Por Redação Softex

Pesquisa da consultoria Gartner com mais de 2.500 líderes executivos revelou que 45% dos respondentes aumentaram os investimentos em inteligência artificial (IA) em razão da crescente visibilidade do ChatGPT; 70% está em modo de investigação e exploração com IA generativa e 19% em modo piloto ou de produção. A experiência do cliente é o foco principal dos investimentos em IA generativa segundo 38% dos entrevistados.

A pesquisa descobriu que 68% dos executivos acreditam que os benefícios da IA ​​generativa superam os riscos, em comparação com apenas 5% que acham que os riscos superam os benefícios. No entanto, os executivos podem começar a mudar sua perspectiva à medida que os investimentos se aprofundam.

À medida que as organizações começam a experimentar a IA generativa, muitas estão iniciando com casos de uso, como melhoria de conteúdo de mídia ou geração de código. Embora esses esforços possam ser um forte valor agregado inicial, a IA generativa tem um vasto potencial para oferecer suporte a soluções que aprimoram humanos ou máquinas e executam processos de negócios e TI de forma autônoma.

“O entusiasmo inicial por uma nova tecnologia pode dar lugar a uma análise mais rigorosa dos riscos e desafios de implementação”, disse Frances Karamouzis, VP Analyst do Gartner “As organizações provavelmente encontrarão uma série de questões de confiança, risco, segurança, privacidade e ética quando começarem a desenvolver e implantar IA generativa.”

Fonte: Gartner (maio de 2023)

Por Redação Softex

No próximo dia 11 de maio, a Unicamp promoverá no auditório do Instituto de Computação o evento gratuito “É hora de <Re>conectar com tecnologia” tendo como tema central as aplicações da Inteligência Artificial nos negócios em áreas diversas como saúde, desenvolvimento de produtos, gestão de riscos e vendas.

Desenvolvida especialmente para líderes empresariais, de tecnologia, de inovação digital e da academia, a programação inclui a apresentação das experiências, da aprendizagem e muitas dicas valiosas de alguns dos maiores experts em inteligência artificial no país, como o Prof. Dr. Leandro Villas, diretor do IC Unicamp; Profª. Dra. Esther Colombini, coordenadora de Linha no Hub de Inteligência Artificial e Arquiteturas Cognitivas; Prof. Dr. Anderson Rocha, diretor do Recod.ai e Coordenador do Hub Viva Bem de Inteligência Artificial para Saúde e Bem-estar; Profª. Dra. Sandra Avila, professora assistente do IC Unicamp; Bernardo Oliveira, machine learning advisory engineer na Motorola Mobility; Eduardo Conejo, gerente sênior de Inovação na Samsung Brasil; e Rose Ramos, founder e CEO na Match IT.

Para mais informações sobre o conteúdo e para solicitar seu convite acesse https://reconectarcomtecnologia.com.br/ia-unicamp

 

Por Karen Kornilovicz

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, apresentou na última quarta-feira, 3 de maio, Projeto de Lei 2338/23 que estabelece o marco regulatório da inteligência artificial (IA) no Brasil.

O PL está baseado no trabalho de uma comissão de juristas e especialistas que estudou o tema e realizou mais de 70 audiências públicas. Também contribuíram para o relatório um estudo da Consultoria Legislativa do Senado sobre a regulamentação de IA em mais de 30 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O PL tem cinco pilares: princípios; direitos dos afetados; classificação de riscos; obrigações e requisitos de governança; e supervisão e responsabilização. Ele estabelece normas gerais para o desenvolvimento, a implementação e o uso responsável de sistemas de IA de forma a proteger direitos fundamentais pessoas, garantir sistemas seguros e confiáveis e criar ferramentas de governança, fiscalização e supervisão.

Violações cometidas por empresas de tecnologia, por exemplo, poderão ser punidas com multa entre R$ 50 milhões a 2% do faturamento do grupo econômico, e chegar à suspensão parcial, total, temporária ou definitiva da empresa no segmento de IA.

“No setor de tecnologia, regular acaba sendo positivo para a própria inovação. Nem mesmo as big techs são contra. É positivo se colocar regras no jogo para mitigar, inclusive, possíveis inseguranças jurídicas. A proposta desse PL está muito em linha, inclusive, com as medidas que a União Europeia também vem discutindo”, avalia Diogo Cortiz, professor da PUC-SP, cientista cognitivo, futurista, palestrante e pesquisador do NIC.br

O texto do PL 2338/23 passará agora por uma comissão técnica no Senado antes de ir a votação e, se aprovado, seguirá para a Câmara dos Deputados para depois ser encaminhado para sanção presidencial. Clique aqui para conferir a íntegra do documento.

A BRISA Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação, em parceria com a UnB campus Gama e LAPPIS, lançou na manhã desta quinta-feira (4), em Brasília, o Projeto Residência em TIC.

A iniciativa, que conta com recursos da Lei de Informática através do Programa Prioritário Nacional de Inovação (PPI) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), coordenado pela Softex, capacitará nos próximos dois anos 1.000 estudantes de cursos de tecnologias, graduação e ensino técnico para se tornarem desenvolvedores de sistemas nas tecnologias mais atuais de informática e comunicações.

A solenidade de lançamento contou com as presenças de Henrique Miguel, Diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital (DECTI) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); Newton Machado, vice-presidente da Brisa; Ana Oliveira, coordenadora de qualidade da Softex; Sandro Haddad, diretor da faculdade UnB Gama; e Carla Aguiar, coordenadora do projeto na FGA, ente outros convidados.

“O setor de TI é um dos que mais vem contratando em todo o mundo, inclusive no Brasil. E esse cenário positivo deve se manter ao longo dos próximos anos. Com o Programa de Residência em TIC oferecemos uma oportunidade qualificação e de entrada no mercado de trabalho de profissionais capacitados nas tecnologias mais demandadas pelo mercado atualmente”, avalia Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

Em parceria com a UnB Campus Gama, serão disponibilizadas 100 vagas para interessados em participar da etapa de capacitação à distância (EaD) nos seguintes temas: Programação em Python (ou outra linguagem de interesse do mercado local), Matemática para computação (para criptografia e computação gráfica), Estatística (para BigData e IA), Banco de dados e modelagem (para BigData), Fundamentos de IA, Fundamentos de BigData, Fundamentos de BlockChain, e Fundamentos de RA e RV. Ao final, os participantes serão avaliados para medir os conhecimentos adquiridos e as habilidades de resolução de problema, raciocínio lógico e programação de computadores, assim como de autoestudo.

Os 40 melhores alunos – selecionados por meio de uma prova online – seguirão para a segunda etapa do curso: três meses de imersão em projetos propostos pelo mercado. Eles ganharão uma bolsa de estudo e um laptop pelo programa e, nesse período, receberão mentoria e tutoria de professores da Universidade de Brasília. A manutenção da bolsa é condicionada ao desempenho e comprometimento do aluno.

Para informações adicionais sobre o Projeto Residência em TIC da BRISA – UnB FGA visite https://residenciaticbrisa.github.io/landing_page/