Os empreendedores interessados em apresentar sua startup para uma banca de investidores terão uma grande image1oportunidade. A Incubadora Tecnológica de Campina Grande (ITCG) vai realizar no sábado, 28 de novembro, no auditório do Centro de Inovação e Tecnologia Telmo Araújo – CITTA – o 1º Demo Day ITCG/PaqTcPB.

Além das apresentações das empresas, o evento consta de palestras focadas no empreendedorismo inovador e em oportunidades de mercado. De acordo com a coordenadora da ITCG, Janayna Ibiapina, eventos desse porte costumam atrair um público de cerca de 150 pessoas. A coordenadora acrescenta que “trata-se de uma oportunidade ímpar para que as empresas possam apresentar seus empreendimentos para investidores”.

Na ocasião Sabrina Mendes, responsável pela Inteligência de Mercado Internacional do Projeto Softex/Apex-Brasil, abordará o tema: Lean Internationalization: agir local e pensar global, sonhando sem fronteiras.  http://demodayitcg.com/

Sobre o Demo Day –  O Demo Day é um evento inovador e inspirador , onde as startups têm a oportunidade de apresentar seus produtos e serviços a investidores com experiência e credibilidade, e que poderão fazer com que seu negócio possa se tornar altamente lucrativo. A iniciativa representa uma excelente oportunidade para que a sociedade conheça melhor o potencial empreendedor e ás últimas tecnológicas e serviços gerados por esses empreendimentos.

Mais informações podem ser obtidas através do fone: 83 2101-9030 ou endereço eletrônico: [email protected].

Fonte: Assessoria de Imprensa PaqTcPB

Vivemos em uma época transitória de eras. Na era digital a prova passa ser eletrônica e as testemunhas passaram a ser as máquinas e seus respectivos endereços IPs. Nem todos estão preparados para abandonar velhos costumes e enfrentar novos paradigmas. Os usuários em geral não estão preparados com boas práticas para não serem vítimas de um crime digital, nem tão pouco as empresas possuem políticas de cyber segurança, backups e guarda de logs e provas.

A boa prática digital ensina que não devemos navegar em sites inseguros, não devemos realizar cadastros com nossos dados pessoais aleatoriamente; muito menos ser um clicador feliz; não devemos deixar os “cookies e popups” ativos pois nossos dados podem ser coletados e utilizados a nossa revelia.

Os golpes e ataques na internet crescem cada vez mais, em 2014 entrou em vigor o Marco Civil que dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários e prestadores de serviços de internet. Agora será o momento da transição digital, Big Data e internet das coisas (IoT), onde tudo e todos os dispositivos e dados estarão conectados permitindo-lhes enviar e receber informações através da rede. Já a guarda de dados pessoais acaba de ter seu projeto de lei (PLS 184/14) aprovado e preconiza a forma pela qual serão tratadas as informações da sociedade civil, visando salvaguardar que os usuários não tenham sua privacidade invadida o que caracterizaria crime digital.

Os crimes virtuais podem ter definições puramente virtuais, mas seus efeitos são facilmente percebidos ao chamado mundo real, atualmente não se pode separar essas duas definições, pois os crimes virtuais têm grande reflexo no cotidiano da sociedade.

As polícias estão se aperfeiçoando para enfrentar os novos tipos de crimes efetuados com simples computadores que podem ser chamados de novas armas. E como fazemos para combater tais crimes?

Cada vez mais as empresas e suas infraestruturas críticas são base e alvos do terrorismo cibernético, portanto há a necessidade imediata de blindagem das engenharias de automação das plantas industriais que assim tornam-se proativas às ameaças digitais. A questão não é mais se eu for atacado. E sim o que fazer quando for atacado.

E o assunto não para por aí! A necessidade de aprimoramento é constante para desenvolvimento do seu negócio diante das ameaças. Os maiores especialistas do assunto no Brasil estarão reunidos em Salvador. Você e sua empresa poderão fazer parte deste grande encontro!

Participar do I Encontro de Direito de Digital e Segurança da Informação é estar integrado e atualizado com todas essas discussões que estão presentes na gestão das organizações contemporâneas. Discutir com especialistas destacados no cenário nacional e baiano os principais assuntos da atualidade sobre o Direito Digital e Segurança da Informação para área industrial, no âmbito jurídico e cibernético.

Na ocasião o Presidente da Softex, Ruben Delgado será palestrante com o tema: “Posicionamento em Inovação e Tecnologia para a Bahia”.

Data do evento: 03 de dezembro de 2015 Horário: Das 8:00hs às 13:00hs Local: Salão de Eventos do Ed. Mundo Plaza

Fonte: Assessoria I Encontro de Direito Digital e Segurança da Informação – Salvador / BA

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, fez, nesta segunda-feira (23), viagem oficial ao Chile. O primeiro compromisso é um café da manhã com investidores, seguido de encontro empresarial com executivos brasileiros e empresários chilenos que deve reunir cerca de 30 empresas dos dois países. O encontro será realizado na sede da Sociedade de Fomento Fabril (Sofofa) e contará com representantes de entidades brasileiras como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Cecompi (aeronáutico), CBL (livro), Softex (software) Abimaq (máquinas e equipamentos) e Abiepan (panificação).

O evento é promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), CNI, pelos ministérios chilenos das Relações Exteriores e do Comércio Exterior e também pela Sofofa, entidade setorial que congrega a indústria do país andino.

Armando Monteiro tem encontros bilaterais com o vice-ministro de Comércio Exterior, Andrés Rebolledo; Ministro da Economia, Luis Felipe Céspedes e Ministro de Relações Exteriores, Heraldo Muñoz.

O eixo principal da visita é o empenho dos dois governos em ampliar a relação econômica e comercial de Brasil e Chile. Os dois países já têm uma densa relação comercial, com o comércio de bens 100% desgravado por um acordo Mercosul-Chile. Na avaliação do MDIC, os dois países têm espaço e interesse no fortalecimento e ampliação das suas relações comerciais nas áreas de investimentos, serviços, compras governamentais e facilitação de comércio.

Na ocasião Ruben Delgado, Presidente da Softex, falou sobre pontos para trabalhar com as autoridades chilenas que permitam aumentar os negócios no país.

Intercâmbio comercial

O Chile é o segundo maior parceiro comercial do Brasil na América do Sul – tanto nas exportações, como nas importações -, atrás apenas da Argentina. Entre janeiro e outubro de 2015, os dois países comercializaram US$ 6,183 bilhões, sendo que as exportações brasileiras para lá somaram US$ 3,328 bilhões e as importações de produtos chilenos US$ 2,855 bilhões, gerando um superávit comercial para o Brasil de US$ 473 milhões.

Segundo levantamento do MDIC e Apex-Brasil, destacados no Plano Nacional de Exportações, os setores com maiores possibilidades para os exportadores brasileiros são: alimentos e bebidas, casa e construção civil, máquinas e equipamentos, moda e cuidados pessoais e agronegócios.

Publicação: 22/11/2015

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC

 

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, fez, nesta segunda-feira (23), viagem oficial ao Chile. O primeiro compromisso é um café da manhã com investidores, seguido de encontro empresarial com executivos brasileiros e empresários chilenos que deve reunir cerca de 30 empresas dos dois países. O encontro será realizado na sede da Sociedade de Fomento Fabril (Sofofa) e contará com representantes de entidades brasileiras como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Cecompi (aeronáutico), CBL (livro), Softex (software) Abimaq (máquinas e equipamentos) e Abiepan (panificação). O evento é promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), CNI, pelos ministérios chilenos das Relações Exteriores e do Comércio Exterior e também pela Sofofa, entidade setorial que congrega a indústria do país andino. Armando Monteiro tem encontros bilaterais com o vice-ministro de Comércio Exterior, Andrés Rebolledo; Ministro da Economia, Luis Felipe Céspedes e Ministro de Relações Exteriores, Heraldo Muñoz. O eixo principal da visita é o empenho dos dois governos em ampliar a relação econômica e comercial de Brasil e Chile. Os dois países já têm uma densa relação comercial, com o comércio de bens 100% desgravado por um acordo Mercosul-Chile. Na avaliação do MDIC, os dois países têm espaço e interesse no fortalecimento e ampliação das suas relações comerciais nas áreas de investimentos, serviços, compras governamentais e facilitação de comércio. Na ocasião Ruben Delgado, Presidente da Softex, falou sobre pontos para trabalhar com as autoridades chilenas que permitam aumentar os negócios no país. Intercâmbio comercial O Chile é o segundo maior parceiro comercial do Brasil na América do Sul – tanto nas exportações, como nas importações -, atrás apenas da Argentina. Entre janeiro e outubro de 2015, os dois países comercializaram US$ 6,183 bilhões, sendo que as exportações brasileiras para lá somaram US$ 3,328 bilhões e as importações de produtos chilenos US$ 2,855 bilhões, gerando um superávit comercial para o Brasil de US$ 473 milhões. Segundo levantamento do MDIC e Apex-Brasil, destacados no Plano Nacional de Exportações, os setores com maiores possibilidades para os exportadores brasileiros são: alimentos e bebidas, casa e construção civil, máquinas e equipamentos, moda e cuidados pessoais e agronegócios. Publicação: 22/11/2015 Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC  

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, fez, nesta segunda-feira (23), viagem oficial ao Chile. O primeiro compromisso é um café da manhã com investidores, seguido de encontro empresarial com executivos brasileiros e empresários chilenos que deve reunir cerca de 30 empresas dos dois países. O encontro será realizado na sede da Sociedade de Fomento Fabril (Sofofa) e contará com representantes de entidades brasileiras como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Cecompi (aeronáutico), CBL (livro), Softex (software) Abimaq (máquinas e equipamentos) e Abiepan (panificação).

O evento é promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), CNI, pelos ministérios chilenos das Relações Exteriores e do Comércio Exterior e também pela Sofofa, entidade setorial que congrega a indústria do país andino.

Armando Monteiro tem encontros bilaterais com o vice-ministro de Comércio Exterior, Andrés Rebolledo; Ministro da Economia, Luis Felipe Céspedes e Ministro de Relações Exteriores, Heraldo Muñoz.

O eixo principal da visita é o empenho dos dois governos em ampliar a relação econômica e comercial de Brasil e Chile. Os dois países já têm uma densa relação comercial, com o comércio de bens 100% desgravado por um acordo Mercosul-Chile. Na avaliação do MDIC, os dois países têm espaço e interesse no fortalecimento e ampliação das suas relações comerciais nas áreas de investimentos, serviços, compras governamentais e facilitação de comércio.

Na ocasião Ruben Delgado, Presidente da Softex, falou sobre pontos para trabalhar com as autoridades chilenas que permitam aumentar os negócios no país.

Intercâmbio comercial

O Chile é o segundo maior parceiro comercial do Brasil na América do Sul – tanto nas exportações, como nas importações -, atrás apenas da Argentina. Entre janeiro e outubro de 2015, os dois países comercializaram US$ 6,183 bilhões, sendo que as exportações brasileiras para lá somaram US$ 3,328 bilhões e as importações de produtos chilenos US$ 2,855 bilhões, gerando um superávit comercial para o Brasil de US$ 473 milhões.

Segundo levantamento do MDIC e Apex-Brasil, destacados no Plano Nacional de Exportações, os setores com maiores possibilidades para os exportadores brasileiros são: alimentos e bebidas, casa e construção civil, máquinas e equipamentos, moda e cuidados pessoais e agronegócios.

Publicação: 22/11/2015

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC

 

Primeira iniciativa de regionalização do Programa Start-Up Brasil tem por objetivo estimular a inovação, o empreendedorismo e a competitividade em empresas nascentes de base tecnológica no estado do Amazonas.

MOU

O Programa Start-Up Brasil, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com gestão operacional da Softex, e o Governo do Estado do Amazonas, anunciam a assinatura de um convênio de colaboração.

O acordo foi firmado na última quinta-feira (19/11) durante a 8ª edição da Feira Internacional da Amazônia (Fiam), por Fabian Petrait, vice-presidente Administração e Finanças (CFO) da Softex, e pelo secretário de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Thomaz Nogueira.

A parceria, que inclui também o Sebrae e a Fundação de Amparo à Pesquisa, tem como objetivo central apoiar e promover a inovação, o empreendedorismo e a competitividade no Estado, com destaque para as empresas inovativas de base tecnológica (startups) ligadas aos ecossistemas digitais da região. Esse apoio será efetuado por meio da implantação de metodologias de acompanhamento e desenvolvimento de negócios do Start-Up Brasil, de um programa de mentoria e da criação de uma marca regional para as ações de startups no Estado do Amazonas.

“O Amazonas é o primeiro estado a replicar a bem-sucedida política nacional de aceleração de startups, mas adaptando-a à sua realidade local. Com isso, o governo migra do atual modelo provedor para o modelo que é tendência para o futuro, que é de articulação. O ambiente empreendedor de Manaus é bastante vibrante e possui atualmente seis grandes incubadoras, uma aceleradora, diversos espaços de coworking e um grande número de indústrias, além de universidades fomentando a cultura empreendedora na grade curricular de seus cursos. Algumas startups dessa região são destaques em áreas como ecoturismo e logística fluvial e queremos aproveitar esse cenário promissor”, explica Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

O acordo de cooperação prevê, entre outras iniciativas, a realização de ações estratégicas para a promoção comercial, inteligência de mercado, promoção do Empreendedorismo Inovativo, Economia Criativa e apoio à inovação. A meta é fomentar o desenvolvimento socioeconômico do Estado por meio da inclusão e da participação comunitária, utilizando vocações locais, auxiliando e alavancando as ações já existentes, além de buscar a promoção de soluções governamentais.

Também será contratada uma equipe que se dedicará exclusivamente ao dia a dia do projeto e será responsável por selecionar, acompanhar e identificar necessidades das empresas envolvidas e as potenciais ações a serem desenvolvidas; atrair fundos de investimento e captar recursos financeiros e não financeiros para a realização das ações regionais; e mensurar o seu desempenho e resultados.

Segundo o Índice de Cidades Empreendedoras 2014 (ICE), estudo realizado pela Endeavor no ano passado, Manaus ocupa a décima posição entre as 14 cidades mais empreendedoras do país. O cenário para empreender na capital amazonense é bastante otimista já que há incentivos para mercados B2C e B2Gov, com Governos Municipal e Estadual investindo, proporcionalmente, em compras públicas e terceirização, quase 2,5 vezes mais que a média das outras capitais.

O Start-Up Brasil apoia atualmente 183 startups nacionais e internacionais, possui uma rede de 17 aceleradoras em 7 estados brasileiros e mais de 50 parceiros públicos e privados.