Por Redação Softex

O presidente da Softex, Ruben Delgado, participou, na tarde dessa segunda-feira (13), em São Paulo, do Workshop sobre Alinhamento Estratégico promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) com mais de 140 entidades setoriais.

Há 17 anos, a Softex e a ApexBrasil desenvolvem o Projeto Brasil IT+, que já envolveu mais de 640 companhias interessadas em expandir sua atuação para além das fronteiras nacionais.

A programação incluiu um bloco de proposições das entidades parceiras, em que eles expuseram temas que gostariam de ver a atuação do governo, tanto no âmbito do Legislativo quanto do Executivo.

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, participou da solenidade abertura e fez um breve discurso no evento. “Nosso desafio é atrair investimentos para o Brasil e exportar produtos e serviços”, disse.

O painel de abertura do encontro discutiu o cenário e as perspectivas para o comércio exterior e a promoção comercial no Brasil. De acordo com a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), as exportações do país devem chegar a US$ 325 bilhões em 2023. Ele contou com as participações de Tatiana Prazeres, Secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Embaixador Alex Giacomelli, Chefe do Departamento de Promoção Comercial e Agronegócio do Ministério de Relações Exteriores; e Roberto Perosa, Secretário de Comércio Exterior e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Na sequência, foi realizado o painel sobre diretrizes estratégicas da nova gestão da ApexBrasil, que contou com as participações de Jorge Viana, presidente da ApexBrasil; Ana Paula Repezza, diretora de negócios; e Floriano Pesaro, diretor de gestão corporativa. “Queremos fazer uma repactuação com objetivos mais ousados, subindo um pouco o sarrafo. O Brasil está de volta ao cenário internacional”, destacou Jorge Viana.

 

* Com informações da Assessoria de Imprensa da ApexBrasil

 

Por Redação Softex

Diversas startups brasileiras que possuíam reservas no Silicon Valley Bank (SVB) começaram a se movimentar no final da semana passada para sacar o dinheiro depositado no banco norte-americano. Estima-se que o valor possa chegar a US$ 3 bilhões.

A Bloomberg Línea apurou que há fundadores brasileiros com mais de US$ 10 milhões em recursos no banco, fechado na última sexta-feira (10) pelo Departamento de Proteção Financeira e Inovação da Califórnia após uma corrida de saques das empresas.

O SVB, 16 maior banco dos Estados Unidos, era o principal para startups e empresas investidas por venture capital. Ele negociava com quase metade de todas as startups apoiadas por capital de risco e 44% das empresas de tecnologia e saúde sob capital de risco do país.

Mas, o que provocou a quebra do SVB? Há cerca de um ano, o Federal Reserve – banco central dos Estados Unidos – começou a aumentar agressivamente as taxas de juros como estratégia para segurar a inflação. Nesse cenário, a carteira de títulos do SVB estava rendendo uma média de 1,79% contra cerca de 3,9% dos títulos do tesouro de 10 anos. Ao mesmo tempo, o capital de risco começou a secar, forçando as startups a sacar os fundos mantidos pelo SVB.

Na visão de muitos analistas, o colapso do SVB é mais um agravante na crise do ecossistema de inovação que tem motivado demissões em massa em todo o mundo desde o ano passado.

* Com informações Estadão Conteúdo, Bloomberg Línea e CNN

 

Por Redação Softex

Brasileiros têm maior intolerância a erros ou injustiças provocadas pela inteligência artificial, enquanto dão mais créditos a profissionais humanos pelos sucessos obtidos. Esses são alguns dos resultados da pesquisa “Como percebemos e julgamos a IA”, realizada pelo Instituto Locomotiva, que possui como foco atividades profissionais.

A pesquisa foi realizada com 1.700 participantes com idades entre 18 e 77 anos. Foram considerados os seguintes cenários hipotéticos levando em conta o uso de inteligência artificial e de um humano para a realização do experimento: ação policial, aumento salarial, seleção profissional e distribuição de recursos financeiros em um município.

“Seria precipitado dizer que esses vieses são intrinsecamente negativos ou positivos. Eles provavelmente refletem um histórico de más experiências com a tecnologia, que tanto pode ceifar a abertura ao novo, quanto servir de anteparo a riscos que sequer antevemos. De uma forma ou de outra, fato é que o brasileiro anda desconfiado”, explica Álvaro Machado Dias, sócio do Instituto Locomotiva, neurocientista e futurista.

O estudo ainda aponta que os brasileiros atribuem à IA maior responsabilização pela ocorrência de resultados injustos em processos seletivos. Os participantes da pesquisa também atribuem maior intencionalidade e imoralidade no aumento salarial proporcionalmente menor para mulheres. Assim, mulheres responsabilizam mais a IA do que homens no cenário envolvendo vieses salariais, já os homens tendem a amenizar o erro, tratando-o como “não intencional”. “As mulheres, historicamente, vêm se dando mal nessa área, vide o que o mercado inteiro fala sobre uso de IAs pouco sofisticadas para filtrar currículos e produzindo mais recomendações masculinas do que femininas”, explica Álvaro.

Ainda levando em conta o tópico “processos seletivos e a possibilidade de um aumento salarial”, os participantes avaliam um ser humano positivamente por enxergarem um tratamento mais justo.

Os dados também apontam que pessoas que se consideram extremamente ricas são as únicas que penalizam igualmente a IA e o ser humano pelos fracassos. Elas também são mais intolerantes aos erros humanos.

 

 

Por Diônes Lima, vice-presidente da Softex

O Mobile World Congress Barcelona 2023, encerrado no último dia 2 de março, ocorreu em um contexto internacional no qual a inovação se posiciona como uma importante força motriz não apenas para o sucesso dos negócios, mas também para a inclusão social.

Isso ficou claro com o interesse demonstrado por diversos governos em duas soluções apresentadas no estande Brasil IT+, organizado pela ApexBrasil em parceria com a Softex. A primeira é a do Instituto Iracema, voltada para a capacitação no setor de TI de cegos e portadores de baixa visão, em uma iniciativa que inclui, além da metodologia, teclados, mouses e impressoras especiais.

Deixamos Barcelona com reuniões agendadas com diversos governos de países africanos para estudar a realização de um projeto-piloto semelhante ao que já está em operação na cidade de Fortaleza, no Ceará, e que capacitará 120 profissionais para esse segmento em altíssima demanda.

Outro destaque da participação brasileira voltado para a inclusão social que conquistou os visitantes do estande brasileiro em Barcelona é o bem-sucedido projeto de telemedicina para ambientes hostis da dignext.com.  Adotado com sucesso para garantir acesso médico a moradores de cidades do interior da Floresta Amazônica ele se mostrou adequado para replicação em outros ambientes hostis do mundo, como no Chile, onde também comprovou sua eficiência.

Nesta edição, tivemos ainda oportunidade de testar a internacionalização de institutos de pesquisas brasileiros. Em conversas com investidores norte-americanos, vamos trabalhar para estruturar uma possível parceria com uma instituição local que permita a venda de tecnologias assistivas brasileiras em projetos de compras públicas do governo dos Estados Unidos.

Vale ressaltar, ainda, a importância da vinda de parlamentares brasileiros envolvidos com o setor de tecnologia para apresentar o que o mundo está realizando em ternos de inovação para que seja possível compreender melhor os desafios nacionais. Afinal, é fundamental ter uma inteligência estratégica por trás de toda a infraestrutura de 5 G que está sendo desenhada no Brasil, inclusive, já pensando no 6G.

Diônes Lima, vice-presidente da Softex

 

 

 

 

 

Por Karen Kornilovicz, repórter Softex

Com visitas de representantes da Anatel, Vivo, Singapura, DHL, Santander, Intelbrás, o último dia do MWC2023 Barcelona foi agitado para a delegação de 20 startups e empresas brasileiras que apresentam suas soluções no estande Brasil IT+.

Nesta quinta-feira (2), o presidente da Anatel, Carlos Baigorri, conversou com lideranças do Instituto Eldorado, Venko, Click Alert, Diagnext.com e Digivox e também com Eros Ramos, gestor de projetos setoriais da ApexBrasil, sobre oportunidades de relacionamento entre as instituições.

Thiago Machado, diretor da Vivo, assim como Conrad Fujiwara, diretor global de solutions design da DHL. Reservaram parte de suas agendas pela manhã para reuniões com a Trackage, Illegra, Pulsus e Kymo.

Visando aproximar as empresas brasileiras do mercado asiático, Yue Yeng Fong, vice-presidente da ASEAN – Innovation Business Plataform de Singapura, se reuniu com Ruben Delgado, presidente da Softex.

“O interesse despertado por países como Singapura, Canadá, Espanha e Reino Unido em atrair as empresas brasileiras para os seus mercados com muitos benefícios, diga-se de passagem, atesta a maturidade das soluções que exibimos todos esses dias em Barcelona e comprova que nossas companhias são capazes de responder aos enormes desafios impostos pela nova geração de negócios em tecnologia”, avalia Ruben Delgado.

A participação nacional no MWC23 é uma iniciativa do Programa de Internacionalização para a Espanha, desenvolvido no âmbito do Projeto Brasil IT+, parceria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Softex, e conta com o apoio do apoio do Consulado do Brasil em Barcelona no âmbito do Programa de Diplomacia da Inovação.

 

Por Karen Kornilovicz, repórter Softex

Uma das soluções do estande Brasil IT+ que está conquistando os visitantes do MWC23 é o bem bem-sucedido projeto de operação de saúde no interior da Floresta Amazônica desenvolvido pela Diagnext.Com, primeiro provedor brasileiro especializado em saúde digital para ambientes inóspitos.

Em Barcelona, a companhia apresenta como consegui implementar com muito êxito uma solução de telerradiografia em um dos mais hostis ambientes do mundo. O sistema desenvolvido pela Diagnext.Com foi adotado em hospitais do interior do Amazonas, viabilizando a realização de cerca de 110 mil exames radiológicos/ano, inclusive de emergência, provendo atendimento a mais de 51 mil pacientes por meio da transmissão holográfica de imagens ao médico especialista em tempo real.

“Nós temos a capacidade de viabilizar que qualquer tecnologia em saúde atual seja viável efetivamente em qualquer lugar do mundo. Nossa solução possibilita executar de

forma rápida e remota o diagnóstico de doenças através de exames de raio-x, tomografia e mamografia em locais sem estrutura tecnológica avançada – inclusive de banda larga. Para isso, combinamos a experiência na prestação de serviços de geração de laudos radiológicos com a alta tecnologia em compressão e transmissão de imagens que são digitalizadas em poucos minutos”, explica Leonardo Melo, CEO da Diagnext.Com.

Premiada nacional e internacionalmente, a Diagnext.Com tem projetos de operação de mais de 60 ambientes hospitalares do interior do Estado do Amazonas, dezenas de unidades móveis de saúde em São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro e busca agora ampliar seu foco de operação técnica para outros países, ambientes e necessidades – como educação, óleo e gás e segurança pública – onde há demanda por experiência em TI em locais hostis.

“Estamos em um momento especial, onde o mundo precisa do conhecimento e da experiência em projetos como os que atuamos. Acreditamos que a Espanha possa ser a porta de entrada para as nossas experiências, serviços, produtos e conhecimentos para o mundo. Há grande necessidade de operação em ambientes hostis, tanto em benefício da população carenciada e isolada por atendimento médico, quanto em ambientes industriais com dificuldades técnicas e operacionais. Nossa intenção é trabalhar com instituições que precisem ou foquem sua operação em locais complexos, hermos ou tecnicamente impossíveis, a exemplo do projeto de telemedicina que realizamos para o Chile e das estações de extração de petróleo e gás na Argentina”, conclui Leonardo Melo.

A participação nacional no MWC23 é uma iniciativa do Programa de Internacionalização para a Espanha, desenvolvido no âmbito do Projeto Brasil IT+, parceria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Softex, e conta com o apoio do apoio do Consulado do Brasil em Barcelona no âmbito do Programa de Diplomacia da Inovação.

Além da Diagnext.Com, integram a delegação brasileira Agile Inc, Argotechno, CESAR, Click Alert, Digivox, Evo Systems, Ilegra, I. M. Tecnologia, Instituto Eldorado, Knowcode, Kymo, MC1, Positivo, Pulsus, Real2U, Stefanini, Trackage, Venko Networks e W5.