Trabalhos da área educacional podem concorrer a prêmio de R$ 200 mil

Pesquisadores já podem concorrer ao Prêmio Péter Murányi, cujo objetivo é reconhecer trabalhos que melhorem a qualidade da vida e promovam a inclusão nos países em desenvolvimento.

Já estão abertas as inscrições para a 16ª edição do Prêmio Péter Murányi. Este ano, sob o tema Educação, o vencedor receberá R$ 200 mil, um troféu e um certificado válido publicamente. O objetivo da premiação é reconhecer trabalhos que, de maneira inovadora, beneficiem a vida nos países em desenvolvimento.

A iniciativa é realizada anualmente e tem alternância entre outros três temas: Alimentação, Saúde, Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Desse modo, as áreas são revisitadas a cada quatro anos.

A penúltima edição da esfera educacional foi em 2009, na qual o trabalho vencedor foi “Educação de Jovens e Adultos e Prevenção das DST/AIDS em Escolas Indígenas do Pantanal de Mato Grosso, Brasil”, realizado pelos professores Léia Teixeira L. Maciel, Giovani José da Silva e Giani Ramona da Silva.

Segundo a professora Maciel, o trabalho surgiu da necessidade de debater a prevenção da AIDS a partir da própria cultura indígena. “Ficamos bastante interessados no prêmio, principalmente pela história do próprio Péter Murányi, que sempre teve a preocupação de levar qualidade de vida às pessoas. A partir daí, pensamos em como poderíamos melhorar a condição e a qualidade de ensino para os povos indígenas”, explica.

A candidatura é gratuita e deve ser realizada pela instituição ou empresa até 30 de setembro de 2016, através de cadastro prévio feito diretamente com a Fundação Péter Murányi. Caso a instituição não esteja credenciada, basta solicitar a inclusão. Os trabalhos inscritos passam pela avaliação de uma Comissão Técnica e Científica e um Júri, para que se possa atingir o objetivo de reconhecer publicamente os pesquisadores.

“O Prêmio concede muitas possibilidades aos pesquisadores. Sua importância não fica apenas à área da pesquisa, abrangendo o ensino e a extensão, porque, com uma pesquisa bem feita, é possível expandir para as demais áreas, atendendo diretamente a comunidade”, completa a professora.

O Prêmio Péter Murányi conta com o apoio do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras), SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), Aciesp (Academia de Ciências do Estado de São Paulo), ABC (Academia Brasileira de Ciências), Aconbras (Associação dos Cônsules no Brasil) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

SERVIÇO: 16ª edição Prêmio Péter Murányi: Educação Envio dos trabalhos indicados: até 30 de setembro de 2016 (http://www.fundacaopetermuranyi.org.br/main.asp?pag=premioatual) Prazo para cadastro da instituição ou empresa: até 14 de agosto de 2016 Análise pela Comissão Técnica e Júri: Fevereiro de 2017 Cerimônia de entrega: Abril de 2017

Iniciativa tem por objetivo auxiliar as empresas interessadas em busca de oportunidades de negócios no exterior

Para atender à demanda das empresas brasileiras de TI interessadas em buscar novos espaços no exterior para seus produtos e serviços de software e serviços de TI, a Softex está lançando a série Market Analysis contemplando os mercados internacionais que apresentam maior potencial para receber as soluções “made in Brazil”. A iniciativa ocorre no âmbito do projeto de promoção de exportações do setor de software e serviços de TI, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

“A falta de informação sobre mercados externos é apontada como principal dificuldade por cerca de 70% das empresas que buscam nosso apoio no processo de internacionalização”, explica Guilherme Amorim, gerente da área Internacional da Softex.

Ao longo deste ano, foram produzidos 16 relatórios, entre eles um abrangendo a região da América Latina que apresenta forte demanda em função de similaridades culturais. Chile, Colômbia, México e Argentina são mercados muito receptivos à TI brasileira, cada um com características próprias.

“A identificação dessas peculiaridades aumenta a probabilidade de sucesso quando uma empresa brasileira chega a um novo país. No caso do Chile, por exemplo, há uma forte demanda gerada pelos vários acordos bilaterais assinados pelo país, o que faz dele uma excelente base para outros mercados. Além disso, o Chile também é muito receptivo para vendas governamentais”, explica Guilherme Amorim, completa Amorim.

A América do Norte e a Europa, duas outras regiões que podem absorver a produção brasileira de TI, também integram a série Market Analysis.  “Qualquer empresa interessada pode ter acesso à versão resumida e, caso queira informações mais detalhadas, pode se associar ao Projeto”, complementa Amorim, lembrando ainda que os relatórios são produzidos com base em informações exclusivas dos principais institutos de pesquisa globais como Gartner, Euromonitor e Forrester, alinhadas com os dados primários levantados e analisados pelo corpo técnico do próprio Projeto.

Hoje, as empresas do Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil respondem por 45% das exportações do setor de software e serviços do Brasil. Integrado atualmente por 202 companhias, ele têm como mercados-alvo prioritários Estados Unidos, Colômbia, Chile e México.

O Projeto oferece uma série de benefícios às associadas além de informações qualificadas sobre os mercados-alvos, tais como assessoria comercial no exterior, participação em feiras e eventos internacionais, apoio na obtenção de financiamento para exportação e em questões como registro de marcas e de software, localização, instalação de subsidiárias e aspectos legais.

Para conhecer a série Market Analysis lançada pela Softex visite http://www.brasilitplus.com/brasilit/Portugues/detOportunidadesInvestimentos.php

Iniciativa tem por objetivo auxiliar as empresas interessadas em busca de oportunidades de negócios no exterior

Para atender à demanda das empresas brasileiras de TI interessadas em buscar novos espaços no exterior para seus produtos e serviços de software e serviços de TI, a Softex está lançando a série Market Analysis contemplando os mercados internacionais que apresentam maior potencial para receber as soluções “made in Brazil”. A iniciativa ocorre no âmbito do projeto de promoção de exportações do setor de software e serviços de TI, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

“A falta de informação sobre mercados externos é apontada como principal dificuldade por cerca de 70% das empresas que buscam nosso apoio no processo de internacionalização”, explica Guilherme Amorim, gerente da área Internacional da Softex.

Ao longo deste ano, foram produzidos 16 relatórios, entre eles um abrangendo a região da América Latina que apresenta forte demanda em função de similaridades culturais. Chile, Colômbia, México e Argentina são mercados muito receptivos à TI brasileira, cada um com características próprias.

“A identificação dessas peculiaridades aumenta a probabilidade de sucesso quando uma empresa brasileira chega a um novo país. No caso do Chile, por exemplo, há uma forte demanda gerada pelos vários acordos bilaterais assinados pelo país, o que faz dele uma excelente base para outros mercados. Além disso, o Chile também é muito receptivo para vendas governamentais”, explica Guilherme Amorim, completa Amorim.

A América do Norte e a Europa, duas outras regiões que podem absorver a produção brasileira de TI, também integram a série Market Analysis.  “Qualquer empresa interessada pode ter acesso à versão resumida e, caso queira informações mais detalhadas, pode se associar ao Projeto”, complementa Amorim, lembrando ainda que os relatórios são produzidos com base em informações exclusivas dos principais institutos de pesquisa globais como Gartner, Euromonitor e Forrester, alinhadas com os dados primários levantados e analisados pelo corpo técnico do próprio Projeto.

Hoje, as empresas do Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil respondem por 45% das exportações do setor de software e serviços do Brasil. Integrado atualmente por 202 companhias, ele têm como mercados-alvo prioritários Estados Unidos, Colômbia, Chile e México.

O Projeto oferece uma série de benefícios às associadas além de informações qualificadas sobre os mercados-alvos, tais como assessoria comercial no exterior, participação em feiras e eventos internacionais, apoio na obtenção de financiamento para exportação e em questões como registro de marcas e de software, localização, instalação de subsidiárias e aspectos legais.

Para conhecer a série Market Analysis lançada pela Softex visite http://www.brasilitplus.com/brasilit/Portugues/detOportunidadesInvestimentos.php

Deixe germinar a semente a internacionalização que existe em sua startup

 Obstáculo a ser superado

Um desafio enfrentado pela maioria dos empreendedores brasileiros que tentam ir além-fronteiras é sua condição de pequena empresa, ou seja, equipe demasiada enxuta  para dedicar tempo ao mercado externo. Em uma recente pesquisa junto a 260 empresas em processo de expansão internacional do Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil, cerca de 65% indicaram que a internacionalização da empresa é visão compartilhada por todos os principais acionistas e executivos. Porém, quando questionados se a empresa tem dirigentes dedicados aos negócios internacionais, cerca de 60% afirmaram não ter ninguém responsável pela função.

Diferencial das empresas de TI

Mas no caso do setor de TI, tal questão organizacional não deveria impor uma barreira impossível de se superar no processo de expansão internacional. Salientamos que independente do porte e do sucesso no Brasil, a empresa costuma ser tida como nascente ou inexperiente no mercado externo. Além disso, temos acompanhado a criatividade com que as empresas de TI, principalmente as startups, têm respondido às necessidades do mercado mesmo diante da escassez de recursos.

Por meio das metodologias ágeis, essas empresas têm testado e validado hipóteses em ciclos mais rápidos de desenho-desenvolvimento-teste. Elas têm buscado aumentar a taxa de sucesso de projetos não apenas sob a perspectiva de entrega da solução num tempo e custo reduzidos, mas também sob a ótica de criação de valor para o cliente. Além do agile, o modelo lean (enxuto) também tem sido amplamente considerado no setor. Sendo que, enquanto o agile é uma abordagem mais clara e tangível para as equipes de desenvolvimento de software, o pensamento lean, por outro lado, apela mais para o universo dos negócios.

Soluções simples e acessíveis de go to market

Nesse sentido, as empresas de TI que adotam um mindset lean e agile em seu cotidiano podem usar desse know howpara se internacionalizar por meio de atalhos e soluções de baixo custo. Entenda como:

1. Tenha em mente que o primeiro a ir global não é a empresa, mas sim o empreendedor. Por isso, treine teu pitch em outros idiomas, leia artigos internacionais como os do Gartner e esteja em constante contato com estrangeiros. Eventos do Internations e Couchsurfing são muito bons para isso;

2. A empresa pode avaliar seu potencial de internacionalização por meio de uma ferramenta de diagnóstico disponibilizada pela Softex/Apex-Brasil;

3. Com base nesse primeiro diagnóstico, é possível começar a modelar em equipe o Canvas voltado para negócios internacionais. Tal brainstorming pode trazer à tona um time auto organizado, com talentos para assumir os papéis descrum master, product owner e desenvolvedores de internacionalização;

4. No começo não é necessário ser, basta parecer global. Acesse e divulgue a empresa em plataformas e eventos online internacionais. O Pocket Guide TI traz diversas dessas plataformas, como Connect Americas e Entreprise Europe Network ;

5. Busque fornecedores de leads e agências de mkt direto no mercado destino. Com um escritório virtual, você pode ter até endereço e telefone no exterior pagando-se muito pouco;

6. Comunique-se. Conte para clientes e fornecedores que sua empresa é uma born global ou está expandindo fronteiras. Muitos negócios são levados para o exterior por meio de grandes players instalados no Brasil;

7. Se relacione com outros empreendedores internacionalizados via eventos e associações locais. Você aprenderá com os erros e acertos deles, além de fazer networking com um grupo mais maduro de empresas;

8. Teste e valide hipóteses junto a parceiros e especialistas no Brasil e no exterior. Num webinar, coaching online, workshop ou missão empresarial subsidiada por agências de fomento decida em dias o que você levaria meses para definir em sua estratégia go global. Afinal, a descoberta se um mercado é ou não aderente à solução da empresa deve ser feita o mais rápido possível e a baixos custos.

Diante de tantas possibilidades voltadas para a internacionalização, temos que concordar com Carlos Alberto Jayme, CEO da Cinq, quando ele afirma que o mundo oferece muitas oportunidades e desafios, bastando vontade e paixão aos corajosos empreendedores que quiserem desbravá-lo.   Você também pode permitir que sua startup, com o gene do leane agile que existe nela, comece hoje mesmo a ir global.

Para ler o case da Cinq na íntegra e acessar outras informações práticas e viáveis de go global, acesse o Pocket Guide TI, voltado para empresas do setor de TI que tem como mantra o Fail fast, learn fast and fix fast.

Escrito por Sabrina Mendes, mestre em Estudos Internacionais pela Sorbonne Paris III,  é responsável pela inteligência de mercado internacional do Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil.

Deixe germinar a semente a internacionalização que existe em sua startup

 Obstáculo a ser superado

Um desafio enfrentado pela maioria dos empreendedores brasileiros que tentam ir além-fronteiras é sua condição de pequena empresa, ou seja, equipe demasiada enxuta  para dedicar tempo ao mercado externo. Em uma recente pesquisa junto a 260 empresas em processo de expansão internacional do Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil, cerca de 65% indicaram que a internacionalização da empresa é visão compartilhada por todos os principais acionistas e executivos. Porém, quando questionados se a empresa tem dirigentes dedicados aos negócios internacionais, cerca de 60% afirmaram não ter ninguém responsável pela função.

Diferencial das empresas de TI

Mas no caso do setor de TI, tal questão organizacional não deveria impor uma barreira impossível de se superar no processo de expansão internacional. Salientamos que independente do porte e do sucesso no Brasil, a empresa costuma ser tida como nascente ou inexperiente no mercado externo. Além disso, temos acompanhado a criatividade com que as empresas de TI, principalmente as startups, têm respondido às necessidades do mercado mesmo diante da escassez de recursos.

Por meio das metodologias ágeis, essas empresas têm testado e validado hipóteses em ciclos mais rápidos de desenho-desenvolvimento-teste. Elas têm buscado aumentar a taxa de sucesso de projetos não apenas sob a perspectiva de entrega da solução num tempo e custo reduzidos, mas também sob a ótica de criação de valor para o cliente. Além do agile, o modelo lean (enxuto) também tem sido amplamente considerado no setor. Sendo que, enquanto o agile é uma abordagem mais clara e tangível para as equipes de desenvolvimento de software, o pensamento lean, por outro lado, apela mais para o universo dos negócios.

Soluções simples e acessíveis de go to market

Nesse sentido, as empresas de TI que adotam um mindset lean e agile em seu cotidiano podem usar desse know howpara se internacionalizar por meio de atalhos e soluções de baixo custo. Entenda como:

1. Tenha em mente que o primeiro a ir global não é a empresa, mas sim o empreendedor. Por isso, treine teu pitch em outros idiomas, leia artigos internacionais como os do Gartner e esteja em constante contato com estrangeiros. Eventos do Internations e Couchsurfing são muito bons para isso;

2. A empresa pode avaliar seu potencial de internacionalização por meio de uma ferramenta de diagnóstico disponibilizada pela Softex/Apex-Brasil;

3. Com base nesse primeiro diagnóstico, é possível começar a modelar em equipe o Canvas voltado para negócios internacionais. Tal brainstorming pode trazer à tona um time auto organizado, com talentos para assumir os papéis descrum master, product owner e desenvolvedores de internacionalização;

4. No começo não é necessário ser, basta parecer global. Acesse e divulgue a empresa em plataformas e eventos online internacionais. O Pocket Guide TI traz diversas dessas plataformas, como Connect Americas e Entreprise Europe Network ;

5. Busque fornecedores de leads e agências de mkt direto no mercado destino. Com um escritório virtual, você pode ter até endereço e telefone no exterior pagando-se muito pouco;

6. Comunique-se. Conte para clientes e fornecedores que sua empresa é uma born global ou está expandindo fronteiras. Muitos negócios são levados para o exterior por meio de grandes players instalados no Brasil;

7. Se relacione com outros empreendedores internacionalizados via eventos e associações locais. Você aprenderá com os erros e acertos deles, além de fazer networking com um grupo mais maduro de empresas;

8. Teste e valide hipóteses junto a parceiros e especialistas no Brasil e no exterior. Num webinar, coaching online, workshop ou missão empresarial subsidiada por agências de fomento decida em dias o que você levaria meses para definir em sua estratégia go global. Afinal, a descoberta se um mercado é ou não aderente à solução da empresa deve ser feita o mais rápido possível e a baixos custos.

Diante de tantas possibilidades voltadas para a internacionalização, temos que concordar com Carlos Alberto Jayme, CEO da Cinq, quando ele afirma que o mundo oferece muitas oportunidades e desafios, bastando vontade e paixão aos corajosos empreendedores que quiserem desbravá-lo.   Você também pode permitir que sua startup, com o gene do leane agile que existe nela, comece hoje mesmo a ir global.

Para ler o case da Cinq na íntegra e acessar outras informações práticas e viáveis de go global, acesse o Pocket Guide TI, voltado para empresas do setor de TI que tem como mantra o Fail fast, learn fast and fix fast.

Escrito por Sabrina Mendes, mestre em Estudos Internacionais pela Sorbonne Paris III,  é responsável pela inteligência de mercado internacional do Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil.

Sistema Softex passa a contar com 23 Agentes Regionais distribuídos por 14 Estados brasileiros

A Softex anuncia a expansão de sua presença geográfica para a região Norte do país com o credenciamento do INDT – Instituto de Desenvolvimento Tecnológico, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), que atua em cooperação com empresas, governos, universidades e outros centros no Brasil e também no exterior, como seu Agente Regional em Manaus.

O Sistema Softex passa a contar com uma rede de 23 Agentes Regionais distribuídos por 14 estados brasileiros prestando apoio e orientação local às empresas de software e serviços de TI desde a sua preparação para o ingresso no mercado até o auxílio para exportação, internacionalização, obtenção de recursos financeiros e acesso a informações de inteligência de mercado. Os Agentes Regionais representam localmente a entidade e trabalham em articulação com a iniciativa privada e com os governos estaduais e municipais, contando ainda com o suporte de centros acadêmicos e de instituições de fomento.

“Como parte da estratégia de conferir mais competitividade e musculatura às empresas nacionais, sentíamos a necessidade de expandir a nossa atuação para a região Norte e isso só foi possível graças à forte sinergia com o INDT, que incorpora ainda mais valor à nossa rede por sua tradição no desenvolvimento de projetos de P&D. A zona franca de Manaus colaborou para a criação de um ecossistema inovador e estimulou o desenvolvimento de novas tecnologias. As empresas locais poderão agora se beneficiar de nossos programas e seguiremos fomentando o estímulo à criação de novas empresas de base tecnológica”, destaca Fabian Petrait, vice-presidente de administração e finanças (CFO) da Softex, lembrando que segundo o Índice de Cidades Empreendedoras 2014 (ICE) da Endeavor, Manaus ocupa a décima posição entre as 14 cidades mais empreendedoras do país.

Dentro desse projeto de desembarque no Norte do país, a Softex iniciou no ano passado uma série de ações de aproximação com os governos estaduais da região, com a academia e entidades locais, tendo inclusive firmado um protocolo de intenções com governo do estado visando à realização de ações estratégicas para a promoção comercial e fomento à economia digital.

A parceria prevê, entre outras iniciativas, a realização de ações estratégicas de estímulo e retenção de profissionais de TI, estímulo à disseminação da língua inglesa para os programadores, promoção do empreendedorismo e apoio à inovação, aproveitando, inclusive, a expertise do INDT.

“Nosso histórico local nos permitiu construir uma ótima relação com a comunidade desenvolvedora e considero isso um de nossos maiores ativos. O ambiente empreendedor e de inovação de Manaus é bastante vibrante, com um grande número de indústrias atraídas pela zona franca e muitas startups. Entretanto, é uma região que se ressentia da falta de apoio de programas como os desenvolvidos pela Softex. Paralelamente à vocação manufatureira que se estabeleceu na região, acreditamos que é possível também agregar ainda mais valor, transformando-a em um polo de alta tecnologia e inovação. Por isso é tão importante para nós poder atuar como um Agente Regional da entidade”, analisa Geraldo Feitoza, presidente do INDT.

Fundado em 2001 e com unidades em Manaus e Brasília, o INDT é um centro de P&D privado e independente que desenvolve soluções em design, hardware, software, conectividade e gestão ágil de projetos por meio da contratação direta para os setores bancário, eletrônicos de consumo, logística, manufatura, varejo, telecom e utilities. O Instituto também possui laboratórios exclusivos na América Latina com equipamentos direcionados para pesquisa e desenvolvimento em telecomunicações, hardware experiência do usuário, imagem, validação e cloud & big data.

Contabilizando mais de 2 milhões de habitantes, a capital do estado do Amazonas é o principal centro financeiro, corporativo e econômico da Região Norte do Brasil, possuindo atualmente 378 empresas de TIC que empregam cerca de 2.950 pessoas. “Apesar de ainda contar com uma participação modesta no número de empregos no estado, os setores de serviços de tecnologia da informação têm apresentado um acentuado crescimento, tanto na evolução do número de empresas como de empregos, e a parceria com a Softex pode nos ajudar a acelerar esse processo”, conclui Geraldo Feitoza.

A Softex continua trabalhando na expansão de sua capilaridade e expansão para as regiões Sul e Nordeste, preferencialmente em Estados que ainda não contam com a presença de representantes da entidade.