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O Programa Start-Up Brasil é a primeira iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação a ser indicado para o prêmio Inovação, promovido pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

 No último dia 1º de dezembro, Programa Start-Up Brasil, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com gestão operacional da Softex, ficou entre os 11 vencedores das 102 iniciativas que disputaram o prêmio de Inovação na Gestão Pública Federal.

O concurso, que já está em sua 20ª edição, tem como objetivo incentivar a implementação de iniciativas inovadoras na gestão pública, disseminar soluções que sirvam de inspiração para outras práticas e reconhecer e valorizar equipes. O Start-Up Brasil foi a primeira política pública do MCTI a receber o prêmio por ter cumprido os critérios de avaliação e por continuar a exercer um bom trabalho em prol da inovação no país.

Para o coordenador de Software e Serviços do MCTI, José Dieguez, a premiação no Concurso Inovação na Gestão Pública é um reconhecimento dos resultados já alcançados pelo programa Start-Up Brasil. “Ganha o governo na medida em que a gente consegue atrair investimento privado com pequeno recurso público, empoderando pessoas que têm boas ideias e bons negócios, que vão ao mercado, que dão atenção para a sociedade, que fornecem soluções novas, trazendo mais conforto e mais facilidades.”

Uma vitória de todos

Para a decisão, o ENAP levou em conta entre outros critérios, a introdução de inovação em relação a práticas anteriores; resultados positivos comprovados quanto à contribuição para a resolução da situação-problema ou atendimento à demanda do público-alvo ou aos direitos dos cidadãos; e o grau de sustentabilidade na implementação das ações e obtenção dos resultados da iniciativa.

“O Start-Up Brasil é uma política pública que deu certo e tem ótimos resultados. A cada R$1 investido pelo governo, R$2 foram investidos externamente por investidores anjos, privados, fundos ou outras iniciativas. Isso demonstra que a parceria com as aceleradoras, que são instituições privadas que focam no crescimento das empresas, e a gestão Softex que temos feito do programa tem sido eficaz no trabalho de acesso ao mercado, coaching, mentoria e oportunidades para as empresas”, comenta Diônes Lima, vice-presidente de operações da Softex.

Criado em novembro de 2012, o Start-Up Brasil apoia atualmente 183 startups nacionais e internacionais, possui uma rede de 18 aceleradoras em 7 estados brasileiros e mais de 50 parceiros públicos e privados. Além disso, realiza eventos de mentoria, Welcome Aboard, Demo Day nacional e internacional em São Francisco, missões internacionais como a realizada em junho de 2015 para a London Technology Week, participação em feiras e eventos parceiros, e acesso ao mercado e a investidores.

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O Programa Start-Up Brasil é a primeira iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação a ser indicado para o prêmio Inovação, promovido pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

 No último dia 1º de dezembro, Programa Start-Up Brasil, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com gestão operacional da Softex, ficou entre os 11 vencedores das 102 iniciativas que disputaram o prêmio de Inovação na Gestão Pública Federal.

O concurso, que já está em sua 20ª edição, tem como objetivo incentivar a implementação de iniciativas inovadoras na gestão pública, disseminar soluções que sirvam de inspiração para outras práticas e reconhecer e valorizar equipes. O Start-Up Brasil foi a primeira política pública do MCTI a receber o prêmio por ter cumprido os critérios de avaliação e por continuar a exercer um bom trabalho em prol da inovação no país.

Para o coordenador de Software e Serviços do MCTI, José Dieguez, a premiação no Concurso Inovação na Gestão Pública é um reconhecimento dos resultados já alcançados pelo programa Start-Up Brasil. “Ganha o governo na medida em que a gente consegue atrair investimento privado com pequeno recurso público, empoderando pessoas que têm boas ideias e bons negócios, que vão ao mercado, que dão atenção para a sociedade, que fornecem soluções novas, trazendo mais conforto e mais facilidades.”

Uma vitória de todos

Para a decisão, o ENAP levou em conta entre outros critérios, a introdução de inovação em relação a práticas anteriores; resultados positivos comprovados quanto à contribuição para a resolução da situação-problema ou atendimento à demanda do público-alvo ou aos direitos dos cidadãos; e o grau de sustentabilidade na implementação das ações e obtenção dos resultados da iniciativa.

“O Start-Up Brasil é uma política pública que deu certo e tem ótimos resultados. A cada R$1 investido pelo governo, R$2 foram investidos externamente por investidores anjos, privados, fundos ou outras iniciativas. Isso demonstra que a parceria com as aceleradoras, que são instituições privadas que focam no crescimento das empresas, e a gestão Softex que temos feito do programa tem sido eficaz no trabalho de acesso ao mercado, coaching, mentoria e oportunidades para as empresas”, comenta Diônes Lima, vice-presidente de operações da Softex.

Criado em novembro de 2012, o Start-Up Brasil apoia atualmente 183 startups nacionais e internacionais, possui uma rede de 18 aceleradoras em 7 estados brasileiros e mais de 50 parceiros públicos e privados. Além disso, realiza eventos de mentoria, Welcome Aboard, Demo Day nacional e internacional em São Francisco, missões internacionais como a realizada em junho de 2015 para a London Technology Week, participação em feiras e eventos parceiros, e acesso ao mercado e a investidores.

VirtualEduca_Convênio2016

Na foto: Prof. Heitor Gurgulino de Souza, Presidente da Universidade da ONU, Ruben Delgado, Presidente da Softex e José María Antón, Secretário Geral do Virtual Educa.

O presidente da Softex, Ruben Delgado, participou esta semana em Washington da reunião do Patronato Virtual Educa, órgão de apoio institucional ao evento e integrado por representantes de diversos países membros da Organização dos Estados Americanos (OEA), entre eles o Brasil, representado pela entidade.

Na oportunidade, a Softex firmou a renovação de um convênio de colaboração com a Virtual Educa, uma iniciativa de cooperação multilateral nas áreas de educação e inovação para a inclusão e o desenvolvimento. Cobrindo o ano de 2016, esse acordo prevê que a Virtual Educa promoverá as empresas brasileiras de produtos e serviços voltados para a educação, com destaque para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), na região das Américas.

“Entendemos a Virtual Educa como um parceiro estratégico, pois pode desempenhar o papel de unir e consolidar a América Latina na Educação. Somente com a cooperação entre nossos países vizinhos podemos ganhar musculatura e assim nos tornarmos competidores globais. Para isso, é necessário estimular a formação de parcerias entre as nossas empresas e trocar experiências e dados de mercado, justamente a proposta desse evento”, avalia Ruben Delgado.

No primeiro semestre do próximo ano, entre os dias 20 e 24 de junho, será realizado em Porto Rico o XVII Encontro Internacional Virtual Educa e, através do documento assinado, a Softex ganha acesso aos benefícios de Sócio Institucional, que incluem o patrocínio dessa iniciativa e um estande de 54 m² nesse que é hoje o principal evento do setor educacional na América Latina.

O Brasil também passa a contar com dois representantes na comissão organizadora do encontro e com cinco participantes no Fórum Global, além de uma ativa presença em todos os materiais de divulgação, bem como no site do Virtual Educa 2016.

A participação brasileira no encontro se dará uma vez mais através do projeto de promoção de exportações do setor de software e serviços de TI, desenvolvido em parceria pela Softex com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). As empresas nacionais apresentarão seus produtos e soluções sob a marca Brasil IT+, que identifica o setor de tecnologia da Informação (TI) do país no exterior.

 

MLP Assessoria de Imprensa – Tel.: (11) 3064-8066

Mário Pereira (MTB. 11.549) – [email protected]

Karen Kornilovicz (MTB. 25.744) – [email protected]

VirtualEduca_Convênio2016

Na foto: Prof. Heitor Gurgulino de Souza, Presidente da Universidade da ONU, Ruben Delgado, Presidente da Softex e José María Antón, Secretário Geral do Virtual Educa.

O presidente da Softex, Ruben Delgado, participou esta semana em Washington da reunião do Patronato Virtual Educa, órgão de apoio institucional ao evento e integrado por representantes de diversos países membros da Organização dos Estados Americanos (OEA), entre eles o Brasil, representado pela entidade.

Na oportunidade, a Softex firmou a renovação de um convênio de colaboração com a Virtual Educa, uma iniciativa de cooperação multilateral nas áreas de educação e inovação para a inclusão e o desenvolvimento. Cobrindo o ano de 2016, esse acordo prevê que a Virtual Educa promoverá as empresas brasileiras de produtos e serviços voltados para a educação, com destaque para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), na região das Américas.

“Entendemos a Virtual Educa como um parceiro estratégico, pois pode desempenhar o papel de unir e consolidar a América Latina na Educação. Somente com a cooperação entre nossos países vizinhos podemos ganhar musculatura e assim nos tornarmos competidores globais. Para isso, é necessário estimular a formação de parcerias entre as nossas empresas e trocar experiências e dados de mercado, justamente a proposta desse evento”, avalia Ruben Delgado.

No primeiro semestre do próximo ano, entre os dias 20 e 24 de junho, será realizado em Porto Rico o XVII Encontro Internacional Virtual Educa e, através do documento assinado, a Softex ganha acesso aos benefícios de Sócio Institucional, que incluem o patrocínio dessa iniciativa e um estande de 54 m² nesse que é hoje o principal evento do setor educacional na América Latina.

O Brasil também passa a contar com dois representantes na comissão organizadora do encontro e com cinco participantes no Fórum Global, além de uma ativa presença em todos os materiais de divulgação, bem como no site do Virtual Educa 2016.

A participação brasileira no encontro se dará uma vez mais através do projeto de promoção de exportações do setor de software e serviços de TI, desenvolvido em parceria pela Softex com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). As empresas nacionais apresentarão seus produtos e soluções sob a marca Brasil IT+, que identifica o setor de tecnologia da Informação (TI) do país no exterior.

 

MLP Assessoria de Imprensa – Tel.: (11) 3064-8066

Mário Pereira (MTB. 11.549) – [email protected]

Karen Kornilovicz (MTB. 25.744) – [email protected]

VirtualEduca_Convênio2016

Na foto: Prof. Heitor Gurgulino de Souza, Presidente da Universidade da ONU, Ruben Delgado, Presidente da Softex e José María Antón, Secretário Geral do Virtual Educa.

O presidente da Softex, Ruben Delgado, participou esta semana em Washington da reunião do Patronato Virtual Educa, órgão de apoio institucional ao evento e integrado por representantes de diversos países membros da Organização dos Estados Americanos (OEA), entre eles o Brasil, representado pela entidade.

Na oportunidade, a Softex firmou a renovação de um convênio de colaboração com a Virtual Educa, uma iniciativa de cooperação multilateral nas áreas de educação e inovação para a inclusão e o desenvolvimento. Cobrindo o ano de 2016, esse acordo prevê que a Virtual Educa promoverá as empresas brasileiras de produtos e serviços voltados para a educação, com destaque para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), na região das Américas.

“Entendemos a Virtual Educa como um parceiro estratégico, pois pode desempenhar o papel de unir e consolidar a América Latina na Educação. Somente com a cooperação entre nossos países vizinhos podemos ganhar musculatura e assim nos tornarmos competidores globais. Para isso, é necessário estimular a formação de parcerias entre as nossas empresas e trocar experiências e dados de mercado, justamente a proposta desse evento”, avalia Ruben Delgado.

No primeiro semestre do próximo ano, entre os dias 20 e 24 de junho, será realizado em Porto Rico o XVII Encontro Internacional Virtual Educa e, através do documento assinado, a Softex ganha acesso aos benefícios de Sócio Institucional, que incluem o patrocínio dessa iniciativa e um estande de 54 m² nesse que é hoje o principal evento do setor educacional na América Latina.

O Brasil também passa a contar com dois representantes na comissão organizadora do encontro e com cinco participantes no Fórum Global, além de uma ativa presença em todos os materiais de divulgação, bem como no site do Virtual Educa 2016.

A participação brasileira no encontro se dará uma vez mais através do projeto de promoção de exportações do setor de software e serviços de TI, desenvolvido em parceria pela Softex com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). As empresas nacionais apresentarão seus produtos e soluções sob a marca Brasil IT+, que identifica o setor de tecnologia da Informação (TI) do país no exterior.

 

MLP Assessoria de Imprensa – Tel.: (11) 3064-8066

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Com mais de 700 empresas avaliadas, o Programa MPS.BR está mudando a cultura da qualidade de software no Brasil

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Curitiba recebeu entre os dias 1° e 3 de dezembro a 11ª edição do Workshop Anual do MPS (WAMPS 2015). Promovido pela Softex, ele teve por objetivo reunir representantes da Indústria, Governo, Academia, Equipe Técnica do Modelo (ETM), Fórum de Credenciamento e Controle (FCC) e países latino-americanos para uma análise de como métodos, técnicas e ferramentas de vanguarda podem ser empregados na implementação das boas práticas sugeridas pelo Programa MPS.BR.

“A iniciativa do Programa surgiu da necessidade de aumentarmos a qualidade do desenvolvimento de nossas soluções de software para que as companhias nacionais possam ampliar seu market share tanto no mercado doméstico como no internacional. Aderente à realidade das empresas brasileiras, ele efetivamente viabilizou o acesso às melhores práticas de desenvolvimento e trouxe resultados extremamente positivos para as organizações avaliadas”, analisa Ruben Delgado, presidente da Softex.

A exemplo das edições anteriores, o WAMPS foi marcado pela qualidade das palestras que integraram sua ampla programação. No primeiro dia do evento, no painel “Engenharia de software: tendências e aplicações na indústria”, Arndt von Staa (PUC-Rio), Guilherme Travassos (COPPE/UFRJ), José Carlos Maldonado (USP-São Carlos) e Julio Leite (PUC-Rio) destacaram a importância de se promover uma maior colaboração na formação e no desenvolvimento profissional e o papel do MPS como indutor de transferência de tecnologia de processos na indústria.

Na sequência, Gustavo Casarotto, diretor de produto e inovação da Metadados; Paula Chaves, coordenadora da Qualidade – Escritório de Projetos, Garantia da Qualidade e Testes da Axxiom; Washington Souza, gerente de PMO & Governança da Stefanini; Walter Ribeiro, diretor da Topos; e Leonardo Dicker, diretor da EAC Software, detalharam o ganho de competitividade obtido por suas organizações no painel “Minha experiência competitiva após o MPS-BR”.

Enquanto o diretor da EAC software apontou que os stakeholders entenderam que existe um ciclo de vida dos processos dentro da empresa, Gustavo Casarotto, da Metadados, afirmou que o MPS é o primeiro passo para quem quer inovar e não viver apagando incêndios. Já Walter Ribeiro, da Topos, reforçou ser perceptível a melhora da qualidade através da satisfação dos clientes.

A aceitação do programa pelo mercado pode ser medida pelo fato de o selo de avaliação MPS ser cada vez mais um diferencial competitivo, em especial nas negociações junto às empresas de maior porte. No setor público, é crescente o número de licitações em todas as esferas de Governo que a utilizam para pontuação técnica.

Em sua apresentação no encerramento do WAMPS 2015, Renato Braga, diretor do Tribunal de Contas da União (TCU), compartilhou seu conhecimento sobre a utilização de métodos ágeis nas contratações para desenvolvimento de software pela Administração Pública Federal (APF). “Segundo os gestores das organizações auditadas, as entregas de sistemas desenvolvidos com base em métodos ágeis têm sido mais rápidas e com maior qualidade”, ponderou Braga.

“O MPS.BR vive uma fase de consolidação e os números demonstram que as metas e os objetivos inicialmente traçados estão sendo alcançados. Deveremos encerrar 2015 com mais de 715 avaliações MPS em empresas privadas e governamentais no Brasil e no exterior. Esse número expressivo comprova que estamos realmente mudando a cultura da qualidade de software neste País”, destaca Nelson Franco, gerente da Área Qualidade da Softex.

Com 48 avaliações MPS, o Paraná lidera o ranking nacional, que atingiu em novembro 277 avaliações válidas publicadas em todo o país. O Estado superou São Paulo (45) e Rio Grande do Sul (34) que ocupam, respectivamente, a segunda e a terceira posições. Integram atualmente a linha de frente do programa 18 Instituições Implementadoras Autorizadas e 13 Instituições Avaliadoras.  Mais de 6.200 pessoas já participaram de cursos oficiais MPS.

Além das palestras e painéis, a programação do WAMPS 2015 incluiu ainda minicursos e sessões de artigos técnicos divididos entre trabalhos técnicos, relatos de experiência e ferramentas.

Confira mais detalhes do evento em: https://web.facebook.com/wamps2015/

 

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Mário Pereira (MTB. 11.549) – [email protected]

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