A Softex e o MpsBr, comunicam as condições para inscrição no Curso de Introdução ao MPS-Software (C1-MPS-SW) via EaD, previsto para o período de 5 a 30 de setembro de 2016.

Duração: 8 horas

O Curso de Introdução ao MPS-Software (C1-MPS-SW) via EaD será realizado na modalidade a distância (EaD), via internet, utilizando o ambiente virtual de aprendizagem Moodle, tanto para apresentação do conteúdo quanto para cumprimento das atividades avaliativas. Essa modalidade privilegia a autonomia do estudante que estabelece sua própria rotina de estudos e pode realizar o curso a qualquer hora e em qualquer local que tenha acesso à internet. Este Ambiente Virtual de Aprendizagem é gerenciado pela área de Educação da Softex.

Objetivos:

Apresentar uma introdução ao programa MPS.BR, com foco no Modelo de Referência MR-MPS-SW; que é baseado na série de Normas Internacionais ISO/IEC 33000 e ISO/IEC 12207, e é compatível com o CMMI-DEV. Apresentar o Método de Avaliação MA-MPS que é baseado na série de Normas Internacionais ISO/IEC 33000.

Investimento:

– R$ 750,00 (setecentos e cinquenta reais) por pessoa. INSCREVA-SE AQUI!

A Softex não emite notas fiscais: o Curso em questão, com recibo enviado, não deve ter retenção na fonte de tributos, conforme lei federal complementar 116/03, artigo 3º, inciso I a XXII. Para ler a declaração completa favor clique no link a seguir: Declaração.

Confira o comunicado completo do curso: C1-MPS-SW via EaD_5 a 30 set 2016

A Softex em parceria com Apex-Brasil no âmbito do projeto setorial Brasil IT+, levou delegação de empresas para o XChange 2016, que aconteceu de de 21 a 23 de agosto, em San Antonio no Texas.

O XChange é o mais importante evento internacional voltado para canais de vendas no mercado norte-americano. Além da oportunidade para geração de negócios e parcerias, as empresas brasileiras participaram de palestras e debates com destaque para temas de IOT e Segurança em TI.

Em 2015 a delegação brasileira foi composta de 8 empresas, já este ano foram 12 participantes: Actminds, Aurus Software, Codus Tecnologia, Dextra , E-trust, Icaro Tech, MC1, Borba&Lewis, Prime Systems e SER.

Esse aumento na adesão das empresas mostra que a crise no mercado interno não tem sido entrave para as empresas no rumo além-fronteiras, pelo contrário, na realidade tem motivado os empresários a buscarem novos mercados. Outro fator preponderante para a adesão das empresas ao XChange é o trabalho desenvolvido pela Softex desde 2015 que, por meio de mentorias e modelagens de negócios do International Way, tem entregado às empresas instrumentos específicos para a estruturação de plano e programa de canais internacionais.

Segundo Luis Dosso, diretor de desenvolvimento de negócios da Dextra, no primeiro ano de participação no XChange a empresa já fechou negócios e voltou pelo segundo ano consecutivo com um pacote de vantagens e cases para atrair parceiros no mercado americano. “É necessário ir várias vezes a um mesmo evento. Para o XChange, nós tínhamos a expectativa de fechar algum negócio somente no segundo ano de participação. Mas agora, ao invés de dizer ao potencial cliente ou parceiro americano que a nossa empresa estava chegando nos EUA, podemos dizer que já temos clientes no país”. A Dextra, além de participar dos eventos internacionais promovidos pelo Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil, sempre focou no planejamento de sua internacionalização, para isso contratou uma pesquisa de mercado primária da Universidade da California e tem realizado diversas modelagens de negócios propostas pelo International Way.

Confira algumas fotos da participação das empresas brasileiras de TI no XChange 2016.

A Softex em parceria com Apex-Brasil no âmbito do projeto setorial Brasil IT+, levou delegação de empresas para o XChange 2016, que aconteceu de de 21 a 23 de agosto, em San Antonio no Texas.

O XChange é o mais importante evento internacional voltado para canais de vendas no mercado norte-americano. Além da oportunidade para geração de negócios e parcerias, as empresas brasileiras participaram de palestras e debates com destaque para temas de IOT e Segurança em TI.

Em 2015 a delegação brasileira foi composta de 8 empresas, já este ano foram 12 participantes: Actminds, Aurus Software, Codus Tecnologia, Dextra , E-trust, Icaro Tech, MC1, Borba&Lewis, Prime Systems e SER.

Esse aumento na adesão das empresas mostra que a crise no mercado interno não tem sido entrave para as empresas no rumo além-fronteiras, pelo contrário, na realidade tem motivado os empresários a buscarem novos mercados. Outro fator preponderante para a adesão das empresas ao XChange é o trabalho desenvolvido pela Softex desde 2015 que, por meio de mentorias e modelagens de negócios do International Way, tem entregado às empresas instrumentos específicos para a estruturação de plano e programa de canais internacionais.

Segundo Luis Dosso, diretor de desenvolvimento de negócios da Dextra, no primeiro ano de participação no XChange a empresa já fechou negócios e voltou pelo segundo ano consecutivo com um pacote de vantagens e cases para atrair parceiros no mercado americano. “É necessário ir várias vezes a um mesmo evento. Para o XChange, nós tínhamos a expectativa de fechar algum negócio somente no segundo ano de participação. Mas agora, ao invés de dizer ao potencial cliente ou parceiro americano que a nossa empresa estava chegando nos EUA, podemos dizer que já temos clientes no país”. A Dextra, além de participar dos eventos internacionais promovidos pelo Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil, sempre focou no planejamento de sua internacionalização, para isso contratou uma pesquisa de mercado primária da Universidade da California e tem realizado diversas modelagens de negócios propostas pelo International Way.

Confira algumas fotos da participação das empresas brasileiras de TI no XChange 2016.

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Jogos preparam candidatos para entrevista de emprego e tomada de decisões. Novos games já estão em desenvolvimento e serão incorporados em breve à plataforma

Como estratégia para preparar estudantes para o mercado de trabalho em TI, a plataforma de ensino a distância Brasil Mais TI está apostando na gamificação.

Dois jogos disponíveis na seção Aprenda Jogando acabam de ser incorporados ao portal. No game “Primeiro Emprego”, o aluno vivencia situações cotidianas características dos dias iniciais no trabalho. Ao longo de uma semana de experiência, ele deverá manter a qualidade de suas atividades se quiser garantir a sua vaga na empresa.

No segundo game, o “Tomada de Decisão”, o estudante deve substituir seu chefe que está saindo de licença. No decorrer do jogo, que proporciona uma experiência quase real. Na ausência do chefe, o estudante deverá manter a empresa operando normalmente e tomar uma série de decisões baseadas na realidade do dia a dia da companhia. Um gráfico “burndown” exibido na tela o auxilia a monitorar em tempo real o desempenho dessas atividades.

 “Além de cursos e da divulgação de vagas de trabalho, nós buscamos novas maneiras de tornar o despertar vocacional mais prazeroso. Cerca de 35% dos mais de 518 mil alunos cadastrados na plataforma têm entre 18 e 24 anos e estão entrando agora no mercado de trabalho. A gamificação foi a forma que encontramos para nos conectar com esse público de uma forma lúdica e prepará-los para a experiência da primeira entrevista e da tomada de decisões por meio de simulações reais. Estamos com outros conteúdos gamificados em produção e eles serão incorporados ao portal em breve”, explica Ana Beatriz Pires, gestora de projeto na Softex, entidade responsável pela gestão, execução e coordenação do Brasil Mais TI.

Acessado em mais de 90 países, o Brasil Mais TI é um projeto inovador desenvolvido pelo Ministério da Ciência Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em parceria com a Softex, que atua em três pontos essenciais da formação profissional: conhecimento, capacitação e oportunidade. A plataforma disponibiliza mais de 30 cursos, inclusive de Inglês, totalizando mais de 1.500 horas de aula. Um certificado é emitido ao final da conclusão de cada um.

miniatura1“A proposta da plataforma Brasil Mais TI é contribuir para mudar o quadro de falta de mão de obra especializada, despertando a vocação e assim estimulando a entrada de novos profissionais em um setor estratégico para a economia brasileira”, complementa Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

Segundo levantamento realizado pela área de Inteligência da Softex, o déficit de 408 mil profissionais de TI estimado para 2022 pode significar uma perda de receita de R$ 167 bilhões entre 2010 e 2020 para o setor.

Para conhecer os novos games da na plataforma Brasil Mais TI acesse: www.brasilmaisti.com.br  e cadastre-se.

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Jogos preparam candidatos para entrevista de emprego e tomada de decisões. Novos games já estão em desenvolvimento e serão incorporados em breve à plataforma

Como estratégia para preparar estudantes para o mercado de trabalho em TI, a plataforma de ensino a distância Brasil Mais TI está apostando na gamificação.

Dois jogos disponíveis na seção Aprenda Jogando acabam de ser incorporados ao portal. No game “Primeiro Emprego”, o aluno vivencia situações cotidianas características dos dias iniciais no trabalho. Ao longo de uma semana de experiência, ele deverá manter a qualidade de suas atividades se quiser garantir a sua vaga na empresa.

No segundo game, o “Tomada de Decisão”, o estudante deve substituir seu chefe que está saindo de licença. No decorrer do jogo, que proporciona uma experiência quase real. Na ausência do chefe, o estudante deverá manter a empresa operando normalmente e tomar uma série de decisões baseadas na realidade do dia a dia da companhia. Um gráfico “burndown” exibido na tela o auxilia a monitorar em tempo real o desempenho dessas atividades.

 “Além de cursos e da divulgação de vagas de trabalho, nós buscamos novas maneiras de tornar o despertar vocacional mais prazeroso. Cerca de 35% dos mais de 518 mil alunos cadastrados na plataforma têm entre 18 e 24 anos e estão entrando agora no mercado de trabalho. A gamificação foi a forma que encontramos para nos conectar com esse público de uma forma lúdica e prepará-los para a experiência da primeira entrevista e da tomada de decisões por meio de simulações reais. Estamos com outros conteúdos gamificados em produção e eles serão incorporados ao portal em breve”, explica Ana Beatriz Pires, gestora de projeto na Softex, entidade responsável pela gestão, execução e coordenação do Brasil Mais TI.

Acessado em mais de 90 países, o Brasil Mais TI é um projeto inovador desenvolvido pelo Ministério da Ciência Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em parceria com a Softex, que atua em três pontos essenciais da formação profissional: conhecimento, capacitação e oportunidade. A plataforma disponibiliza mais de 30 cursos, inclusive de Inglês, totalizando mais de 1.500 horas de aula. Um certificado é emitido ao final da conclusão de cada um.

miniatura1“A proposta da plataforma Brasil Mais TI é contribuir para mudar o quadro de falta de mão de obra especializada, despertando a vocação e assim estimulando a entrada de novos profissionais em um setor estratégico para a economia brasileira”, complementa Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

Segundo levantamento realizado pela área de Inteligência da Softex, o déficit de 408 mil profissionais de TI estimado para 2022 pode significar uma perda de receita de R$ 167 bilhões entre 2010 e 2020 para o setor.

Para conhecer os novos games da na plataforma Brasil Mais TI acesse: www.brasilmaisti.com.br  e cadastre-se.

Trabalhos da área educacional podem concorrer a prêmio de R$ 200 mil

Pesquisadores já podem concorrer ao Prêmio Péter Murányi, cujo objetivo é reconhecer trabalhos que melhorem a qualidade da vida e promovam a inclusão nos países em desenvolvimento.

Já estão abertas as inscrições para a 16ª edição do Prêmio Péter Murányi. Este ano, sob o tema Educação, o vencedor receberá R$ 200 mil, um troféu e um certificado válido publicamente. O objetivo da premiação é reconhecer trabalhos que, de maneira inovadora, beneficiem a vida nos países em desenvolvimento.

A iniciativa é realizada anualmente e tem alternância entre outros três temas: Alimentação, Saúde, Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Desse modo, as áreas são revisitadas a cada quatro anos.

A penúltima edição da esfera educacional foi em 2009, na qual o trabalho vencedor foi “Educação de Jovens e Adultos e Prevenção das DST/AIDS em Escolas Indígenas do Pantanal de Mato Grosso, Brasil”, realizado pelos professores Léia Teixeira L. Maciel, Giovani José da Silva e Giani Ramona da Silva.

Segundo a professora Maciel, o trabalho surgiu da necessidade de debater a prevenção da AIDS a partir da própria cultura indígena. “Ficamos bastante interessados no prêmio, principalmente pela história do próprio Péter Murányi, que sempre teve a preocupação de levar qualidade de vida às pessoas. A partir daí, pensamos em como poderíamos melhorar a condição e a qualidade de ensino para os povos indígenas”, explica.

A candidatura é gratuita e deve ser realizada pela instituição ou empresa até 30 de setembro de 2016, através de cadastro prévio feito diretamente com a Fundação Péter Murányi. Caso a instituição não esteja credenciada, basta solicitar a inclusão. Os trabalhos inscritos passam pela avaliação de uma Comissão Técnica e Científica e um Júri, para que se possa atingir o objetivo de reconhecer publicamente os pesquisadores.

“O Prêmio concede muitas possibilidades aos pesquisadores. Sua importância não fica apenas à área da pesquisa, abrangendo o ensino e a extensão, porque, com uma pesquisa bem feita, é possível expandir para as demais áreas, atendendo diretamente a comunidade”, completa a professora.

O Prêmio Péter Murányi conta com o apoio do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras), SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), Aciesp (Academia de Ciências do Estado de São Paulo), ABC (Academia Brasileira de Ciências), Aconbras (Associação dos Cônsules no Brasil) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

SERVIÇO:

16ª edição Prêmio Péter Murányi: Educação

Envio dos trabalhos indicados: até 30 de setembro de 2016 (http://www.fundacaopetermuranyi.org.br/main.asp?pag=premioatual)

Prazo para cadastro da instituição ou empresa: até 14 de agosto de 2016

Análise pela Comissão Técnica e Júri: Fevereiro de 2017

Cerimônia de entrega: Abril de 2017