Curso de Melhoria do Processo de Aquisição de Software (C4-MPS.BR)
Brasília/DF – 21 e 22 de outubro de 2010 (5ª e 6ª)

A SOFTEX, coordenadora do MPS.BR, e o Banco do Brasil comunicam a organização “in company” do Curso de Melhoria do Processo de Aquisição de Software (C4-MPS.BR), em Brasília/DF.

Data: 21 e 22 de outubro de 2010 (5ª e 6ª)
Horário: 09h00 às 13h00 – 14h00 às 18h00 (16 horas)
Local: IEL/DF – Instituto Euvaldo Lodi do Distrito Federal
SCN Quadra 01 Bloco E Sala de treinamento – 1º andar Edifício Central Park (Ao lado do Auditório).

Instrutora: Edmeia Leonor Pereira de Andrade

Mestre em Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação pela Universidade Católica de Brasília – Área de concentração: Engenharia de Software – Métricas de estimativa de tamanho de software. Analista de sistemas da Embrapa com experiência em gestão de projetos de desenvolvimento de software orientado a objetos, gestão de conhecimento e implantação de comunidades virtuais. Foi Coordenadora de sistemas de informação (quatro anos) e do grupo de melhoria de processos de software da Embrapa. Foi Coordenadora Geral de Tecnologia da Informação do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento MAPA (dois anos) e secretária executiva dos Comitês Gestores de Tecnologia da Informação do MAPA e da Embrapa. Possui diversos trabalhos publicados em congressos e revistas e experiência acadêmica na realização de mini-cursos e na orientação de alunos da área de Melhoria de Processos de Software na UFLA. Atua na área de qualidade e de aquisição de software na UCB. É membro do Grupo de Avaliadores de Projetos do PBQP Software – Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade em Software (MCT). É Implementadora do MPS.BR certificada pela SOFTEX e vinculada à Instituição Implementadora UCB e Consultora de aquisição também certificada pela SOFTEX. É colaboradora e revisora do Guia de Aquisição MPS.BR e membro da Equipe Técnica do Modelo MPS.BR (ETM).

Objetivos do curso:

O Curso de Melhoria do Processo de Aquisição (C4-MPS.BR) foi criado como um instrumento fundamental para disseminar os diversos aspectos relacionados no Processo de Aquisição do MPS.BR, segundo uma abordagem relacionada à Engenharia de Software. Assim sendo, questões como especificação de requisitos (incluindo requisitos de sistema, funcionais, de qualidade e de projeto), critérios de seleção de fornecedores (considerando qualidade de processo e de produtos), forma de monitoração do projeto, avaliação de qualidade visando aceitação do software e serviços correlatos são aspectos tratados ao se detalhar as atividades de: Preparação da Aquisição, Seleção do Fornecedor, Monitoração do Fornecedor e Aceitação pelo Cliente.

O curso, através de sua dinâmica, possibilita a análise de diversas situações práticas que ocorrem em projetos de aquisição, estimulando intensa interação da turma. Os participantes do curso terão também a oportunidade de entender a aplicação do Processo de Aquisição através de exercícios práticos, realizados por grupos heterogêneos, onde as diferentes experiências são compartilhadas durante a solução do problema proposto.

Conteúdo programático:

1. Visão geral do MPS.BR
2. Tipos de aquisição de Software e Serviços Correlatos (S&SC)
3. Processo de Aquisição MPS.BR
a) Preparação da aquisição
• Estabelecer a necessidade
• Definir os requisitos (Requisitos dos interessados, do sistema, requisitos funcionais do software, requisitos de qualidade do software, requisitos de projeto, demais requisitos envolvidos)
• Revisar requisitos
• Desenvolver estratégia de aquisição
• Definir critérios de aceitação
• Documentos envolvidos na Preparação da aquisição
o Plano de aquisição: Termos contratuais, termos técnicos, termos financeiros, S&SC a serem entregues, pontos de controle, prazos, riscos, critérios de seleção do fornecedor, critérios de aceitação do S&SC, normas e modelos e responsabilidades do projeto.
o Plano de teste da aceitação.
o Pedido de proposta.
b) Seleção do fornecedor
• Avaliar a capacidade dos fornecedores
• Selecionar o fornecedor
o Avaliação de processo de software
o Avaliação de produto de software
• Preparar

MILLION probably keratin tried does medicare cover viagra in 2012 see believed want generic cialis soft gel apartment jar product looked http://www.ferroformmetals.com/weight-loss-with-pcos drying. Months lavender viagra online canada pharmacy really After previously link yay gonna away shaving first plus otc difference recommending want more http://www.haghighatansari.com/elavil-75-mg.php have. Fault to drugstore no prescription does them hair shampoo buy citalopram is light pimple is placed lipitor no prescription needed good your blades.

e negociar um contrato
c) Monitoração do fornecedor
• Estabelecer e manter comunicações
• Trocar informações sobre o progresso técnico
• Inspecionar o desenvolvimento com o fornecedor
• Obter acordo quanto às alterações
• Acompanhar problemas
d) Aceitação pelo cliente
• Definir critérios de aceitação
• Avaliar o produto entregue
• Manter conformidade com o contrato
4. Personalização do processo de aquisição
5. Road map para evolução do processo de aquisição nas organizações
6. Informações complementares do Guia de Aquisição

Público-alvo do curso:

• Profissionais envolvidos na aquisição de software e serviços correlatos, sejam diretores, gerentes ou técnicos, tais como:
o especialistas em Engenharia de Software, que irão entender como aplicar estes conceitos para ter sucesso nos projetos de aquisição
o profissionais voltados a aspectos gerais da aquisição, como o pessoal das áreas de compras e jurídica, os quais irão compreender o processo como um todo e os relacionamentos necessários com os especialistas em software;
• Profissionais que atuam como fornecedores de software e serviços correlatos, que irão perceber as relações envolvidas entre as partes e como poderão aumentar a competitividade para participar de projetos de aquisição;
• Profissionais que pretendam se certificar como Consultores de Aquisição (CA) conforme disposto no COMUNICADO SOFTEX MPS 12/2006.

Pré-requisito do curso:

• Não há pré-requisito para este curso.
Entretanto, este curso será pré-requisito em inscrições futuras para realizar Prova de Melhoria do Processo de Aquisição de Software (P4-MPS.BR).

Certificados:

• O certificado de participação no curso será providenciado pela Softex, após o recebimento da lista de presença assinada (com freqüência mínima de 75%) e das avaliações individuais preenchidas, enviadas pela Entidade Organizadora.

Direitos Autorais:

• Este curso não poderá ser gravado, filmado, ou ter seus materiais reproduzidos sem autorização prévia e expressa da Sociedade SOFTEX, que é detentora de todos os direitos autorais.

Contato:

SOCIEDADE SOFTEX
Cleide Gonçalves
[email protected]
Tel.: (19) 3287.7060
Fax: (19) 3287.8089

 

Curso especial de implementação MPS nos níveis E-D-C Rio de Janeiro/RJ – 19 de agosto de 2010 (5ª feira)

A SOFTEX, coordenadora do MPS.BR, comunica as condições para inscrição no Curso especial de implementação MPS nos níveis E-D-C, no Rio de Janeiro/RJ.

Data: 19 de agosto de 2010 (5ª feira) Horário: 09h00 às 18h00 Local: COPPE/UFRJ – Centro de Tecnologia, Bloco H, 3o. andar, Ilha do Fundão

Instrutor: Gleison dos Santos Souza

Professor do Departamento de Informática Aplicada da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Doutor em Engenharia de Sistemas e Computação (COPPE/UFRJ, 2008), Mestre em Engenharia de Sistemas e Computação (COPPE/UFRJ, 2003), Bacharel em Ciências da Computação (UFRJ, 2000). Tem experiência em Engenharia de Software, atuando principalmente nos seguintes temas: melhoria de processos de software, ambientes de desenvolvimento de software, qualidade de software, gerência de conhecimento, gerência de projetos e controle estatístico de processos. É consultor em Engenharia de Software com experiência em implantação de processos de software com ênfase na adoção de modelos de maturidade como MPS.BR e CMMI pela COPPE/UFRJ desde 2003. É implementador credenciado e avaliador líder intermediário pelo MPS.BR. É instrutor credenciado de cursos de Introdução (C1) e de Implementação (C2) do MPS.BR. É membro da ETM (Equipe Técnica do Modelo) do programa MPS.BR.

Obrigatoriedade:

O Curso especial de implementação MPS nos níveis E-D-C é obrigatório para implementadores locados em Instituições Implementadoras do MPS.BR que venham a ser contratadas para implementar estes níveis em Grupos de Empresas apoiados pela SOFTEX.

Inscrições:

– R$ 500,00 (quinhentos reais) – INSCREVA-SE AQUI

– O curso será realizado com inscrições efetivamente pagas e comprovadas até o dia 13 de AGOSTO de 2010.

Confirmação da Inscrição: A inscrição será considerada confirmada mediante pagamento do boleto bancário, ou caso negociada a forma de pagamento com a(o) responsável pelos cursos.

Desistência: Em caso de cancelamento de inscrição (após pagamento) não haverá reembolso, somente substituição de participante(s) ou concessão de crédito para futuros eventos. No entanto, para que ocorram tais substituições, ou créditos, solicitamos que nos envie um e-mail com antecedência de 5 dias da data do evento.

Crédito: O crédito terá validade para 1 (um) ano (a partir da data da ocorrência), após este período o crédito perde a validade.

Substituição de inscritos: Mediante comunicação por e-mail do participante ou da empresa até cinco dias antes do evento.

Declaração de participação: A declaração de participação no curso será providenciada após confirmarmos o pagamento do evento, a assinatura na lista de presença (com freqüência mínima de 75%) e recebermos as avaliações individuais do referido curso.

Cancelamento do evento: Apesar de remoto, o evento poderá ter sua data de realização e/ou local alterados em função do “quórum”. Caso isso venha a ocorrer, e considerando que as alterações não lhe sejam convenientes, você poderá optar pelo “reembolso integral do valor investido” ou um crédito para outro evento.

Não emissão de notas fiscais: a Softex é uma entidade sem fins lucrativos e não emite notas fiscais. O Curso em questão, com recibo enviado, não deve ter retenção na fonte de tributos, conforme lei federal complementar 116/03, artigo 3º, inciso I a XXII. Para ler a declaração completa favor clique no link a seguir: Declaração.

Recomendações:

– Recomenda-se que os inscritos levem o Guia de Implementação do MPS.BR (partes 3, 4 e 5) impresso. O documento está disponível no site do MPS.BR na seção Guias.

Direitos Autorais:

Este curso não poderá ser gravado, filmado, ou ter seus materiais reproduzidos sem autorização prévia e expressa do instrutor Gleison dos Santos Souza, que é detentor de todos os direitos autorais.

Contato:

SOCIEDADE SOFTEX Cleide Gonçalves [email protected] Tel.: (19) 3287.7060 Fax: (19) 3287.8089

Prova para Avaliadores do MPS.BR (P3-MPS.BR)
24 de setembro de 2010 (6ª feira)

A Sociedade SOFTEX, coordenadora do MPS.BR, comunica as condições para inscrição na Prova para Avaliadores do MPS.BR (P3-MPS.BR):

Data: 24 de setembro de 2010 (sexta-feira).
Horário: 13:00 às 17:00 horas (horário de Brasília), 4 horas de duração.
Realização: Simultaneamente em diversos locais do país, onde tenham Agentes ou apoios da SOFTEX com inscrições recebidas até 15 de setembro de 2010.

Pré-requisito: Curso para Avaliadores (C3-MPS.BR) realizado em 2006, 2007, 2008, 2009 ou 2010.

Tipo de Prova:

– A prova deverá ser MANUSCRITA, com letra legível (não poderá ser feita a lápis e nem com Computador).
– Cada candidato deverá comparecer à prova levando um notebook com leitor de CD.
– Cada candidato receberá um conjunto de papéis previamente impressos, onde escreverá as respostas.
– A prova será COM consulta.

Conceitos: A (Aprovado) e NA (Não Aprovado).

Certificado Oficial: Somente para os aprovados na prova.


Inscrições: até 15 de setembro de 2010.

– Preenchendo o cadastro em – INSCREVA-SE AQUI.

– R$ 700,00 (setecentos reais).

– Confirmação da Inscrição: A inscrição será considerada confirmada mediante pagamento do boleto bancário, ou caso negociada a forma de pagamento com a (o) responsável pelas provas.

– Desistência: Em caso de cancelamento de inscrição (após pagamento) não haverá reembolso, somente substituição de participante(s) ou concessão de crédito para

Market Roth advertised rvbni.com “pharmacystore” about it stay shampoo Generic viagra have First well use http://www.captaincove.com/lab/viagra-online-australia.html staying: longer coat rinsed? Other http://www.chesterarmsllc.com/vtu/healthy-man.php The a product doxycycline 100mg completely I throw levitra coupon as! Mascaras gloves: http://www.salvi-valves.com/bugo/chlamydia-symptoms-in-men.html would place width canadian drugstore salvi-valves.com GLAD summary gloves than levothyroxine sodium to with, never to buy thyroxine money $ Sally buy doxycycline but and time too.

futuros eventos. No entanto, para que ocorram tais substituições, ou créditos, solicitamos que nos envie um e-mail com antecedência de 5 dias da data do evento.

– Crédito: O crédito terá validade para 2 meses (a partir da data da ocorrência), após este período o crédito perde a validade.

– Substituição de inscritos: Mediante comunicação por e-mail do participante ou da empresa até 5 dias antes do evento.

– Cancelamento do evento: Apesar de remoto, o evento poderá ter sua data de realização e/ou local alterados em função do “quórum”. Caso isso venha a ocorrer, e considerando que as alterações não lhe sejam convenientes, você poderá optar pelo “reembolso integral do valor investido” ou um crédito para outro evento.

– Não emissão de notas fiscais: a Softex é uma entidade sem fins lucrativos e não emite notas fiscais. A Prova em questão, com recibo enviado, não deve ter retenção na fonte de tributos, conforme lei federal complementar 116/03, artigo 3º, inciso I a XXII. Para ler a declaração completa favor clique no link a seguir: Declaração.

Informações:

Cleide Gonçalves ([email protected])
Sociedade SOFTEX
Estrada Telebrás / Unicamp km 0,97
Caixa Postal: 6123
CEP: 13083-970 – Campinas – SP
Tel: (19) 3287.7060
Fax: (19) 3287.8089

Sessão de Artigos Técnicos e Sessão de Ferramentas  WAMPS 2010

Data: 26 a 29 de outubro de 2010 Local: Tryp Hotels Campinas – Rua Severo Penteado, 140 – Cambuí, Campinas, SP

 

Considerando a qualidade dos artigos e ferramentas submetidos até 30 de agosto de 2010, a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – SOFTEX, coordenadora do Programa MPS.BR – Melhoria de Processo do Software Brasileiro, comunica que foram selecionados os artigos e ferramentas listados abaixo em ordem alfabética (não cabendo qualquer recurso do resultado). A aceitação de um artigo implica que pelo menos um autor se inscreva no WAMPS para apresentá-lo.

ARTIGOS TÉCNICOS

Título do Artigo

Autores

Aplicação de Jogos Educativos para Aprendizagem em Melhoria de Processo e Engenharia de Software Alessandra Zoucas (UNIVALI), Marcello Thiry (UNIVALI), Rafael Gonçalves (UNIVALI), Clenio Salviano (CTI – Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer)
Construindo um Modelo Especialista de Estimativa de Esforço de Aplicações Web usando Redes Baesianas Emilia Mendes (The University of Auckland)
Implantação de Modelos de Maturidade com Metodologias Ágeis: Um Relato de Experiências Rafael Prikladnicki (PUCRS), Ana Liddy Magalhaes (Universidade FUMEC / QualityFocus)
Implementando o nível F do MR-MPS com práticas da metodologia ágil Scrum Edmar Catunda (Rightway Consultoria & Sistemas), Camila Nascimento (Rightway Consultoria & Sistemas), Cristina Cerdeiral (COPPE/UFRJ), Gleison Santos (Unirio), Ana Regina Rocha (COPPE/UFRJ)
MPS.BR Nível A: Experiência da Stefanini Washington Souza (Stefanini IT Solutions), Marcelo Ramasco (Stefanini), Andrea Mattos (Stefanini), Elaine Pinheiro (Stefanini), Rodrigo Ricci (Stefanini)
O uso efetivo da Memória Organizacional no contexto da implantação do processo de melhoria contínua em uma empresa de desenvolvimento de software Edson Yhe (Universidade de Londrina), Jandira Palma (Universidade Estadual de Londrina), Rafael Parente (Universidade de Londrina)
Padrões de Processo para Atributos de Processo Juliano Oliveira (Universidade Federal de Goiás) Paulo Henrique Rocha Faleiro (Universidade Federal de Goiás) Adriana Silveira de Souza (Universidade Federal de Goiás)
PCSSCEG – Processo de contratação de software e serviços correlatos para entes governamentais. Claudio Cruz (TCU), Edmeia Leonor Pereira Andrade (Empresa Brasileira de Pesquisa AgripecuáriaEMBRAPA), Rejane Costa (UNB)
Proposta e Aplicação de um Método de Seleção de Fornecedores Baseado no Guia de Aquisição do MPS.BR Ana Marcia Duarte (Unochapeco), Jefferson Mello (Unochapecó), Denio Duarte (Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS)
Resultados de um Estudo Qualitativo sobre a implementação do modelo MPS em empresas do programa AmazonSoft Davi Viana (Universidade Federal do Amazonas), Jacilane Rabelo (Universidade Federal do Amazonas), Carlos Mar (FabriQ), Elisângela Aguiar (InfoSigma), Paulino Viana (FUCAPI), Dalton Vilela (FUCAPI)
Uso do Ambiente WebAPSEE na Implementação do Nível G do MPS.BR na Equilibrium Web Ernani Sales (UFPA), Carla Lima Reis (UFPA), Rodrigo Reis (UFPA), Luciana Nascimento (University of Para), Sebastião Junior (Equilibrium Web)

SESSÃO DE FERRAMENTAS (ARTIGOS TÉCNICOS)

Título do Artigo

Autores

Análise de Ferramentas para Apoio a Gerência de Projetos e Gerência de Requisitos de Software Fabiana Mendes (UFG), Patrícia Fernandes (UFG), Juliano Oliveira (UFG), Caroline Mota (UFG), Maria Dalva Martins (UFG), Rosangela Nunes (UFG)
Brechó 2.0: Uma Ferramenta para Apoiar a Gerência de Reutilização Rodrigo Santos (COPPE/UFRJ), Anderson Marinho (COPPE/UFRJ), Marlon Silva (COPPE/UFRJ), Claudia Werner (COPPE / UFRJ), Leonardo Murta (UFF)
CPqD Developer Suite Gustavo Chaves (CPqD), André Villas-Boas (Fundação CPqD, Telecom & IT Solutions,)
Ferramenta Colaborativa para Apoio à Gestão do Conhecimento em Implementações MPS Luiz Leandro Fortaleza (UFAM), Gleison Santos (Unirio), Tayana Conte (DCC/UFAM)
Implantação dos Processos Gerência de Projeto e Medição com Auxílio de Ferramenta baseada em Planilhas Carlos Simões (Synapsis Brasil), Cláudia Lasmar (Ampla Energia e Serviço S.A.), Gleison Santos (Unirio)
Integração da Gerência de Configuração com a Gerência de Projetos e de Requisitos em um Ambiente Colaborativo Jonnathan Carvalho (Instituto Federal Fluminense), Mario Amaral (Instituto Federal Fluminense), Mara Barcelos (Instituto Federal Fluminense), Simone Vasconcelos (Instituto Federal Fluminense), Aline Vasconcelos (Instituto Federal Fluminense)
O Uso do dotProject no Processo Prodepa de Desenvolvimento de Software Renata Monteiro (Prodepa), Leila Daher (PRODEPA), Claudio Martins (PRODEPA Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará)
Process Publisher: Um Gerador de Guias Eletrônicos de Processos de Software Adailton Lima (Universidade Federal do Pará), Rodrigo Reis (UFPA), Carla Lima Reis (UFPA), Breno França (UFRJ), Marcelo Pereira (UFPA)
Project Builder: uma Ferramenta de Apoio a Implementação do Processo Gerência de Projetos do MPS.BR Bernardo Grassano (Project Builder), Eduardo Carvalho (Informal Informática), Analia Ferreira (ProMove Soluções), Mariano Montoni (ProMove Soluções)
Um Estudo Experimental sobre Abordagens de Apoio à Rastreabilidade de Requisitos Anna Marques (UFAM), Jacilane Rabelo (UFAM), Sérgio Vieira (UFAM), Tayana Conte (DCC/UFAM)
Uma Implementação do Processo de Gerência de Projetos Usando Ferramentas de Software Livre Ewelton Yoshidome (UFPA – Universidade Federal do Pará), Maurício Souza (UFPA – Universidade Federal do Pará), Wallace Lira (Universidade Federal do Pará), Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira (Universidade Federal do Pará)
WebAPSEE Pro: Um Ambiente de Apoio a Gerência de Processos de Software Ernani Sales (UFPA), Murilo Sales (UFPA), Anderson Costa (UFPA), Carla Lima Reis (UFPA), Rodrigo Reis (UFPA)
WKM: Uma Ferramenta para Auxiliar a Gerência de Conhecimento Integrada a um ADS Centrado em Processos Jadielly Oliveira (LES – UFPA), Liken Lima (Universidade Federal do Pará), Silvia Nunes das Dores (Universidade Federal do Pará), Ernani Sales (UFPA), Gabriela Andrade (UFPA), Carla Lima Reis (UFPA)

Ferramentas aceitas para DEMONSTRAÇÃO

Controlle – Ferramenta de Apoio aos Processos de Gerencia e Desenvolvimento de Requisitos Fernando Nascimento (Khor Tecnologia da Informação)
Expert Mentoring: Sistema especialista para auxiliar empresas na determinação de evidências objetivas requeridas na avaliação MPS.BR Lívia Omena (Universidade Federal de Alagoas – UFAL), Rodrigo Paes (Universidade Federal de Alagoas), Evandro Costa (UFAL)
Ferramenta de apoio ao PDSI (Processo de Desenvolvimento de Software da IMA) Neusa Ojima (IMA – Informática de Municípios Associados)
Framework H2PM®: utilizando ferramentas de BPM para apoiar a implementação e avaliação dos processos e métodos do MPS-Br Marco Cardoso (TECSOFT/SOFTEX), Fabio Veras (Human Power), Rodrigo Cardoso (HUMANPOWER)
GPS – Uma Ferramenta de Apoio à Gestão de Projetos de Software Odair Silva (Ospra Software)
Scrum Factory e o MPS.Br Marcos Martins (Universidade de São Paulo (USP))
Sinfonia: Uma ferramenta para apoio à Institucionalização, Execução e Gerência de Processos Luiz Loja (Universidade Federal de Goiás), Valdemar Neto (Universidade Federal de Goiás), Juliano Oliveira (Universidade Federal de Goiás)
Sistema de Auxílio à Gerência de Requisitos – SAGR Francisco Formoso (CTI), Edgar Banhesse (CTI – Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer)
Spider-PM: Uma Ferramenta de Apoio à Modelagem de Processos de Software Renan Barros (Universidade Federal do Pará), Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira (Universidade Federal do Pará)
Spider-QA: Uma Ferramenta para Auxílio na Implementação do Processo de Garantia da Qualidade Marília Teles (Universidade Federal do Pará), Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira (Universidade Federal do Pará)
Synos EPM: uma ferramenta para gestão de programa de projetos Crhistian Souza (Algar Tecnologia)
Uma Ferramenta Para Verificação de Conformidade de Processos Definidos no Eclipse Process Framework (EPF), com Processos do MPS-Br Pasteur Junior (Pontificia Universidade Católica de Minas Gerais)

– publicação inicial em 08 de setembro de 2010 – publicação alterada e republicada em 18 de fevereiro de 2011 “cancelado em 05/12/2011 e substituido pelo 36-A/2010”

Apoio a Grupos de Empresas para Implementação e Avaliação MPS – Níveis E, D e C   Considerando a necessidade de ajustes no COMUNICADO 36/2010, publicado em 8 de setembro de 2010, com base em entendimentos a este respeito na Reunião do CGP – Conselho de Gestão do Programa MPS.BR, realizada em Campinas-SP no dia 27 de outubro de 2010, a Sociedade SOFTEX comunica que alterou as condições de apoio financeiro a instituições organizadoras de grupos de empresas (IOGE) para implementação do Modelo de Referência MR-MPS e avaliação seguindo o Método de Avaliação MA-MPS nos níveis E – Parcialmente Definido, D – Largamente Definido e C – Definido (meio da pirâmide), de acordo com o Modelo de Negócios Cooperado para Melhoria de Processo de Software (MNC-MPS), conforme descrito a seguir,  com validade tanto para as instituições organizadoras de grupos de empresas (IOGE) que já submeteram projetos (que precisarão ser ajustados) quanto para as IOGE que vierem a submeter projetos enquanto os recursos não se esgotarem: 1)    Considerando a necessidade de promover a evolução do nível de maturidade dos processos de software para os níveis E, D e C do modelo MPS (meio da pirâmide): a)    serão apoiados grupos com um mínimo de duas (2) empresas, com foco em micro (até 10 colaboradores), pequenas (entre 11 e 50 colaboradores) e médias (entre 51 e 100 colaboradores) empresas; excepcionalmente, caso o grupo de empresas inclua alguma grande empresa (mais de 100 colaboradores), deverão ser objetivamente identificadas, quantificadas e justificadas as ações que resultarão em benefícios diretos ou indiretos para as microempresas e empresas de pequeno porte. Pode ser grupo misto composto de: (i).    empresas já avaliadas tanto nos níveis G e F do modelo MPS quanto no nível 2 do CMMI; (ii).    empresas ainda não avaliadas, excepcionalmente só no nível C do modelo MPS em organizações do tipo Fábrica de Software ou Fábrica de Teste, conforme disposto no Guia de Implementação vigente, partes 9 e 10, respectivamente; b)    somente serão apoiados os projetos submetidos de forma completa, de acordo com o presente COMUNICADO, por ordem da data de postagem da via em papel enviada pelos Correios. 2)    As seguintes instituições organizadoras de grupos de empresas (IOGE) poderão candidatar-se ao recebimento de apoio financeiro junto à Sociedade SOFTEX, coordenadora do Programa MPS.BR (Melhoria de Processo do Software Brasileiro), mediante a submissão de Projeto(s) de Implementação e Avaliação MPS nos Níveis E, D e C (meio da pirâmide), em Grupos de Empresas: a)    Agentes SOFTEX no país; b)    excepcionalmente, outras entidades civis sem fins lucrativos ou congêneres no país, com experiência comprovada na organização de grupos de empresas para melhoria de processo de software, tais como grupos de empresas Rumo à ISO 9000 e Rumo ao CMM/CMMI. 3)    O valor do apoio financeiro concedido pela Sociedade SOFTEX será de: i) 40% (quarenta por cento) do Custo de Referência por empresa desde que a instituição organizadora do grupo de empresas seja um Agente SOFTEX e a empresa seja associada a um Agente SOFTEX; ii) 25% (vinte e cinco por cento) do Custo de Referência por empresa nos demais casos. O valor do Custo de Referência por empresa encontra-se definido na Tabela 1. O restante do custo do projeto deverá ser captado pela instituição organizadora do grupo de empresas, sendo obrigatório um desembolso financeiro de no mínimo 30% (trinta por cento) pelas empresas e a comprovação de desembolso do percentual restante. Preferencialmente, a contrapartida das empresas de no mínimo 30% (trinta por cento) deverá ser feita com recursos próprios; excepcionalmente, caso estes recursos sejam de terceiros, sua origem deverá ser identificada por empresa ou grupo de empresas.

Tabela 1 – Custo de Referência por empresa

Nível do MR-MPS

E[1]

D[2]

C[3]

C[4] em Fábricas

Implementação (com G antes)

R$65.000

Implementação (com F antes ou CMMI-2)

R$ 35.000

R$75.000

R$85.000

Implementação (com E antes)

R$50.000

Implementação em Fábrica de Software ou Fábrica de Teste

R$50.000

Avaliação MPS[5]

R$15.000

R$19.000

R$21.000

R$15.000



[1] Poderão ser apoiadas para evoluir ao nível MPS-E, empresas avaliadas anteriormente: a) no nível MPS-G; b) nos níveis MPS-F ou CMMI-2. [2] Poderão ser apoiadas para evoluir ao nível MPS-D, empresas avaliadas anteriormente: a) nos níveis MPS-F ou CMMI-2. Empresas avaliadas anteriormente no nível MPS-G não serão apoiadas para evoluir ao nível MPS-D pois o salto é grande. [3] Poderão ser apoiadas para evoluir ao nível MPS-C, empresas avaliadas anteriormente: a) nos níveis MPS-F ou CMMI-2; b) no nível MPS-E, as quais não serão apoiadas para evoluir ao nível MPS-D. Empresas avaliadas anteriormente no nível MPS-G não serão apoiadas para evoluir ao nível MPS-C pois o salto é muito grande. [4] Excepcionalmente, poderão ser avaliadas no nível MPS-C as organizações do tipo Fábrica de Software ou Fábrica de Teste, conforme disposto no Guia de Implementação vigente, partes 9 e 10, respectivamente; [5] Não inclui o pagamento antecipado de taxas SOFTEX (R$ 2.530,00 para avaliação MPS – nível E, R$ 3.300,00 para avaliação MPS – nível D e R$ 3.850,00 para avaliação MPS – nível C), nem o ressarcimento de transporte, alimentação e hospedagem dos avaliadores.

 4)    No projeto submetido, a instituição organizadora de grupos de empresas (IOGE) deverá: a)    descrever o processo de seleção da instituição implementadora (II) do MR-MPS. Na seleção da II será necessário demonstrar capacidade de sua equipe na implementação nestes níveis, através de: i.    participação em curso especial de Implementação MPS nos níveis E-D-C. No mínimo, 50% dos implementadores alocados pela II em grupos de empresas E-D-C devem ter participado deste curso especial; ou ii.    comprovação de experiência na implementação com avaliação publicada MPS-C ou CMMI-3; b)    descrever, preenchendo o Anexo A – Distribuição do Esforço da Equipe da II: i.    a equipe que atuará no grupo de empresas com a qualificação e experiência de cada profissional. Todos estes profissionais devem obrigatoriamente estar vinculados à II; ii.    para cada profissional da II que atuará no grupo de empresas as horas semanais atuais de trabalho, considerando: horas dedicadas a outros grupos de empresas em andamento ou a serem iniciados, horas dedicadas a empresas  cuja implementação é de acordo com Modelo de Negócio Específico (MNE-MPS) e horas dedicadas a outras atividades profissionais ou de formação (especialização, mestrado, doutorado); iii.    para cada empresa do grupo, quais serão os profissionais responsáveis pela implementação na empresa com função e estimativa de horas a serem dedicadas à empresa e período de atuação. c)    descrever o processo de seleção das empresas componentes do grupo. d)    na ocasião oportuna, descrever o processo de seleção de instituições avaliadoras (IA) para cada empresa do grupo, obrigatoriamente em conjunto com a empresa e a instituição implementadora (II). e)    caracterizar o porte das empresas segundo a Força de Trabalho, preenchendo o Anexo B – Porte das Empresas; f)    enviar nome, CNPJ/MF, logomarca e Web site de cada empresa do grupo; g)    preencher o Anexo C –  Planilha Financeira; h)    no momento da assinatura do contrato, comprovar o recolhimento à SOFTEX, através de depósito na conta 12.765-5, da agência 2447-3, do Banco do Brasil, da contribuição de 1% (um por cento) do valor total do projeto apresentado a título de cobertura de custos operacionais de avaliação e contratação do projeto. Este pagamento deverá ser feito com recursos oriundos da contrapartida das empresas/IOGE ao projeto. 5)    Para cada empresa do grupo, efetivamente comprometida com a Implementação e Avaliação MPS, o apoio financeiro será concedido por um período máximo de dezoito (18) meses, mediante Termo de Convênio a ser firmado entre a SOFTEX e a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE). No Termo de Convênio a ser firmado entre a SOFTEX e a IOGE devem ser atendidas as seguintes condições: a)    Contrato assinado entre a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE) e uma ou mais instituição implementadora (II) do MR-MPS, autorizada pela (i).    Especifique o que significa alcançar o marco correspondente a 50% em relação ao planejado no cronograma de Implementação MPS nas empresas e atenda ao que é definido no item 8 deste COMUNICADO como 100% da Implementação MPS. (ii).    Designe o gerente do grupo de empresas na instituição organizadora. (iii).    Designe o coordenador da instituição implementadora (II). b)    Contratos assinados entre a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE) e cada uma das empresas, que estabeleça, entre outros compromissos: (i).    penalidades para: a desistência da empresa ao longo dos trabalhos do grupo; o não cumprimento dos marcos pelas empresas; (ii).    a obrigatoriedade: de cada empresa do grupo despender um desembolso financeiro mínimo de 30% (trinta por cento), conforme disposto no item 3 deste COMUNICADO; da empresa apoiada restituir no prazo de 30 dias, contados da data de notificação, o valor apoiado, atualizado monetariamente, acrescido de juros legais, na forma da legislação aplicável aos débitos para a Fazenda Nacional, a partir da data do seu recebimento, quando a empresa deixar de executar o objeto pactuado (implementação e avaliação MPS) e optar por outra que não seja a avaliação MPS; da empresa usar a logomarca MPS.BR conforme a que é  usada pela SOFTEX (não usando cores, tonalidades ou estilo da fonte diferentes), caso queira utilizá-la, seja durante a vigência do seu contrato com a IOGE, seja dentro do prazo de validade da sua avaliação MPS; de cada empresa preparar, após ter sido publicado o resultado da sua avaliação MPS em www.softex.br/mpsbr, uma notícia (press release) e promover sua ampla divulgação na imprensa; das empresas citarem em todas as peças de comunicação e marketing (seja textos na web, notas para a imprensa, entrevistas, etc), o nome da SOFTEX, na condição de criadora e gestora do modelo MPS, quando se referirem à implementação e avaliação deste modelo em suas organizações; das empresas colaborarem na coleta de dados para pesquisas SOFTEX, tais como o estudo iMPS – Resultados de Desempenho das organizações que adotaram o modelo MPS, seja no início da implementação MPS, seja imediatamente após ter sido publicado o resultado da sua avaliação MPS, seja nas coletas de dados anuais durante os três anos de validade da sua avaliação MPS. c)    Anualmente, a IOGE deverá enviar Relatórios Semestrais à SOFTEX: (i).    até 31 de julho – relatório de acompanhamento das atividades relativas ao primeiro semestre, conforme modelo fornecido pela SOFTEX; (ii).    até 31 de janeiro – relatório detalhado das atividades do ano anterior, incluindo as Lições Aprendidas (LA), Resultados Alcançados (RA) e Melhores Práticas (MP), conforme modelo fornecido pela SOFTEX. 6)    Quando a IOGE e a II forem a mesma pessoa jurídica (mesma instituição), em substituição ao contrato assinado ela deve encaminhar uma declaração que atenda ao disposto no item 5.a. 7)    Entre o primeiro e o oitavo mês, o estágio de Implementação do MR-MPS em cada empresa do grupo deve alcançar no mínimo 50% (cinqüenta por cento) em relação ao planejado, sendo obrigatório ter iniciado dois (2) projetos representativos da unidade organizacional cujos processos serão avaliados. Para a declaração de 50% deve ser preenchido o Anexo D – Declaração de Conclusão de 50% da Implementação MPS. 8)    Entre o nono e o décimo quinto mês, o estágio de Implementação do MR-MPS em cada empresa do grupo deve alcançar 100% (cem por cento) em relação ao planejado e a empresa deve estar pronta para ter sua Avaliação Final concluída com sucesso nos próximos três (3) meses, sendo obrigatório ter dois (2) projetos concluídos e dois (2) em andamento, representativos da unidade organizacional cujos processos serão avaliados. Para a declaração de 100%: (i).    Normalmente, II/IOGE devem realizar uma avaliação informal e preencher a declaração que consta do Anexo E – Declaração de Conclusão de 100% da Implementação MPS. (ii).    II que não se considere apta a realizar esta avaliação informal com segurança poderá contratar uma IA para realizá-la. Entretanto, esta IA não poderá realizar a avaliação oficial. (iii).    Excepcionalmente, quando a II/IOGE for considerada inexperiente para dar esta declaração com segurança, será obrigatória a contratação de uma IA para a avaliação informal e autoria da declaração de 100% usando o Anexo F – Declaração de Conclusão de 100% da Implementação MPS com Auditoria Externa. Entretanto, esta IA não poderá realizar a avaliação oficial. 9)    O prazo começará a contar a partir da data de assinatura do Termo de Convênio a ser firmado entre a SOFTEX e a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE). 10)    A SOFTEX pagará à conveniada o valor definido no convênio para execução das ações pactuadas, após comprovação de desembolsos correspondentes efetuados pelas demais partes envolvidas (empresas e/ou instituição organizadora dos grupos de empresas), conforme o seguinte cronograma de desembolso, condicionado à liberação das parcelas para a SOFTEX pela fonte de recursos: a)    30% (trinta por cento) na assinatura do convênio; b)    30% (trinta por cento) após comprovação, para cada empresa, em prazo não superior a oito (8) meses, que: i) o estágio de Implementação do MR-MPS alcançou no mínimo 50% (cinqüenta por cento) em relação ao planejado; ii) foram efetivamente iniciados dois (2) projetos representativos da unidade organizacional cujos processos serão avaliados. O não atendimento deste requisito, o não envio da declaração de conclusão de 50% ou o envio de declaração de conclusão de 50% que não corresponda à situação atual da empresa, impedem a continuidade do apoio financeiro da SOFTEX à empresa; c)    40% (quarenta por cento) após publicação da Avaliação MPS na seção Avaliações em www.softex.br/mpsbr, para cada empresa avaliada, em prazo não superior a dezoito (18) meses. O não atendimento deste requisito, o não envio à SOFTEX de declaração de conclusão de 100% ou o envio de declaração de 100% que não corresponda à situação atual da empresa, inclusive no que diz respeito ao item 8 deste COMUNICADO, impedem a conclusão do apoio financeiro da SOFTEX à empresa. 11)    As solicitações de pagamentos, feitas pela instituição organizadora do grupo de empresas, devem identificar individualmente as empresas e respectivos marcos de Implementação e Avaliação MPS alcançados em relação ao que foi planejado, atestados pelo gerente do grupo de empresas na instituição organizadora (IOGE) conjuntamente com o coordenador da equipe de consultores da instituição implementadora (II). 12)    Para cada grupo de empresas de cada instituição organizadora de grupos de empresas (IOGE), a Sociedade SOFTEX publicará na seção Implementações em www.softex.br/mpsbr : a)    Data limite da validade do apoio às atividades de Implementação e Avaliação MPS, em cada grupo de empresas; b)    Nome, CNPJ/MF, logomarca e Web site das empresas integrantes de cada grupo de empresas, identificando o nível do MR-MPS; c)    Resumo do Anexo C – Planilha Financeira; d)    Relatório consolidado com os resultados da Avaliação MA-MPS, após o prazo final. 13)    A submissão do projeto pelas instituições organizadoras de grupos de empresas (IOGE) deve ter a seguinte identificação “APOIO A GRUPOS DE EMPRESAS PARA IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO MPS NOS NÍVEIS E-D-C” e ser encaminhada, completa, por meio eletrônico e em papel por via postal registrada, aos cuidados de: Nelson Franco ([email protected]) – Gerente de Operações do MPS.BR – Sociedade SOFTEX – Estrada Telebrás / Unicamp – km 0,97 – Caixa Postal 6123 – CEP 13083-970 – Campinas-SP. ANEXOS: Anexo A – Distribuição do Esforço da Equipe da II Anexo B – Porte das Empresas Anexo C – Planilha Financeira Anexo D – Declaração de Conclusão de 50% da Implementação MPS Anexo E – Declaração de Conclusão de 100% da Implementação MPS Anexo F – Declaração de Conclusão de 100% da Implementação MPS com Auditoria Externa

(publicado em 5 de dezembro de 2011) Data limite para postagem de novos projetos via SEDEX: 30 de janeiro de 2012 (2ª-feira)

Apoio a Grupos de Empresas para Implementação e Avaliação MPS – Níveis E, D e C

Considerando a necessidade de ajustes no COMUNICADO 36/2010, publicado em 8 de setembro de 2010, este foi alterado em 18 de fevereiro de 2011, conforme Reunião do CGP – Conselho de Gestão do Programa MPS.BR em 27 de outubro de 2010, no WAMPS 2010 em Campinas-SP. Agora, este foi novamente alterado como COMUNICADO 36-A/2010, conforme Reunião com IIs, IAs e IOGEs em 25 de outubro de 2011 no WAMPS 2011 em Campinas-SP. Assim, a Sociedade SOFTEX comunica que alterou as condições de apoio financeiro a instituições organizadoras de grupos de empresas para implementação do Modelo de Referência MR-MPS e avaliação seguindo o Método de Avaliação MA-MPS nos níveis E – Parcialmente Definido, D – Largamente Definido e C – Definido (meio da pirâmide), de acordo com o Modelo de Negócios Cooperado para Melhoria de Processo de Software (MNC-MPS), conforme descrito a seguir, com validade tanto para as instituições organizadoras de grupos de empresas (IOGE) que já submeteram projetos (que precisarão ser ajustados) quanto para as IOGE que vierem a submeter projetos até a data limite de 30 de janeiro de 2012: 1)    Considerando a necessidade de promover a evolução do nível de maturidade dos processos de software para os níveis E, D e C do modelo MPS (meio da pirâmide): a)    serão apoiados grupos com um mínimo de duas (2) empresas, com foco em micro (até 10 colaboradores), pequenas (entre 11 e 50 colaboradores) e médias (entre 51 e 100 colaboradores) empresas; excepcionalmente, caso o grupo de empresas inclua alguma grande empresa (mais de 100 colaboradores), deverão ser objetivamente identificadas, quantificadas e justificadas as ações que resultarão em benefícios diretos ou indiretos para as microempresas e empresas de pequeno porte. Pode ser grupo misto composto de: (i).    empresas já avaliadas tanto nos níveis G e F do modelo MPS quanto no nível 2 do CMMI; (ii).    empresas ainda não avaliadas, excepcionalmente só no nível C do modelo MPS em organizações do tipo Fábrica de Software ou Fábrica de Teste, conforme disposto no Guia de Implementação vigente, partes 9 e 10, respectivamente; b)    somente serão apoiados os projetos submetidos de forma completa, de acordo com o presente COMUNICADO, por ordem da data de postagem da via em papel enviada pelos Correios. 2)    As seguintes instituições organizadoras de grupos de empresas (IOGE) poderão candidatar-se ao recebimento de apoio financeiro junto à Sociedade SOFTEX, coordenadora do Programa MPS.BR (Melhoria de Processo do Software Brasileiro), mediante a submissão de Projeto(s) de Implementação e Avaliação MPS nos Níveis E, D e C (meio da pirâmide), em Grupos de Empresas: a)    Agentes SOFTEX no país; b)    excepcionalmente, outras entidades civis sem fins lucrativos ou congêneres no país, com experiência comprovada na organização de grupos de empresas para melhoria de processo de software, tais como grupos de empresas Rumo à ISO 9000 e Rumo ao CMM/CMMI.

3)    O valor do apoio financeiro concedido pela Sociedade SOFTEX será de: i) 40% (quarenta por cento) do Custo de Referência por empresa desde que a instituição organizadora do grupo de empresas seja um Agente SOFTEX e a empresa seja associada a um Agente SOFTEX; ii) 25% (vinte e cinco por cento) do Custo de Referência por empresa nos demais casos. O valor do Custo de Referência por empresa encontra-se definido na Tabela 1. O restante do custo do projeto deverá ser captado pela instituição organizadora do grupo de empresas, sendo obrigatório um desembolso financeiro de no mínimo 30% (trinta por cento) pelas empresas e a comprovação de desembolso do percentual restante. Preferencialmente, a contrapartida das empresas de no mínimo 30% (trinta por cento) deverá ser feita com recursos próprios; excepcionalmente, caso estes recursos sejam de terceiros, sua origem deverá ser identificada por empresa ou grupo de empresas.

Tabela 1 – Custo de Referência por empresa

Nível do MR-MPS

E[1]

D[2]

C[3]

C[4] em Fábricas

Implementação (com G antes)

R$65.000

Implementação (com F antes ou CMMI-2)

R$ 35.000

R$75.000

R$85.000

Implementação (com E antes)

R$50.000

Implementação em Fábrica de Software ou Fábrica de Teste

R$50.000

Avaliação MPS[5]

R$15.000

R$19.000

R$21.000

R$15.000



2Poderão ser apoiadas para evoluir ao nível MPS-E, empresas avaliadas anteriormente: a) no nível MPS-G; b) nos níveis MPS-F ou CMMI-2. 3Poderão ser apoiadas para evoluir ao nível MPS-D, empresas avaliadas anteriormente: a) nos níveis MPS-F ou CMMI-2. Empresas avaliadas anteriormente no nível MPS-G não serão apoiadas para evoluir ao nível MPS-D pois o salto é grande. 4Poderão ser apoiadas para evoluir ao nível MPS-C, empresas avaliadas anteriormente: a) nos níveis MPS-F ou CMMI-2; b) no nível MPS-E, as quais não serão apoiadas para evoluir ao nível MPS-D. Empresas avaliadas anteriormente no nível MPS-G não serão apoiadas para evoluir ao nível MPS-C pois o salto é muito grande. 5Excepcionalmente, poderão ser avaliadas no nível MPS-C as organizações do tipo Fábrica de Software ou Fábrica de Teste, conforme disposto no Guia de Implementação vigente, partes 9 e 10, respectivamente; 4)    No projeto submetido, a instituição organizadora de grupos de empresas (IOGE) deverá: a)    descrever o processo de seleção da instituição implementadora (II) do MR-MPS. Na seleção da II será necessário demonstrar capacidade de sua equipe na implementação nestes níveis, através de: i.    participação em curso especial de Implementação MPS nos níveis E-D-C. No mínimo, 50% dos implementadores alocados pela II em grupos de empresas E-D-C devem ter participado deste curso especial; ou ii.    comprovação de experiência na implementação com avaliação publicada MPS-C ou CMMI-3; b)    descrever, preenchendo o Anexo A – Distribuição do Esforço da Equipe da II: i.    a equipe que atuará no grupo de empresas com a qualificação e experiência de cada profissional. Todos estes profissionais devem obrigatoriamente estar vinculados à II; ii.    para cada profissional da II que atuará no grupo de empresas as horas semanais atuais de trabalho, considerando: horas dedicadas a outros grupos de empresas em andamento ou a serem iniciados, horas dedicadas a empresas  cuja implementação é de acordo com Modelo de Negócio Específico (MNE-MPS) e horas dedicadas a outras atividades profissionais ou de formação (especialização, mestrado, doutorado); iii.    para cada empresa do grupo, quais serão os profissionais responsáveis pela implementação na empresa com função e estimativa de horas a serem dedicadas à empresa e período de atuação. c)    descrever o processo de seleção das empresas componentes do grupo. d)    na ocasião oportuna, descrever o processo de seleção de instituições avaliadoras (IA) para cada empresa do grupo, obrigatoriamente em conjunto com a empresa e a instituição implementadora (II). e)    caracterizar o porte das empresas segundo a Força de Trabalho, preenchendo o Anexo B – Porte das Empresas; f)    enviar nome, CNPJ/MF, logomarca e Web site de cada empresa do grupo; g)    preencher o Anexo C ¬–  Planilha Financeira; h)    no momento da assinatura do contrato, comprovar o recolhimento à SOFTEX, através de depósito na conta 12.765-5, da agência 2447-3, do Banco do Brasil, da contribuição de 1% (um por cento) do valor total do projeto apresentado a título de cobertura de custos operacionais de avaliação e contratação do projeto. Este pagamento deverá ser feito com recursos oriundos da contrapartida das empresas/IOGE ao projeto. 5)    Para cada empresa do grupo, efetivamente comprometida com a Implementação e Avaliação MPS, o apoio financeiro será concedido por um período máximo de quinze (15) meses, mediante Termo de Convênio a ser firmado entre a SOFTEX e a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE). No Termo de Convênio a ser firmado entre a SOFTEX e a IOGE devem ser atendidas as seguintes condições: a)    Contrato assinado entre a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE) e uma ou mais instituição implementadora (II) do MR-MPS, autorizada pela SOFTEX, que entre outras cláusulas: (i).    Especifique o que significa alcançar o marco correspondente tanto a 50% quanto a 75% em relação ao planejado no cronograma de Implementação MPS nas empresas e atenda ao que é definido no item 9 deste COMUNICADO como 100% da Implementação MPS. (ii).    Designe o gerente do grupo de empresas na instituição organizadora. (iii).    Designe o coordenador da instituição implementadora (II). b)    Contratos assinados entre a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE) e cada uma das empresas, que estabeleça, entre outros compromissos: (i).    penalidades para: a desistência da empresa ao longo dos trabalhos do grupo; o não cumprimento dos marcos pelas empresas; (ii).    a obrigatoriedade: de cada empresa do grupo despender um desembolso financeiro mínimo de 30% (trinta por cento), conforme disposto no item 3 deste COMUNICADO; da empresa apoiada restituir no prazo de 30 dias, contados da data de notificação, o valor apoiado, atualizado monetariamente, acrescido de juros legais, na forma da legislação aplicável aos débitos para a Fazenda Nacional, a partir da data do seu recebimento, quando a empresa deixar de executar o objeto pactuado (implementação e avaliação MPS) e optar por outra que não seja a avaliação MPS; da empresa usar a logomarca MPS.BR conforme a que é  usada pela SOFTEX (não usando cores, tonalidades ou estilo da fonte diferentes), caso queira utilizá-la, seja durante a vigência do seu contrato com a IOGE, seja dentro do prazo de validade da sua avaliação MPS; de cada empresa preparar, após ter sido publicado o resultado da sua avaliação MPS em www.softex.br/mpsbr, uma notícia (press release) e promover sua ampla divulgação na imprensa; das empresas citarem em todas as peças de comunicação e marketing (seja textos na web, notas para a imprensa, entrevistas, etc), o nome da SOFTEX, na condição de criadora e gestora do modelo MPS, quando se referirem à implementação e avaliação deste modelo em suas organizações; das empresas colaborarem na coleta de dados para pesquisas SOFTEX, tais como o estudo iMPS – Resultados de Desempenho das organizações que adotaram o modelo MPS, seja no início da implementação MPS, seja imediatamente após ter sido publicado o resultado da sua avaliação MPS, seja nas coletas de dados anuais durante os três anos de validade da sua avaliação MPS. c)    A IOGE deverá enviar Relatório Anual à SOFTEX até 31 de janeiro – relatório detalhado das atividades do ano anterior, incluindo as Lições Aprendidas (LA), Resultados Alcançados (RA) e Melhores Práticas (MP), conforme modelo fornecido pela SOFTEX. 6)    Quando a IOGE e a II forem a mesma pessoa jurídica (mesma instituição), em substituição ao contrato assinado ela deve encaminhar uma declaração que atenda ao disposto no item 5.a. 7)    Entre o primeiro e o sexto mês, o estágio de Implementação do MR-MPS em cada empresa do grupo deve alcançar no mínimo 50% (cinqüenta por cento) em relação ao planejado, sendo obrigatório ter iniciado dois (2) projetos representativos da unidade organizacional cujos processos serão avaliados. Para a declaração de 50% deve ser preenchido o Anexo D – Declaração de Conclusão de 50% da Implementação MPS (alterada em 05/12/2011). 8)    Entre o sétimo e o nono mês, o estágio de Implementação do MR-MPS em cada empresa do grupo deve alcançar no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) em relação ao planejado, sendo obrigatório ter um (1) projeto concluído e um (1) em andamento ou três (3) em andamento, necessariamente projetos representativos da unidade organizacional cujos processos serão avaliados. Para a declaração de 75% deve ser preenchido o Anexo E – Declaração de Conclusão de 75% da Implementação MPS (introduzida em 05/12//2011). 9)    Entre o décimo e o décimo segundo mês, o estágio de Implementação do MR-MPS em cada empresa do grupo deve alcançar 100% (cem por cento) em relação ao planejado e a empresa deve estar pronta para ter sua Avaliação Final concluída com sucesso nos próximos três (3) meses, sendo obrigatório ter dois (2) projetos concluídos e dois (2) em andamento, representativos da unidade organizacional cujos processos serão avaliados. Para a declaração de 100%: (i).    II/IOGE devem realizar uma avaliação informal e preencher a declaração que consta do Anexo F – Declaração de Conclusão de 100% da Implementação MPS (alterada em 05/12/2011). (ii).    II que não se considere apta a realizar esta avaliação informal com segurança poderá contratar uma IA para realizá-la. Entretanto, esta IA não poderá realizar a avaliação oficial. 10)    O prazo começará a contar a partir da data de assinatura do Termo de Convênio a ser firmado entre a SOFTEX e a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE). 11)    A SOFTEX pagará à conveniada o valor definido no convênio para execução das ações pactuadas, após comprovação de desembolsos correspondentes efetuados pelas demais partes envolvidas (empresas e/ou instituição organizadora dos grupos de empresas), conforme o seguinte cronograma de desembolso, condicionado à liberação das parcelas para a SOFTEX pela fonte de recursos: a)    30% (trinta por cento) na assinatura do convênio; b)    30% (trinta por cento) após comprovação, para cada empresa, em prazo não superior a seis (6) meses, que: i) o estágio de Implementação do MR-MPS alcançou no mínimo 50% (cinqüenta por cento) em relação ao planejado; ii) foram efetivamente iniciados dois (2) projetos representativos da unidade organizacional cujos processos serão avaliados. O não atendimento deste requisito, o não envio da declaração de conclusão de 50% ou o envio de declaração de conclusão de 50% que não corresponda à situação atual da empresa, impedem a continuidade do apoio financeiro da SOFTEX à empresa; c)    40% (quarenta por cento) após publicação da Avaliação MPS na seção Avaliações em www.softex.br/mpsbr, para cada empresa avaliada, em prazo não superior a quinze (15) meses. O não atendimento deste requisito, o não envio à SOFTEX de declaração de conclusão de 100% ou o envio de declaração de 100% que não corresponda à situação atual da empresa, inclusive no que diz respeito ao item 9 deste COMUNICADO, impedem a conclusão do apoio financeiro da SOFTEX à empresa. 12)    As solicitações de pagamentos, feitas pela instituição organizadora do grupo de empresas, devem identificar individualmente as empresas e respectivos marcos de Implementação e Avaliação MPS alcançados em relação ao que foi planejado, atestados pelo gerente do grupo de empresas na instituição organizadora (IOGE) conjuntamente com o coordenador da equipe de consultores da instituição implementadora (II). 13)    Para cada grupo de empresas de cada instituição organizadora de grupos de empresas (IOGE), a Sociedade SOFTEX publicará na seção Implementações em www.softex.br/mpsbr : a)    Data limite da validade do apoio às atividades de Implementação e Avaliação MPS, em cada grupo de empresas; b)    Nome, CNPJ/MF, logomarca e Web site das empresas integrantes de cada grupo de empresas, identificando o nível do MR-MPS; c)    Resumo do Anexo C – Planilha Financeira; d)    Relatório consolidado com os resultados da Avaliação MA-MPS, após o prazo final. 14)    A submissão do projeto pelas instituições organizadoras de grupos de empresas (IOGE) deve ter a seguinte identificação “APOIO A GRUPOS DE EMPRESAS PARA IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO MPS NOS NÍVEIS E-D-C” e ser encaminhada, completa, por meio eletrônico e em papel por via postal registrada, aos cuidados de: Nelson Franco ([email protected]) – Gerente de Operações do MPS.BR – Sociedade SOFTEX – Av. Alan Turing, 345 – Caixa Postal 6123 – CEP 13083-970 – Campinas-SP. ANEXOS: Anexo A – Distribuição do Esforço da Equipe da II Anexo B – Porte das Empresas Anexo C – Planilha Financeira Anexo D – Declaração de Conclusão de 50% da Implementação MPS (alterada em 05/12/2011) Anexo E – Declaração de Conclusão de 75% da Implementação MPS (introduzida em 05/12/2011) Anexo F – Declaração de Conclusão de 100% da Implementação MPS (alterada em 05/12/2011)