno e na América do Sul têm até a próxima sexta-feira (24) para garantir sua vaga na Missão Chile, uma iniciativa do Projeto Brasil IT+, parceria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Softex.

Entre os benefícios oferecidos aos participantes estão acesso a informações detalhadas sobre o mercado chileno; rodadas de negócios pré-agendadas de acordo com o perfil, produto e interesse no mercado; além de agenda local institucional e de networking.

O Chile é o 50º país mais inovador do mundo segundo o Índice Global de Inovação 2022. O apoio país à inovação é tão forte que ele costuma ser chamado de “Chilecon Valley” em homenagem ao equivalente norte-americano. Com uma comunidade empreendedora ativa e vibrante, o ecossistema chileno inclui diversas instituições de apoio e fomento de renome, entre as quais a Startup Chile, a CORFO (Corporação de Fomento à Produção), a InvestChile, o Conselho Nacional de Inovação para o Desenvolvimento, e o Fundo de Investimento de Capital Empreendedor.

Nos últimos anos, houve um aumento significativo no investimento em startups e empresas de tecnologia no Chile, incluindo investidores anjo, fundos de capital de risco e empresas de capital aberto. Entre os setores em expansão no país estão fintech, agritech, healthtech, edtech e energias renováveis.

Ao longo dos últimos 17 anos, o Projeto Brasil IT+ já envolveu mais de 640 companhias interessadas em expandir sua atuação para além das fronteiras nacionais. O volume de negócios gerado pelas companhias aderidas ao Projeto atingiu US$ 593 milhões em 2022.

A Missão Chile será realizada entre os dias 12 e 16 de junho. Para mais informações e inscrições acesse https://missaochile.brasilitplus.com/

 

 

 

Por Karen Kornilovicz, repórter Softex

O espaço do Hub de Inteligência Artificial e Arquiteturas Cognitivas (H.IAAC), iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), com coordenação da Softex, e execução do Instituto ELDORADO e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já está em operação.

Ele foi apresentado à comunidade científica na última sexta-feira (17) em solenidade que contou com as participações de Antonio José de Almeida Meireles, reitor da Unicamp; Leandro Villas, professor do Instituto de Computação (IC) da Unicamp; Diônes Lima, vice-presidente da Softex; Roberto Sobol, superintendente do Instituo ELDORADO; e José Soares, diretor-executivo da Motorola.

Resultado de um aporte da ordem de R$ 16 milhões advindos da Lei de Informática, o Hub está instalado na Unicamp e foi criado com o objetivo de desenvolver e disseminar conhecimento sobre tecnologias capazes de integrar diversos recursos de inteligência em dispositivos móveis, tornando-os hábeis em tomar decisões e, assim, efetivamente inteligentes. Cabe aos pesquisadores da universidade produzir e disseminar o conhecimento tecnológico e ao ELDORADO o desenvolvimento dos protótipos das aplicações. O espaço será utilizado por cerca de 50 pesquisadores.

O projeto de pesquisa do H.IAAC está dividido em sete linhas sinérgicas de pesquisa: Arquiteturas Cognitivas, Aprendizado em Arquiteturas Cognitivas, Aprendizado Distribuído, Representação de Conhecimento, Processamento de Linguagem Natural, IA para Finanças, IA para Marketing.

Participam da iniciativa 23 professores especialistas em IA, Arquiteturas Cognitivas, sensores e IoT, dos quais cinco estão listados entre os 2% dos cientistas mais influentes do mundo segundo estudo da Stanford University.

Smartphones realmente inteligentes – Atualmente, a capacidade computacional de dispositivos móveis multipropósito, como os smartphones, é equiparável à de equipamentos computacionais robustos de um passado recente. Esse aumento da capacidade e também de comunicação trazem significativo poder de processamento e de sensoriamento com recursos embarcados. Assim, esses equipamentos são capazes de monitorar o ambiente, gerando uma quantidade de dados que permite seu uso para a implantação de arquiteturas cognitivas.

“Em conjunto, tais equipamentos, com mais de 230 milhões de smartphones habilitados no Brasil, podem ser usados para entender comportamentos de seus usuários, mas também tendências futuras de desenvolvimento urbano, econômico e social, trazendo informações importantes para dirigir o planejamento do desenvolvimento econômico, social e tecnológico futuros”, destaca Leandro Villas, professor do Instituto de Computação (IC) da Unicamp.

Na visão de Mário Henrique Reino Cintra, gerente de P&D do ELDORADO, esse projeto é de grande importância para a indústria nacional no desenvolvimento de aplicações móveis. “Em seu curto período de existência, o H.IAAC desenvolveu protótipos das primeiras arquiteturas cognitivas para o sistema operacional Android. Os testes revelaram não apenas as potencialidades dessas arquiteturas, mas as oportunidades e os muitos desafios de pesquisa e desenvolvimento a serem superados, grande parte deles associados a tecnologias que ainda estão em desenvolvimento pela indústria, justificando, assim, investimentos de longo prazo no Hub”.

Entre as oportunidades identificadas destacam-se a evolução e a constante mudança das tecnologias e arquiteturas associadas à materialização dos ambientes inteligentes nas suas diversas formas, incluindo Indústria Inteligente (Indústria 4.0), Cidades Inteligentes, Agricultura Inteligente, Casas e Prédios Inteligentes e Sistemas de Transporte Inteligentes.

Diônes Lima, vice-presidente da Softex, lembra que estamos entrando na era da concorrência “robótica”. “Entretanto, a maioria das aplicações atuais de robôs autônomos considera uma faixa muito limitada de autonomia em razão das abordagens cognitivas mais modernas estarem aquém de arquiteturas cognitivas completas ou distantes da realidade de uso do mercado. Com o H.IAAC temos a oportunidade de posicionar o Brasil como um fornecedor de soluções tecnológicas desta natureza, uma vez que é limitado o número de cérebros atuando nessa área em todo o mundo. O Hub, que inicia suas atividades voltado para o mundo mobile, pode expandir sua atuação para autonomia robótica”, conclui.

“É muito difícil viabilizar projetos de pesquisa no Brasil e o H.IAAC é um exemplo de como a parceria entre a indústria, a universidade e um ICT privado pode ser viável, frutífera e criar condições para o desenvolvimento de tecnologia de ponta”, disse José Soares, diretor-executivo da Motorola, uma das empresas apoiadoras do H.IAAC.

(Da esquerda para a direita) Leandro Villas, professor do Instituto de Computação (IC) da Unicamp; Antonio José de Almeida Meireles, reitor da Unicamp; Diônes Lima, vice-presidente da Softex; José Soares, diretor-executivo da Motorola; e Roberto Sobol, superintendente do Instituo ELDORADO