Em atenção ao disposto no art. 20 do Estatuto Social, ficam convocados todos os Associados em dia com as obrigações sociais a reunir-se, em Assembleia Geral Extraordinária, que se realizará no dia 24 de Agosto de 2017, em Brasília – DF, sala dos Conselhos MCTIC (5º. Andar) – Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações, na Esplanada dos Ministérios, Bloco E, em Primeira Convocação, às 11:15hs, se atendido o quórum, ou em Segunda convocação as 12:15hs, nos termos dispostos no art. 19 e 20 do Estatuto Social, no que couber.

São considerados Associados, na forma do Art. 11 do Estatuto Social – as pessoas naturais presentes a assembleia de 03/12/1996 e os associados assim considerados nos Parágrafos desse mesmo artigo, excluindo os não participantes nas últimas três assembleias que antecederam a ocorrida em 15/09/2014, conforme deliberação aprovada naquela oportunidade.

Serve esta para realizar no local e data a Assembleia Geral Extraordinária, visando aos associados deliberarem sobre as respectivas Ordens do Dia:

  • Aprovação alteração estatutária do Objeto Social
  • Eleição da Diretoria (Art. 18o, I, Estatuto)
  • Outros assuntos de interesse da entidade.

Brasília, 3 de agosto de 2017

 

Dep. Sandro Alex Cruz de Oliveira

Presidente do Conselho de Administração

Associação SOFTEX

O ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) recebe, de hoje (1º) até o dia 31 de agosto, contribuições em uma consulta pública sobre a Estratégia Brasileira para a Transformação Digital. O documento-base da estratégia está disponível para quem se cadastrar para participar da consulta.

“É uma consulta que visa adaptar o Brasil ao mundo digital, que a cada ano se renova. Queremos que, de maneira efetiva, possa agilizar e preparar o país para uma permanente mudança, num momento em que a bola da vez é a Internet das Coisas”, destacou o ministro da pasta, Gilberto Kassab, durante o lançamento da consulta. A Internet das Coisas (em inglês, Internet of Things – IoT) é a rede de objetos que se comunicam e interagem de forma autônoma, via internet.

A proposta de estratégia digital foi elaborada por um grupo interministerial que debateu o tema em 18 reuniões. Cerca de 130 especialistas foram ouvidos pelo governo durante a elaboração. Após inserir as contribuições da população, o documento, que servirá de parâmetro para uma norma, deve ser encaminhado até o final do ano para a Casa Civil.

Kassab afirmou os avanços da tecnologia também mudam a relação das pessoas com o emprego. “O mundo começa a se preparar para viver uma fase de mais avanços, mais tecnologia e menos empregos, fazendo com que a gente possa definir a vida das pessoas em função dessa nova circunstância. Daqui para frente, as pessoas trabalham menos, para que mais pessoas possam trabalhar: vão poder cuidar mais das suas vidas pessoais, vão poder dar mais atenção a seus filhos, cuidar melhor da sua saúde. Em função dessas transformações [digitais], o Brasil, com algum atraso, tenta fazer com que adaptações aconteçam”, disse o ministro.

O uso de dados digitais pode ser usado para criar ou modificar os negócios. Segundo a equipe que elaborou o documento, entre 2005 e 2012, o fluxo de dados no mundo aumentou 40 vezes. “Os britânicos, por exemplo, declaram ser uma economia movida por dados”, diretora do Departamento de Políticas e Programas Setoriais em Tecnologia da Informação e Comunicações, Miriam Wimmer.

Além de igualar as políticas de tecnologia do país às globais, a estratégia contribui para a recuperação da competitividade brasileira, segundo o secretário de Política de Informática do ministério, Maximiliano Martinhão. “É utilizar as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) para vencer os desafios que o Brasil tem em termos de competitividade e produtividade. Se analisarmos, nos últimos 3 ou 4 anos, o Brasil perdeu competitividade, afirmou.”

A proposta prevê 100 ações de interesse do poder público, dos cidadãos e do setor privado, que incluem o relaxamento de barreiras regulatórias.

Propostas para educação e economia

Entre as propostas destacadas pelo governo está a de levar banda larga a 25 mil escolas públicas. A velocidade da conexão será definida a partir do porte da instituição. Diagnóstico produzido durante a elaboração da estratégia digital mostrou que 59% das escolas públicas de ensino básico têm acesso à internet, sendo 24% delas na região rural.

Também há propostas de melhorar a conectividade de empresas de telemarketing, favorecendo a excelência nos negócios desse tipo de companhia, e de ampliar para 2 mil indicações de serviços no portal do governo federal e, ainda, investir em 200 startups digitais por ano.

O diretor do Departamento de Temas Científicos e Tecnológicos do Ministério das Relações Exteriores (MRE), embaixador Benedicto Fonseca, destacou a necessidade de uma política unificada no campo digital.”É um momento necessário para que um instrumento como esse, que confere organicidade às ações de governo e que indique rumos em relação às TICs em favor do desenvolvimento social e econômico, seja pensado. Se notou como há, em cada setor do governo e da sociedade, iniciativas importantes sendo conduzidas de maneira independente, esparsa. Não só nos habilita na discussão internacional, mas identifica áreas que vamos priorizar”, declarou.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

O ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) recebe, de hoje (1º) até o dia 31 de agosto, contribuições em uma consulta pública sobre a Estratégia Brasileira para a Transformação Digital. O documento-base da estratégia está disponível para quem se cadastrar para participar da consulta.

“É uma consulta que visa adaptar o Brasil ao mundo digital, que a cada ano se renova. Queremos que, de maneira efetiva, possa agilizar e preparar o país para uma permanente mudança, num momento em que a bola da vez é a Internet das Coisas”, destacou o ministro da pasta, Gilberto Kassab, durante o lançamento da consulta. A Internet das Coisas (em inglês, Internet of Things – IoT) é a rede de objetos que se comunicam e interagem de forma autônoma, via internet.

A proposta de estratégia digital foi elaborada por um grupo interministerial que debateu o tema em 18 reuniões. Cerca de 130 especialistas foram ouvidos pelo governo durante a elaboração. Após inserir as contribuições da população, o documento, que servirá de parâmetro para uma norma, deve ser encaminhado até o final do ano para a Casa Civil.

Kassab afirmou os avanços da tecnologia também mudam a relação das pessoas com o emprego. “O mundo começa a se preparar para viver uma fase de mais avanços, mais tecnologia e menos empregos, fazendo com que a gente possa definir a vida das pessoas em função dessa nova circunstância. Daqui para frente, as pessoas trabalham menos, para que mais pessoas possam trabalhar: vão poder cuidar mais das suas vidas pessoais, vão poder dar mais atenção a seus filhos, cuidar melhor da sua saúde. Em função dessas transformações [digitais], o Brasil, com algum atraso, tenta fazer com que adaptações aconteçam”, disse o ministro.

O uso de dados digitais pode ser usado para criar ou modificar os negócios. Segundo a equipe que elaborou o documento, entre 2005 e 2012, o fluxo de dados no mundo aumentou 40 vezes. “Os britânicos, por exemplo, declaram ser uma economia movida por dados”, diretora do Departamento de Políticas e Programas Setoriais em Tecnologia da Informação e Comunicações, Miriam Wimmer.

Além de igualar as políticas de tecnologia do país às globais, a estratégia contribui para a recuperação da competitividade brasileira, segundo o secretário de Política de Informática do ministério, Maximiliano Martinhão. “É utilizar as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) para vencer os desafios que o Brasil tem em termos de competitividade e produtividade. Se analisarmos, nos últimos 3 ou 4 anos, o Brasil perdeu competitividade, afirmou.”

A proposta prevê 100 ações de interesse do poder público, dos cidadãos e do setor privado, que incluem o relaxamento de barreiras regulatórias.

Propostas para educação e economia

Entre as propostas destacadas pelo governo está a de levar banda larga a 25 mil escolas públicas. A velocidade da conexão será definida a partir do porte da instituição. Diagnóstico produzido durante a elaboração da estratégia digital mostrou que 59% das escolas públicas de ensino básico têm acesso à internet, sendo 24% delas na região rural.

Também há propostas de melhorar a conectividade de empresas de telemarketing, favorecendo a excelência nos negócios desse tipo de companhia, e de ampliar para 2 mil indicações de serviços no portal do governo federal e, ainda, investir em 200 startups digitais por ano.

O diretor do Departamento de Temas Científicos e Tecnológicos do Ministério das Relações Exteriores (MRE), embaixador Benedicto Fonseca, destacou a necessidade de uma política unificada no campo digital.”É um momento necessário para que um instrumento como esse, que confere organicidade às ações de governo e que indique rumos em relação às TICs em favor do desenvolvimento social e econômico, seja pensado. Se notou como há, em cada setor do governo e da sociedade, iniciativas importantes sendo conduzidas de maneira independente, esparsa. Não só nos habilita na discussão internacional, mas identifica áreas que vamos priorizar”, declarou.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

Nos 12 a 14 de setembro será realizado em San Francisco/CA o Mobile World Congress Americas.

O Mobile World Congress Americas mostrará como o mobile está criando a vida conectada, transformando o jeito como indivíduos, empresas e indústrias inteiras se comunicam, interagem e inovam.

O evento irá destacar as principais tecnologias móveis, aplicações para consumidores e indústrias na Internet das Coisas, a interseção do mobile com entretenimento, conteúdo e mídia e o papel principal das Américas na condução da inovação global.

A Softex está realizando a CONSULTA DE INTERESSE em participar do evento.

A partir do retorno das empresas, poderemos dar andamento aos preparativos e definir os custos de participação.

Local: San Fracisco, CA – USA Data: 12 a 14 de setembro de 2017

Interesse

Os interessados em participar da ação devem manifestar-se até o dia 07 de agosto (segunda-feira). Eventuais dúvidas podem ser esclarecidas com Renata d’Aguiar através do e-mail [email protected], telefone (61) 3327 2319.

Nesta quarta-feira (12), a Softex participou da Comissão geral da Câmara dos Deputados debatendo a relevância do setor de ciência e tecnologia para o Brasil, tendo em vista os cortes orçamentários. De acordo com o deputado Celso Pansera (PMDB-RJ), o governo federal contingenciou o orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) em aproximadamente R$ 2,54 bilhões. Segundo o deputado, é o menor valor para a área em 12 anos.

Na sessão estavam presentes parlamentares, especialistas e autoridades da área de CT&I. As discussões ressaltaram que a capacidade científica e tecnológica de uma nação são fatores determinantes para impulsionar o desenvolvimento econômico e posicionar países como protagonistas mundiais. Segundo Ruben Delgado, presidente da Softex, “Os países mais competitivos investem constantemente em inovação como estratégia de estado”. Dados do Índice Global de Inovação indicam que o Brasil já perdeu 22 posições entre 127 países, nos últimos 7 anos.

De acordo com o presidente da Softex, o setor de Tecnologia da Informação e comunicação é responsável por 7% do PIB e mais de R$ 1,6 milhões de postos de trabalho. Acrescenta ainda que até 2022 haverá quase meio milhão de vagas em aberto no setor, portanto é uma oportunidade para o país jamais vista na história.

Neste cenário, os cortes no orçamento impactam não só o setor de CT&I, como também todos os demais setores da Economia, afetando principalmente o micro, pequeno e médio empreendedor brasileiro, os quais têm grande participação na parcela do ecossistema de inovação do país.

Parcerias abrem portas para diversas oportunidades e uma delas é a projeção no mercado exterior. A Softex, na sua missão de internacionalizar tecnologias brasileiras, principalmente aquelas desenvolvidas por startups e empresas de TICs, ampliou sua atuação com mais três HUBs, incluindo em seu portfólio parcerias com players internacionais: as canadenses Latam Startup e Dream2B e a americana International Accelerator.

A Latam Startup, Dream2B e International Accelerator colaborarão para projeção de empreendimentos brasileiros no mercado internacional com programas que oferecem inúmeras vantagens e oportunidades para sua empresa alçar voos mais altos, além de implementar a competitividade do ecossistema empreendedor brasileiro.

LatAm Startup

A LatAm Startup é uma aceleradora especializada em promover negócios entre empresas canadenses e latino-americanas. A sede localiza-se em Toronto, Canadá, o centro financeiro e o maior polo industrial do país, bem como um dos principais centros culturais e científicos. A aproximação com Waterloo, cidade próxima a Toronto, também é um diferencial. A região possui um forte centro industrial de alta tecnologia. A maior fonte de renda da cidade é a fabricação de computadores e produtos eletrônicos, seguida pelo fornecimento de serviços educacionais.

O foco do programa são aquelas empresas prontas para internacionalização. Durante quatro meses de imersão no Canadá, a aceleradora preparará a startup para entrar no mercado norte americano por meio de mentorias, conexões empresariais e comunidade digital, e acesso ao espaço de co-working, possibilitando ampliar ainda mais o network.

“O mercado brasileiro é enorme para ser ignorado pelo Canadá”, disse Miryam Lazarte, CEO da LatAm Startups.

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A Dream2B

A Dream2B está localizada em Vancouver, Canadá, um dos centros de desenvolvimento de softwares e de biotecnologia do país. Entre os atributos da cidade estão a concentração de filiais de bancos nacionais e internacionais, mão de obra qualificada, diversas incubadoras e espaços de co-working e apenas a duas horas do Vale do Silício. Durante dois meses, o programa oferecerá treinamentos para minimizar os impactos culturais da chegada no país disponibilizando escritórios estruturados, mentorias sobre como iniciar um negócio, vistos, network e suporte na contratação de equipes locais.

A Dream2B fez o primeiro programa de aceleração exclusivo para startups brasileiras no Canadá. As Startups que participaram do programa por 7 semanas tiveram 40% de taxa de sucesso, incluindo uma que recebeu investimento de um fundo americano (primeira vez que investiu em uma startup da américa latina) e outra que receberá o startup visa. O processo de aceleração coloca as startups em contato direto com os investidores e potenciais clientes com o treinamento desenvolvido especificamente para elas. Como também, a Dream2B tem parceria com o consulado Brasileiro em Vancouver, Ministry of Internacional Trade e NACO.

A startup Mecasei.com, especializada em gerenciar os preparativos para casamento, que também participou do programa Start-Up Brasil, sob a gestão operacional da Softex, fez parte do programa da Dream2B em 2016. “Participar do programa foi fundamental para internacionalização da MeCasei. Estamos nos preparando para entrar no mercado canadenses em 2018”, disse Marcio Acorci, CEO.

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IA – International Accelarator

Para que as empresas brasileiras possam expandir a sua presença no exterior, a Softex, em parceria com a Apex-Brasil, desenvolveu o Projeto de Promoção de Exportação do setor de software e serviços de TI. Essa parceria impulsionou cerca de 50% das exportações brasileiras de TI no último ano. Ao assumir a Secretaria de Políticas de Informática (Sepin) em 2016, a primeira missão do Secretário Maximiliano Martinhão incumbiu à Softex a tarefa de viabilizar a internacionalização de tecnologias brasileiras. E a parceria com a International Acceletator possibilita esse objetivo.

A IA, especializada em levar startups estrangeiras para os Estados Unidos, localiza-se em Austin, Texas, EUA. A região oferece fácil acesso a capital, baixo custo de vida, custo de operação viável e acesso a mão de obra qualificada. O programa é diferenciado e surgiu justamente para suprir as falhas de assistência para modelos de negócios e CEOs estrangeiros, pontos que não são abordados em programas convencionais.

Com duração de um ano, contempla o acesso a rede de investidores, mentores, clientes e parceiros nos EUA; treinamento individual criado para fundadores estrangeiros no país; suporte para descolamento e expansão.

“Com a estratégia dos Hubs internacionais, ampliando seu escopo de atuação, além de promoção comercial objetivamos também a transformação das startups brasileiras em empresas globais”, disse Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

A Softex conta com HUBs em Connecticut e Texas, EUA e agora em Toronto e Vancouvert, Canadá.

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