Para os próximos 12 meses são esperados mais de 28 milhões de dólares em negócios, o que significa um aumento de 40% com relação à participação do Brasil IT+ no ano anterior.

O Mobile Word Congress (MWC) 2017, evento mais importante da atualidade em mobilidade, reuniu durante quatro dias as principais empresas de telecom, reguladoras, operadoras, fabricantes de equipamentos, prestadores de serviços e fornecedores de soluções de mobilidade. Foram mais de 100 mil participantes de 200 países e 2300 expositores.

Em mais uma ação do Projeto Brasil IT+, desenvolvido pela Softex em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), 16 empresas nacionais compareceram ao encontro: BWTECH, EiTV, Icaro Tech, Navita, Reddrummer, Sikur, Tokenlab, Vortigo, W5 Soluções, BRQ, Every TI, FH Cosultoria, Muxi, NEKI IT, Senior e Stefanini. Juntas elas apresentaram um diversificado portfólio voltado às necessidades e desafios de negócios em variadas indústrias e geografias. Confira aqui vídeo com algumas das soluções apresentadas pela delegação brasileira.

Em 2016, os temas realidade virtual e 5G foram destaque na MWC. Já neste ano, além do 5G, prioritário para a delegação brasileira do MCTIC, a maior feira de mobilidade do mundo deu destaque também a carros autônomos, chatbots e inteligência artificial (IA). Questões foram colocadas acerca da capacidade da IA transformar radicalmente nossa interação com o mundo e revolucionar a relação com os clientes. Nesse sentido, o futuro dos apps, como Whatsapp, foi objeto de discussão. A seguir, os tópicos mais mencionados nas redes sociais durante a MWC2017, com atenção ao (re)lançamento feito pela Nokia de seu tradicional modelo 3310 e a Internet das Coisas (IOT) com o debate das Operadoras acerca do uso de LTE-M ou NB-IoT como tecnologia dominante.

Já para a Icaro Tech, integrante da delegação brasileira, chamou atenção a atuação de empresas de Telecom como a Verizon. Em reunião organizada pela Softex, a apresentação da Verizon foi toda pautada em serviços de IOT, incluindo medidores inteligentes para utilities e agricultura de precisão. Segundo Kleber Stroeh, CEO da Icaro Tech, essa seria uma telecom se reinventando em empresa de software para fazer face às OTTs e à revolução digital na qual voz e conectividade já não geram lucros como no passado.

Ainda no domínio da Internet das Coisas, a Sigfox, que em 2016 recebeu o prêmio de melhor inovação mobile para objetos conectados, voltou à MWC sob o anúncio de seu acordo global com a Telefonica e com parceiros de seu ecossistema, como a Mobapi, startup com plataforma para coleta e tratamento de dados gerados por objetos conectados que, través de APIs customizados, dispensa linhas de códigos.

Para Gustavo Jota, gerente de produtos da Senior Sistemas que participou das reuniões organizadas pela Softex com as três empresas mencionadas acima, o futuro da IOT no Brasil necessita de regulação moderada em consonância com padrões internacionais, possibilitando que empresas nacionais possam atuar com fornecedores e parceiros internacionais, tanto em nosso mercado como no mercado global. A própria Senior, empresa especializada na oferta de software para gestão empresarial, de pessoas, logística, relacionamento com clientes e para controle de acesso, participou do MWC 2017 para avaliar tendências e aplicar as novidades no mercado de sua atuação. Além das dezenas de reuniões viabilizadas pela Softex, as empresas da delegação puderam se reunir com players relevantes como Sanofi, Kimberly Clark, Philips, HP, Kaspersky, Orange, Baidu, Alibaba, Google e Bnp Paribas. No estande do Brasil It+, Stéphane Ghenassia, Head de B2B2C Omnichannel Distribution do BNP Paribas se impressionou com o caráter inovador da solução de e-payment da brasileira Muxi.

Dessa forma, juntas, as empresas brasileiras geraram na MWC 2017 uma expectativa de mais de 28 milhões de dólares em negócios para os próximos 12 meses, o que significa um aumento de 40% com relação à participação do Brasil IT+ no mesmo evento em 2016. “O portfólio apresentado pelo Brasil estava totalmente aderente às tendências apresentadas no evento, como IoT e big data analytics. A expressiva geração de leads e de negócios refletem o fato de as empresas do Brasil IT+ estarem cada vez mais preparadas para atender a demandas globais, tanto em termos de solução quanto de imagem e modelo de negócios”, conclui Guilherme Amorim, gerente executivo da Softex.

RIA SC apresentou dados sobre as startups que participaram dos pitches e o investidor Marcelo Amorim tirou dúvidas sobre o papel do líder em um investimento anjo

A Rede de Investidores Anjo, parceria entre a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e a Anjos do Brasil, iniciou na última segunda-feira (13.03), o calendário de eventos em 2017 com a realização do primeiro Fórum, no Centro de Inovação ACATE Primavera, em Florianópolis. O líder da RIA, Marcelo Cazado, apresentou alguns dados das ações feitas ao longo de 2016: quatro fóruns de investimentos, dois eventos de integração com os investidores, 35 investidores membros e 16 startups selecionadas – destas, 31% apresentaram soluções em cloud, enquanto 25% são da área da saúde e 13% desenvolveram aplicativos e games.

Após a participação no fórum, oito dessas startups receberam aportes – 25% por meio de investidores solo, 25% da rede de anjos e uma parcela menor obteve recursos de aceleradoras (17%) ou de corporate venture (17%). Os demais aportes vieram do Governo e de um Family Office. Ao final do evento, as quatro startups selecionadas para este primeiro Fórum de 2017 apresentaram suas soluções ao grupo de investidores presentes.

Na palestra principal do encontro, o investidor e sócio da gestora de venture capital Bzplan, Marcelo Amorim, explicou o papel e as responsabilidades do líder em uma rodada de investimento anjo. “O líder de uma rodada é quem determina as condições gerais do negócio, podendo ajudar nas questões mais táticas da empresa investida, abrindo relacionamentos com o mercado, por exemplo. Não é um trabalho difícil, basta combinar com os demais participantes do investimento o que será feito no processo”, explica.

A estratégia recomendada por Amorim é que o investidor comprometa entre 5% e 10% de seu patrimônio, investindo entre 8 e 10 projetos. “O retorno provavelmente virá de uma ou de duas empresas”, calcula. Depois de colocado o recurso, o anjo pode ter diferentes envolvimentos com a startup: se for líder certamente participará do board da empresa, mas também pode ser apenas um advisor ou ter um papel mais indireto (quando ele apenas participa de um round junto a um grupo, sem ter envolvimento direto com os empreendedores).

A Rede de Investidores Anjo já definiu o calendário de ações do ano: serão realizados mais três edições do Fórum RIA – o próximo em junho, em data a ser definida – além de eventos com a rede de investidores: um café da manhã no dia 5 de maio e um happy hour em agosto.

No dia 15 de março a Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – assinou termo de cooperação com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) durante o I Workshop Inova Piauí, evento este que lançou oficialmente o Programa de Inovação e Competitividade do Estado do Piauí. Reunindo todos os parceiros fundamentais que integram a equipe de trabalho do Inova Piauí, o evento foi realizado dentro da programação do I Congresso das Cidades, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI). O presidente da Fapepi, Francisco Guedes, foi quem abriu os trabalhos e mediou as discussões. Ele explicou que a ideia do encontro era apresentar o que já foi construído até agora, discutir e traçar como os próximos. Além disso, o presidente ressaltou que a intenção maior do evento aberto é conhecer as demandas diretamente da sociedade e buscar soluções para as mesmas. “As instituições abraçaram a ideia do nosso projeto de Fomento a Inovação e Competitividade, diferentes órgãos do poder público estadual, da academia e do setor empresarial se articularam para tornar esse projeto possível. Esse Workshop é um momento de discussão, de aprimoramento de nossas propostas, é um marco que estabelece novas oportunidades para ampliar o desenvolvimento da Ciência Tecnologia e Inovação no Estado”, completou Francisco Guedes. A programação incluiu quatro apresentações com a participação de Fabian Appel Petrait (vice-presidente da empresa Softex Nacional), Edvar Pera Junior (Diretor Executivo Softex Campinas), Luciana Mari Tsukada (Gerente de Projetos Softex Campinas e os pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz De Queiroz da Universidade De São Paulo (Esalq/Usp), João Gomes Martines Filho e Marcello Luiz De Souza Júnior.  

Em atenção ao disposto no art. 20 do Estatuto Social, ficam convocados todos os Associados em dia com as obrigações sociais a reunir-se, em Assembleia Geral, na modalidade ORDINÁRIA e EXTRAORDINÁRIAdia 11/04/2017, em Brasília, DF, no MCTIC- Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações , Esplanada dos Ministérios, Bloco E, Sala dos Conselhos, às 11:30hs, se atendido o quórum disposto no parágrafo primeiro do art. 20 do Estatuto Social, ou em segunda convocação nos termos dispostos no parágrafo primeiro e segundo do art. 20 do Estatuto Social, no que couber. São considerados Associados, na forma do Art. 11 do Estatuto Social – as pessoas naturais presentes a assembleia de 03/12/1996 e os associados assim considerados nos Parágrafos desse mesmo artigo, excluindo os não participantes nas últimas três assembleias que antecederam a ocorrida em 15/09/2014, conforme deliberação aprovada naquela oportunidade. Serve esta para realizar a Assembleia Geral, visando aos associados deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

  • Apreciar mensagem do Presidente do Conselho de Administração, em cumprimento ao artigo 23, XIV, XV e XVI:
    • Relatório Anual e Prestação de Contas do ano de 2016 (Art.18, II Estatuto)
    • Plano de Ação e Investimentos 2017/18 (Art. 23, XV do Estatuto);
  • Orçamento 2017 (Art. 23, XVI e 32, parágrafo primeiro do Estatuto);
  • Aprovar a recondução ou substituição de membros do Conselho Fiscal (Art 9o. Regimento e Art. 18, I e 23, III do Estatuto);
  • Outros assuntos de interesse da entidade.

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

  • Alteração Estatuto art 1º.– extinção da sede Campinas e transferência para Brasília

 

Brasília, 20 de março de 2017

Celso Pansera

Presidente do Conselho de Administração

Associação SOFTEX

Brasília, 16 de março de 2017 – O atual presidente da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), Ruben Delgado, recebeu o prêmio “Personalidade Assespro Empresário de Destaque”, que é concedido aos empresários que mais contribuíram no avanço das propostas do setor nacional de Tecnologia de Informação nos últimos cinco anos.

Ruben Delgado, foi considerado o empreendedor destaque devido às significativas contribuições para o setor de TI. O empreendedor é presidente da Softex desde 2012 e neste período a instituição pôde chegar a números e resultados históricos. O Programa Brasil Mais TI possui mais de 280 mil estudantes cadastrados na plataforma, a área de Investimentos da instituição teve mais de R$3,2 bilhões em projetos analisados e enviados para o BNDES e na área Internacional as transações das empresas do Projeto Setorial, em parceria com Apex-Brasil, chegaram a R$1,9 bilhões, número que representa 45% do share de toda a operação internacional de software e serviços de TI no Brasil.

O Presidente da Assespro Nacional, Jeovani Salomão, destaca que as contribuições de Ruben Delgado foram realmente muito significativas, na medida que nos últimos cinco anos o empreendedor ocupou cargos de liderança em instituições do setor. “Se formos somar e olhar para este intervalo de tempo, o setor de TI teve uma série de benefícios. A Assespro teve uma grande transformação, graças a atuação de Ruben nós transferimos a sede para Brasília e tivemos uma maior aproximação dos pleitos do setor TI com os poderes executivo e o legislativo, isso em função do bom relacionamento que ele tem com as duas casas, o que tem permitido ao longo do tempo, fazer uma melhor defesa de políticas públicas em função deste posicionamento.” destaca o executivo.

Há 25 anos Ruben Delgado tem participação ativa no setor de TI, foi presidente da Assespro Nacional, é conselheiro das mais importantes instituições ligadas à área de tecnologia do país, entre elas, a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Comitê da Área de Tecnologia da Informação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC/CATI), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (CONCITEC SECTI/Bahia) e a Federação das Indústrias do Estado da Bahia. Em 2012, foi nomeado pelo presidente da república para integrar o Conselho de Competitividade de TICs do Plano Brasil Maior e é acionista em 5 empresas de base tecnológica.

A solenidade oficial para entrega do prêmio aconteceu ontem, dia 15 de março, em Brasília e o empreendedor agradeceu pela homenagem. “Eu agradeço imensamente o reconhecimento e é um orgulho ser reconhecido pela Assespro, como personalidade da tecnologia e informação brasileira 2017. Isso coroa todo o esforço que tenho dedicado ao setor e divido esse prêmio com todas as pessoas que confiam no meu trabalho e que o apoiam, divido o prêmio com todos os líderes do setor, que se esforçam e que batalham em prol da tecnologia nacional e que buscam transformar o Brasil através da tecnologia e inovação. Sempre defendo que a tecnologia da informação é o caminho mais curto para o desenvolvimento econômico de um país, portanto é uma honra ser agraciado com esse reconhecimento.”

O primeiro vídeo tem como tema os desafios de empreender

Inovação é a razão de ser do MIDI Tecnológico. Além de ser um local próprio para o desenvolvimento de ideias inovadoras, a incubadora, gerida pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e mantida pelo Sebrae/SC, quer continuar contribuindo para a construção de um ecossistema de startups cada vez mais forte e unido. Para isso, a instituição criou um canal no Youtube, o MIDITEC, para compartilhar experiências e conhecimentos sobre tecnologia, empreendedorismo e inovação. O endereço do canal é https://www.youtube.com/channel/UCsXd70l4WkSjAxLlAclEHiQ e a primeira playlist, que traz empreendedores falando sobre os desafios de empreender,  será lançada no dia 2 de março, quinta feira. Toda quinta-feira será lançado um novo conteúdo, que pode fazer parte de trilhas sobre investimento, modelos de negócios e liderança. Além de especialistas em assuntos técnicos, o canal divide com seus seguidores as histórias dos empreendedores incubados, seus erros e acertos. “O compartilhamento de ideias é o elo de construção entre um ecossistema criativo, inovador e estimulante, onde empreendedores e startups se desenvolvem rapidamente”, defende  Kamila Bittarello, coordenadora técnica da incubadora. Luís Knihs, da empresa graduada do MIDI Lógica E, ajudou no desenvolvimento deste novo meio de comunicação da incubadora e o classifica como pioneiro.”Não se fala muito sobre o processo de incubação na internet. Além de trazer esse tema para discussão de uma forma atual, o canal ainda estimula a conversa entre empreendedores de Florianópolis que estão em diferentes níveis de maturidade, que muitas vezes, não tem um espaço para o compartilhamento de experiências”, destaca Luís Os interessados em contribuir com o canal, podem entrar em contato com o [email protected] . Críticas e sugestões também poderão ser feitas nos comentários dos vídeos. Sobre o MIDI

Selecionado quatro vezes como melhor incubadora do país pela Anprotec, o MIDI Tecnológico já ajudou no desenvolvimento de 108 empresas de tecnologia na Grande Florianópolis, o que representa cerca de 13% dos empreendimentos do setor na região. Por meio das mentorias e capacitações que oferece, a incubadora se preocupa há 18 anos em desenvolver ideias de negócios inovadores e empreendedores. O método utilizado ainda compreende aproximação com o mercado, investidores e empresários o que ajuda na validação do negócio, mandando para o mercado empresas com alto potencial de desenvolvimento: cerca de 85% dos negócios iniciados no MIDI ainda estão em funcionamento.