Entidade será responsável pela presidência e coordenação do Virtual Educa no país

A Softex firmou com a Virtual Educa, organização dedicada a impulsionar a inovação na Educação com o objetivo de promover a transformação social e o desenvolvimento sustentável na América Latina e no Caribe, convênio para assumir a coordenação e a presidência do Virtual Educa no Brasil.

A assinatura do acordo ocorreu durante o lançamento da plataforma Think Blue (Pense Azul), do Banco Mundial, voltada à promoção de cursos para o conhecimento educacional e de sustentabilidade dos oceanos, que conta com o apoio da Virtual Educa. Participaram da solenidade José Maria Antón, secretário-geral do Virtual Educa, e Ruben Delgado, presidente da Softex.

O Virtual Educa passa a ser um programa permanente da Softex focado no aprimoramento da Educação por meio da inovação e da tecnologia. Pelo convênio, as parcerias e projetos desenvolvidos no Brasil por meio do Virtual Educa serão executados pela Softex, o que pode também ocorrer em outros países associados à iniciativa, em caso de interesse. Projetos e programas do Virtual Educa provenientes de outros países serão conduzidos pela Softex no Brasil.

“Entendemos a Virtual Educa como um parceiro estratégico para unir e consolidar a América Latina na Educação. Temos problemas comuns nesta área e por isso mesmo podemos construir e implementar soluções que atendam as necessidades dos países da região. A cooperação é a estratégia correta para que o continente não só eleve seu status educacional, mas para que ele também se apresente de forma mais robusta nos principais mercados internacionais. Somente com a cooperação entre nossos países vizinhos podemos ganhar musculatura e assim nos tornarmos competidores globais”, analisa Ruben Delgado.

Ele lembra ainda que a Softex mantém convênios de colaboração com a Virtual Educa desde 2016 para promover as empresas brasileiras de produtos e serviços voltados para a educação, com destaque para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), na região das Américas.

A Virtual Educa foi estabelecida em 2003 pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e pela Secretaria Geral Ibero-americana (SEGIB) e opera através de alianças com organismos internacionais, entidades de ensino, agências de cooperação e de instituições públicas e privadas, reunindo os setores público, empresarial, acadêmico e sociedade civil.

Desenvolve, entre outras iniciativas, encontros e foros globais para apresentar políticas e práticas no campo da educação e da formação profissional – como o Virtual Educa Bahia 2018, realizado entre os dias 5 e 8 de junho em Salvador; e projetos de estímulo à inovação em diversas áreas da educação. É o caso do Think Blue, portal para a inovação na educação oceânica com cursos voltados para o conhecimento educacional e de sustentabilidade nos diversos âmbitos dos recursos marítimos como pesca, alimentação, turismo e transporte.

Fonte: Virtual Educa Media.

Enquanto nos principais mercados mundiais os investimentos programados pelos CIOs para este ano estão direcionados ao crescimento e ao aumento de market share – cliente, no Brasil o foco principal é a transformação digital, às vezes confundida com a informatização da empresa. Esses dados, apresentados por William Hoffert, diretor de desenvolvimento de negócios do Gartner na palestra de abertura do Export Day 2018, fazem parte do estudo “A agenda do CIO para 2018”. Realizado pela consultoria, ele ouviu 3.160 executivos de 98 países responsáveis pela administração de um budget total de US$ 277 bilhões para investimentos em TI.

“Há tempos os CIOs brasileiros são pressionados a fazer mais com menos. Anos de contenção retardaram o avanço da TI no país, principalmente nas grandes empresas, mas a transformação digital tornou-se um imperativo comercial e é preciso tirar esses anos de atraso de alguma forma” disse William Hoffert.

O Export Day, promovido ontem (26) em São Paulo pela Softex e pela Apex-Brasil, reuniu mais de 150 pessoas interessadas em levar seus negócios para além das fronteiras nacionais. Este ano, o encontro analisou de que forma o cliente pode colaborar para a expansão global das empresas de TI brasileiras.

Foi exatamente o que ocorreu com a Navita, especializada em serviços gerenciados de mobilidade e telecomunicações, um dos cases destacados durante o Export Day. “A parceria com a Telefônica nos permitiu promover melhorias no produto e nos abriu oportunidades para fecharmos acordos com clientes na Austrália, Oriente Médio, Europa, Estados Unidos e países da América Latina”, disse Roberto Dariva, presidente da Navita.

“O Export Day surgiu para ser um dia dedicado à discussão de estratégias de internacionalização. Nesta edição, entretanto, decidimos fazer isso focando na agendado CIO, com uma visão da demanda local face às tendências globais de headquarters de grandes corporações. Essa trilha será seguida ao longo de todo este ano”, destacou Guilherme Amorim, gestor do Projeto Setorial Softex.

No espaço da programação dedicado à apresentação de casos de sucesso de internacionalização nos segmentos de telecom, saúde, varejo e fintech foram também destacadas, além da Navita, as experiências da Ícaro Tech, MV, Propz e BRQ, que acaba de fazer o spin-off da Thoruss, startup especializada em soluções para a plataforma blockchain. Para dialogar com esses cases, o painel CIOs trouxe representantes da Ericsson, SulAmérica, PepsiCo e Bradesco que, com intermediação da TGT Consult, debateram as possibilidades de inovação aberta junto a fornecedores de porte médio e startups.

Entretanto, a, expansão global demanda capital para investimento e por isso o Export Day reservou um painel especial para explicar como e quando captar recursos junto a fundos de investimento e instituições financeiras. Ele contou com as participações de Thiago Ferreira, gerente de Comércio Exterior da BNDES; João Pirola, diretor de investimentos da Inseed; Paulo Caputo, sócio-fundador da Oria Capital; e Marcelo Vitali, sócio-diretor da ORBIZ, parceira da Imprimatur Capital baseada em Londres.

“Se antes, no momento do estudo do aporte, analisávamos a jornada do empreendimento, a composição do time, o posicionamento de mercado, os diferenciais competitivos e o comprometimento do empreendedor, hoje nossas teses de investimento avaliam também o viés exportador da empresa que, após a crise econômica, passou a ser um diferencial e até mesmo uma necessidade”, ponderou João Pirola, diretor de investimentos da Inseed.

Outro aspecto relevante para o sucesso global de uma organização é a inovação e a criação parcerias adequadas que podem impulsionar o sucesso de uma organização no mercado externo, mas a sua sobrevivência no ambiente local. Foi o que abordou Mauricio Costa, diretor do HUB55, que representa a Universidade de Yale no Brasil e o programa Innovation Boost.

Segundo Costa, tecnologias como blockchain e inteligência artificial são o caminho obrigatório para negócios que querem se internacionalizar. “As empresas brasileiras são desafiadas a ser competitivas diariamente, mesmo com impostos altos e complexos, regras nem sempre claras, cultura de negócios baseada no ‘jeitinho’ e economia altamente volátil. Os negócios no exterior são um grande desafio, porém, com retorno diversificado, principalmente com o uso de modernas tecnologias”, explicou o executivo, que é mestre em Management of Technology pelo Massachusetts Institute of Tecnology (MIT).

A 5ª edição do Export Day marcou ainda o kick-off do International Way, uma boutique de soluções de baixo custo e atalhos construídos pela Softex para auxiliar o processo de internacionalização de forma mais ágil, enxuta e eficiente.

Na oportunidade, foram lançados os trabalhos do MeetUp CIO – para aproximação entre empresas fornecedoras de soluções, investidores e CIOs com demandas alinhadas a tendências globais – e apresentadas ferramentas de apoio para soft landing em mercados internacionais. Trata-se de um arcabouço de preparação oferecido pela Softex para empresas de TI na prospecção de clientes, de novos mercados e de potenciais investidores.

Segundo dados da Softex, as empresas de software e serviços de TI exportaram cerca de R$ 3,7 bilhões no ano passado e as 300 integrantes do Projeto Setorial Brasil IT+ colaboraram com a expressiva quantia de R$ 1,5 bilhão para a balança comercial do país.

A Softex recebeu em sua sede em Brasília representantes da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Regional DF (Assespro-DF), da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e do Sindicato das Empresas de Serviços de Informática do Distrito Federal (Sindesei – DF). O objetivo foi convidá-las a tomar parte e, também, propor conteúdo para o XIX Encontro Internacional Anual Virtual Educa 2018, que será realizado em Salvador no próximo mês de junho e terá como tema central “Educação para transformar a sociedade em um espaço único multicultural”.

A reunião foi aberta pelo senador Walter Pinheiro, ex-secretário de Educação do Estado da Bahia e um dos principais articuladores para que a capital baiana sediasse o evento. “Este é um dos maiores programas mundiais de estímulo às inovações e ao uso das tecnologias como instrumento pedagógico e de gestão escolar, envolvendo governos, empresas e a sociedade organizada. As entidades de TICs têm o importante papel de fomentar ações em sua agenda política que tornem a TI protagonista do desenvolvimento econômico e social”, destacou o senador.
As entidades demonstraram interesse em participar do Virtual Educa 2018 colaborando com a pauta de conteúdo indicando temas relevantes – como por exemplo Políticas Públicas – e desenvolvendo atividades como workshops, painel de discussão, palestras e estandes de exposição.

Participaram da reunião, além do senador Walter Pinheiro, Ruben Delgado, presidente da Softex; Marco Tulio Chaparro, presidente do Sindesei – DF; Christian Tadeu, presidente da Assespro – DF; Francisco Camargo, presidente da ABES; e Paulo Sergio Sgobbi e Evellin Damião, respectivamente diretor de relações onstitucionais e assistente de eelações institucionais da Brasscom.

O Virtual Educa 2018 é uma iniciativa da OEA, organizado em parceria pelo Governo do Estado da Bahia e pela Secretaria Geral da Virtual Educa, para promover a inovação na Educação, apresentar políticas e práticas e estimular a formação profissional visando o desenvolvimento humano e a inclusão social na região da América Latina e Caribe. Para mais informações sobre o evento visite http://virtualeduca.org/encuentros/bahia2018/

A Softex torna pública a prorrogação do prazo para envio das propostas referentes ao EDITAL “Chamada para Habilitação das Instituições Credenciadas ao CATI”  destinado as Instituições Credenciadas ao Comitê da Área de Tecnologia da Informação (CATI) para identificação de suas áreas de atuação e projetos desenvolvidos nas esferas de conhecimento e tecnologia referentes a Internet das Coisas (IoT), mobilidade, energia e saúde para futuro Edital Tecnologias Digitais Emergentes a ser promovido no âmbito do Programa Prioritário Softex que deverão ser finalizadas até as 23h59m do dia 15 de maio de 2018.
Ver Edital

 

A Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação do Oeste do Paraná (Iguassu-IT), realizou nesta sexta-feira (13), em conjunto com a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-PR), o 29° Encontro da Rede APL de TIC PR. Ocorreu das 8h às 18h, na sede do Sebrae de Cascavel e reuniu membros da Rede APL de TIC de todo o Estado.

O objetivo com esta iniciativa é de contribuir para a competitividade e geração de negócios no Setor de Tecnologia da Informação do Estado do Paraná, contando com a articulação e apoio da Assespro-PR.

A abertura oficial ocorreu com a explanação do presidente da Assespro, Adriano Krzyuy que destacou a importância do trabalho conjunto e a conexão com outros ambientes. 

Potencializar a geração de negócios, incrementar a competitividade, busca de apoio político e disseminar o uso massivo de tecnologia estão entre as premissas de trabalho da entidade.

No campo da busca de apoio política a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação trabalha junto à Assembleia Legislativa com a busca de incentivos para o setor de TI no Estado, por exemplo, com o Fundo de Inovação e aprovação da Lei de Inovação. Uma Assessoria Parlamentar em Brasília, também feita pela Assespro acompanha 850 projetos que impactam o setor de TI. Quarenta deles são acompanhados prioritariamente.

O presidente da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundetec), Alcione Tadeu Gomes, assinou parceria para estreitar o relacionamento com a Assespro para cooperação científica, tecnológica e empresarial para o desenvolvimento, pesquisa e inovação.

Panorama Estadual

O panorama do setor de TIC do Paraná, foi pautado com o professor do Departamento de Economia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Victor Pelaez. Dentre os destaques esteve o comércio internacional, benefícios da Lei da Informática, instituições de ciência e tecnologia credenciadas e patentes.

Internacionalização

Na sequência o assunto em destaque foi a Competitividade Global, com Reinaldo Marques, coordenador de investimentos da Softex. O tema, ‘Promovendo o Desenvolvimento das Empresas brasileiras de TICs’, foi voltado às linhas de atuação e apoio em tecnologia da informação e comunicação, envolvendo educação, inovação, inteligência, internacionalização, investimentos e qualidade.

No painel foram destacadas as ações da Softex voltadas para as atividades de promoção comercial, captação de funding internacional, e contato com rede de stakeholders internacionais, com foco principal nas ações de capacitação para internacionalização das empresas brasileiras de TICs.

Rede APL de TIC

As Melhores Práticas e Benchmarking dos APL’s TIC do Paraná foram apresentados pelos representantes dos arranjos locais.

Cláudio Navarro, de Curitiba, destacou o apoio necessário para os Arranjos Produtivos Locais (APLs), de TIC. Uma pesquisa, segundo Navarro, levou à constatação de que os associados querem obter resultados. A junção com a Assespro tornou-se fator fundamental para o desenvolvimento.

Roberto Nishimura frisou a ampliação da ramificação do APL TI Londrina, com desdobramentos para alguns eventos, por exemplo, caso de hackatons, startup weekend e Eco Tic. Um relacionamento positivo com o Poder Público também foi destacado como ponto importante para o fortalecimento do setor, juntamente com a interação com outras entidades e núcleos empresariais.

Sobre Maringá, Edney Marcos Mossambani, apresentou as ações e atuações com mais de 100 empresas associadas ao APL. A instalação do Parque Tecnológico é comemorada. São 170 mil metros quadrados que devem servir de estímulo para as empresas do município.

O presidente da Iguassu-IT, Roberto Carpes destacou as atividades voltadas a aproximação por intermédio da conexão em busca da geração de negócios. A realização de fóruns temáticos, workshops, com compartilhamento de experiências e conhecimentos tem gerado resultados positivos, conforme Carpes. A participação e apoio do Sebrae, PTI, Assespro, Sistema Regional de Inovação (SRI), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e Fundetec.

A associada Diana Spohn compartilhou a experiência de desenvolvimento da própria empresa a partir da maior participação e envolvimento com o ambiente de TI junto à Iguassu-IT.

PTI

A parceria firmada entre PTI e Assespro visa o desenvolvimento e execução de programas e projetos de cooperação técnica e o intercâmbio em assuntos educacionais, culturais, científicos, tecnológicos e de pesquisa, desenvolvimento e inovação, e o estabelecimento de mecanismos para sua realização, segundo gerente de TIC do PTI, Carlos Araújo.

BRDE

‘Financiamento de Investimentos em Inovação e Tecnologia’ é o tema que foi abordado por Paulo Marques Ferreira, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Projetos de inovação são desenvolvidos através da Inovacred, com possibilidade de financiamento de até R$10 milhões  para empresas que faturam até R$90 milhões. 

Há parceria com a garantidora de crédito Garantioeste, o que agiliza e facilita a aprovação dos projetos.

SGC

Marco Rothe, da Garantioeste, destacou as ‘Sociedades Garantidoras de Crédito’ (SGC). Parcerias com as associações comerciais e empresariais dos municípios aproxima a Garantioeste das empresas. Os valores variam de R$5 mil até R$125 mil para capital de giro e R$187 mil para investimento.

Financiamentos

Augusto Cesar Marins Machado da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) destacou que as Linhas de financiamento com instituições públicas requerem mais tempo para aprovação, e o empresário precisa estar ciente disso.

Uma mesa redonda com abordagem ao tema ‘Investimentos em Tecnologia e Inovação’, teve a participação do BRDE e Garantioeste e Fiep e serviu como espaço adicional para dirimir dúvidas dos empresários.

Bússola da Inovação

Os empresários de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), do Oeste do Paraná podem ter em mãos um relatório completo com diversos índices a respeito do setor. Para tanto, é necessário responder uma pesquisa que faz parte do projeto ‘Bússola da Inovação’, ferramenta do Observatório Sistema FIEP.

Além do apoio dos APLs do Estado, o evento teve como parceiros o Sebrae e a Itaipu Binacional, com organização conjunta da Assespro e Iguassu-IT.

Fonte: http://www.iguassuit.com.br/

Evento marca o kick-off do International Way,
com lançamento do MeetUp CIO e novos apoios em softland

Qual o segredo do sucesso de empresas bem-sucedidas em atender às exigências de seus clientes globais? Quais as expectativas dos CIOs das grandes corporações instaladas no Brasil para investimentos em TI? Como seu cliente em potencial pode colaborar para a expansão internacional de sua empresa? E como e quando acessar investidores e ecossistemas para alavancar a presença de sua organização no exterior?

Esses são alguns tópicos que serão analisados no próximo dia 26 de abril durante a quinta edição do Export Day, evento anual promovido pela Softex em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Este ano, o encontro terá como tema central “Como o cliente pode colaborar na expansão global das empresas de TI”.

“Em uma pesquisa com 176 integrantes do projeto de exportação Brasil IT+ bem-sucedidas no exterior, apuramos que entre as 20 scale-ups que mais crescem 95% acompanham seus clientes globais instalados no Brasil em mercados internacionais” destaca Guilherme Amorim, gestor do Projeto Setorial Softex.

O encontro marca o kick-off do International Way, uma boutique de soluções de baixo custo e atalhos construídos pela Softex para auxiliar o processo de internacionalização de forma mais ágil, enxuta e eficiente. Nesse sentido, e entendendo a importância de uma cultura da inovação e internacionalização a partir do mercado interno, o evento contará com a participação de executivos da Ericsson, Pepsico, Sulamérica e Gartner; de parceiros como SP Negócios, Hub 55 e TGT Consult; e de investidores do BNDES, Oria Capital e Inseed.

Na oportunidade, serão lançados os trabalhos do MeetUp CIO – para aproximação entre empresas fornecedoras de soluções, investidores e CIOs com demandas alinhadas a tendências globais –  e apresentadas ferramentas de apoio para softland em mercados internacionais. Trata-se de um arcabouço de preparação oferecido pela Softex para empresas de TI na prospecção de clientes, de novos mercados e de potenciais investidores. Isso tudo enquanto CIOs e investidores têm a oportunidade de se aproximar de um ecossistema local alinhado às demandas tecnológicas de seus headquarters e stakeholders internacionais.

A programação do Export Day 2018 inclui a apresentação de quatro casos de sucesso (Fintech, Telecom, Varejo e Saúde); um painel com investidores sobre captação de recursos para inovação e expansão internacional e outro sobre as demandas tecnológicas locais dos CIOs frente às exigências de seus escritórios e investidores globais.

Ainda como parte da programação, Maurício Costa, diretor do Hub 55 e representante da universidade de Yale no Brasil, comentará sobre o Innovation Boost, um programa oferecido às empresas que, além de exportar para os Estados Unidos, podem inovar em parceria com universidades-norte americanas. Já William Hoffert, do Gartner, apresentará onde os CIOs mais têm investido em TI, evidenciando que para cada mercado existem prioridades e demandas distintas em termos de transformação digital.

“Os Estados Unidos representam 60% do destino das exportações nacionais de software e serviços de TI. Nesse mercado extremamente competitivo inovar é uma questão fundamental para quem pensa nas tendências tecnológicas de transformação digital”, explica Guilherme Amorim.

Segundo dados da Softex, as empresas de software e serviços de TI exportaram cerca de R$ 3,7 bilhões no ano passado e as 300 integrantes do Projeto Setorial Brasil IT+ colaboraram com a expressiva quantia de R$ 1,5 bilhão para a balança comercial do país.

As inscrições para o Export Day são gratuitas e devem ser realizadas antecipadamente no endereço https://www.softex.br/internacional/exportday/#. Informações adicionais pelo telefone (61) 3327-2319.

Export Day 2018
Data: 26 de abril – Horário: das 13h00 às 17h30

Local: Auditório InovaBra Habitat Bradesco – Av. Angélica, nº 2529 – 10º andar – São Paulo